sexta-feira, julho 29, 2011


 












Pois é, dizem que o mundo vai acabar! Culpa de Prometeu, que roubou fogo divino e entregou nas mãos dos homens (e ainda querem culpar Pandora). Apolo e as Musas inspiraram a escrever esta série (que Minerva vos auxilie). Além disso, Plutão (Hades) liberou as sombras mais ilustres que vivem no Érebos para que pudessem falar um pouco acerca disto:


Pitágoras
Se o mundo é par não acabará e se ele for impar acabará.
Heráclito
Tudo é devir. Por isto o mundo sempre acaba, não se pode viver no mundo duas vezes.
Crátilo
Tudo é devir. Por isto o mundo nem sequer chega a existir, não se pode viver no mundo nem uma vez.
Parmênides
O mundo não vai acabar, porque este mundo nunca foi real, pois só o ser é l, o resto é aparência ilusória dos sentidos.
Zenão
Para que o mundo acabe seria necessário percorrer um caminho infinito. Se o mundo acabar é porque não é real, não passa de aparências ilusórias.
Um sofista qualquer
Não desesperem, os homens mais fortes superarão o fim do mundo. Se me pagarem eu ensino como.
Sócrates
Tudo quanto sei é que nada sei sobre o fim do mundo. Você que é a personificação da própria inteligência, poderia me dizer como o mundo acabará?
Platão
Este mundo pode acabar, mas as idéias deste mundo são eternas, tudo que existe são cópias perecíveis delas.
Aristóteles
Todo algo que existe é algo que um dia acabará

O mundo é algo que existe.  Logo, este mundo é algo que um dia acabará  e

Dado este mundo, não se pode atribuir a ele o atributo de que ele acabará ou não acabará ao mesmo tempo.
Epicuro
Não ligue para o fim do mundo, viva uma vida de prazer.
Pirro
Não compreendi! O que é o mundo? O que é acabar? O mundo existe? Aliás, você existe? Fiquem calados! Não podemos saber nada.
Agostinho
Já estava escrito que este mundo iria acabar. Creiam que o mundo irá acabar para que entendam que o mundo irá acabar.
Descartes
Se eu pensar, logo o mundo não acabou.
Pascal
O mundo vai acabar, faça já as suas apostas. É melhor crer que o mundo não vai acabar, porque se ele acabar não vai perder nada, porém se ele não acabar, você não será chamado de tolo.
Newton
O mundo continuará existindo até que uma força exterior acabe com ele.
Leibniz
O mundo acaba! De qualquer forma este é o melhor de todos os mundos possíveis.
Voltaire
O mundo irá acabar, vejam como este é o melhor dos mundos possíveis!
Hume
Não há nenhuma razão para que possamos crer que o mundo irá acabar.
Berkeley
Toda vez que dormimos o mundo acaba.
Kant
Se o mundo vai acabar é impossível que um dia saibamos. Tudo que conhecemos são fenômenos não a realidade em si.
Schiller
Sintam a beleza do fim do mundo. Pois este mundo racional é indigno de nossa existência
Hegel
O fim-do-mundo é idêntico ao não-fim-do-mundo.
Kierkegaard
Para quem está morrendo hoje, não interessa o fim do mundo, e para quem está vivo, do que adianta saber sobre o fim do mundo, se um dia todo homem vai morrer mesmo?
Schopenhauer
Só assim para o sofrimento acabar e colocar um fim no acasalamento humano.
Nietzsche
Se Deus morreu, por que o mesmo não aconteceria com o mundo?

e O mundo acaba eternamente.
Marx
Eu não disse que a comunidade socialista iria triunfar?
Freud
O fim do mundo é uma obsessão do homem neurótico.
Darwin
O mundo terá um fim desde que não se adapte ao meio.
Comte
O fim do mundo nunca será um fato verificável.
Heidegger

O homem tudo bem, mas o mundo? Não sabia que o mundo era um ser-para-a-morte!
Camus
Eu sabia que a peste iria acabar com o mundo.
Sartre
Se o mundo vai acabar ou não, não faz sentido, tudo é absurdo.
Inteligência artificial intelectual (filósofo do futuro)
Você tem alguns minutos para fazer um backup antes que o mundo acabe.

Ops! Tem um erro aqui, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades, nunca estive no Hades…

Este texto foi escrito como uma paródia de um texto humorístico que circula pela internet sobre as manchetes acerca do fim do mundo

O MESTRE
(Publicado na revista O Pensamento - mai/jun/99)
Sem saber o que fazer vagava o Mestre despreocupado por entre a obra quando se deparou com um Aprendiz que, concentrado, examinava uma pedra ainda não totalmente desbastada. Querendo mostrar sua força e sua autoridade, dirigiu-se ao obreiro:
- Aprendiz, a tua pedra não está devidamente desbastada. Acaso pensas em dá-la como acabada?
- Mas, Mestre esta pedra...
- Não será negligenciando nas tuas tarefas que um dia pretendes chegar onde hoje estou. Não penses que o mestrado é conseguido sem sacrifícios e pouco trabalho.
- Mas, Mestre, eu...
- Não me parece que os ensinamentos tenham sido por ti bem assimilados. Vede o estado em que se encontra esta pedra. Toda disforme e cheia de imperfeições. Já imaginastes as conseqüências que acarretaria o seu assentamento na obra? Por certo não iria se encaixar convenientemente e, além disso, colocaria em risco o próprio andamento da construção
- Mas, Mestre, eu gostaria de...
- Não me interrompas enquanto falo. Um aprendiz deve saber comportar-se diante de seu Mestre. Não estou gostando do teu comportamento nem de teu jeito desleixado de trabalhar. Olha só esse avental, todo sujo, e essas ferramentas em péssimo estado de conservação. Agora olha para mim. Vê meus paramentos, imaculados, e meus utensílios de trabalho perfeitamente conservados, como novos. Não te serve de lição ver tão gritante comparação? Acaso não te sirvo de exemplo? E vamos deixar de conversa; trata de trabalhar que o tempo é curto. Como castigo, para que não sejas tão negligente, deverás terminar o desbaste desta pedra, mesmo no teu horário de descanso.
- Mas, Mestre, eu gostaria de explicar que...
- Não irei perder mais meu tempo contigo! Faze o que determinei e estamos conversados!
Afastando-se, o Mestre sai satisfeito e orgulhoso por ter sido severo e demonstrado sua autoridade, deixando o aprendiz matutando:
- Puxa vida! Eu queria explicar ao Mestre que esta pedra está aqui desde quando ELE ERA APRENDIZ E, NA PRESSA DE AUMENTAR O SEU SALÁRIO, NÃO A DESBASTOU CONVENIENTEMENTE. 

Todas as minhas pedras foram aproveitadas na obra, razão pela qual meu avental está sujo e minhas ferramentas desgastadas pelo uso. Além disso, estou no meu horário de descanso e aproveitava o tempo para concluir o desbaste desta pedra que está aqui desde a promoção do Mestre.
O Mestre deve ter razão e deve estar muito preocupado com seus afazeres para se importar com uma simples pedra bruta. O melhor mesmo é terminar esta pedra e deixá-la pronta para o polimento.
Pensando melhor, não seria mais conveniente eu deixar esta pedra, que não é minha, de lado e preocupar-me em aumentar meu salário e ser igual ao Meu  Mestre?

segunda-feira, julho 25, 2011

    O SONHO E A ESCADA

                                                                           Ir.·. Antônio do Carmo Ferreira



Não sei se é costume em todas as regiões do Brasil, o maçom dizer que “subiu um degrau na Escada de Jacó”, para externar sua alegria em receber “aumento de salário”.
Aqui, na região em que vivo e tenho vinculação com a Arte Real, é rotina dizer-se esta expressão, tanto na revelação da felicidade de quem foi elevado de grau, como nos discursos de saudação aos beneficiados.
Entendo que deverá ser muito denso o significado deste símbolo na maçonaria (1), diante de tanta ênfase que se lhe dá em seu uso ou ao se fazer a sua exegese, por mais superficial que seja a abordagem.
Não quero falar que a Escada de Jacó é importante, por haver sido admitida no Simbolismo Maçônico e, coincidentemente, ao mesmo tempo em que se inaugurava o primeiro Templo Maçônico, construído como tal e para esta finalidade – o Freemason’s Hall – inaugurado em 1776 (2), no oriente de Londres.
Nem desejo registrar, mas já registrando, a sua importância, porque esteja configurada no Painel da Loja de Aprendiz, elaborado por Willian Dight, em 1808 (3), onde a Escada de Jacó aparece, partindo da Bíblia aberta sobre o altar e alçando-se ao céu, que o alcança no clarão de uma estrela de sete pontas.
Todavia, como se percebe, mesmo sem querer me referir a uma Escada, já falei de duas. Uma, a do sonho de Jacó, cuja descrição vem do Velho Testamento (4). Outra, desenhada por Dight, que se reporta à primeira, mas com omissões e algumas inserções. Na Escada do sonho, ela está ligando a terra ao céu, e anjos, sobem e descem. Na Escada do Painel, ela está ligando a Bíblia do altar ao céu, sem anjos, mas com a introdução de fortes símbolos do cristianismo, quais sejam: a cruz da fé, a âncora da esperança, e o cálice do amor (o sangue do Filho de Deus, derramado em face do amor pela humanidade). (5)
O sonho, teve-o Jacó, e está totalmente narrado no Gênesis. O Senhor, na oportunidade, fala a Jacó de tudo de bom que lhe está reservado, tanto a Jacó quanto à sua descendência – o povo de Israel, nome este que substituiu o de Jacó, após sua luta com o anjo, episódio de que a Bíblia se ocupa no livro de Gênesis (6)
A conversa havida ao pé da Escada inspira o entendimento de uma contrapartida de Jacó e descendentes ao que o Senhor, seu Deus, lhe estava a garantir. Que aquele povo desse à vida o destino de encaminhar-se ao Altíssimo: (7) “uma peregrinação de retorno à Casa do Pai”, como séculos depois, Santo Agostinho ensinava a respeito da vida.
Parece-me não causar arrepios dizer que a maçonaria pensa desta forma, quando proclama a “prevalência do espírito sobre a matéria”. Pensamento este muito bem retratado na composição do  compasso e esquadro,  sendo este a matéria e aquele o espírito.
A vida, em seus aspectos menos tangíveis, é o mote principal da Ordem. O aperfeiçoamento do iniciado e seu exemplo na comunidade em que habita.. O cuidado com o bem-estar do próximo. O zelo pela família. A dedicação às coisas do amor fraternal. O adepto da maçonaria deve apresentar-se pelo bem que pode fazer.
A Escada de Jacó indica esta trajetória. No que se refere ao sonho, ela é utilizada pelos anjos (seres plenos de virtudes) em sua movimentação. O maçom deverá ser um construtor de templos à virtude. Ele mesmo será uma pedra que se poliu para ocupar espaço na construção. Ascender mais um degrau na Escada é estar mais perto do Criador. Significa dizer: possuir mais virtudes. A contrapartida ao que o Senhor ofertou a Jacó.
A Escada de Jacó, na concepção de Dight, que contém os símbolos da fé, da esperança e do amor, tem o chamamento do maçom a seu próprio aperfeiçoamento.
Se o maçom diz que subiu um degrau na Escada, tem convicção do que está dizendo, e acredita nisto, ele está declarando seu compromisso com esta prática de amar a Deus, pois está em seu caminho; de aperfeiçoar-se, porque é destinado a ser templo de Deus (8); e de amar ao próximo que é um estágio da Escada, que se encontra mais aproximado do Altíssimo.
Que o Grande Arquiteto do Universo conceda, sempre, aos irmãos maçons a força e o vigor suficientes para subirem, não somente um, porém vários degraus nesta desafiadora “escada”, com a qual sonhou Jacó e na qual a maçonaria se inspira a cada instante.


 

RECURSOS BIBLIOGRÁFICOS

(1)  “A Escada de Jacob é alegoria de origem bíblica e designa a escada que Jacob viu em sonho, a qual simbolizava a providência e cuidado especial de Deus por Jacob; os anjos levavam suas orações e necessidades ao trono de Deus e desciam com as bênçãos divinas; em Maçonaria ela é representada sobre o círculo entre paralelas verticais e tangenciais, tendo no topo, uma estrela de sete pontas, como símbolo da ligação do iniciado com Deus, através da ascensão na escada iniciática”. José Castellani, no livro Dicionário Etimológico Maçônico, vol. DEFG, pág. 59, Editora A Trolha, Londrina/PR..
(2)  “Naquele ano foi pintado um Painel... tudo leva a crer que o irmão Pintor... acrescentou também a Escada de Jacó, que desde alguns anos antes já vinha sendo ensinado nas Lojas. Lendo Machey, vemos que no rito de York, a Escada não era um Símbolo original, tendo sido introduzido por Dunckerley em 1776, época em que Priston iniciou suas LEITURAS. O que vem a comprovar, é que, até aquela data, a Escada de Jacó ainda não era um Símbolo Maçônico. No Rito Escocês Antigo e Aceito, ela entrou pelas mãos de Miguel André de Ransay, que era um ardoroso defensor dos Stwarts, transformando em símbolo maçônico a Escada Mística dos Mistérios Mitraicos.” Francisco de Assis Carvalho no livro “Símbolos Maçônicos e suas origens”, págs. 135, 136 e 137, Editora A Trolha, Londrina/PR..
(3)  “Willian Dight, um maçom inglês, pintor, em 1808 elaborou três Painéis sobre lona, como era de uso na época.” Rizzardo Da  Camino no livro “Os Painéis da Loja de Aprendiz” pág. 109, Editora A Trolha. Na pág. 110 da mesma obra, está reproduzido o painel onde se encontra o desenho da Escada de Jacó.
(4)  Gênesis 28:10 – 17
(5)  I Cor 13:13
(6)  Gênesis 32: 28
(7)  Gênesis 28:20 – 22
(8)  I Cor 6: 19

domingo, julho 24, 2011

      A SAGA DE LÚCIFER
                                   UMA CHAVE PARA A ASCENSÃO

      A história de Lúcifer e a chamada rebelião sem dúvida alguma é um assunto fantástico e mais do que isso é também uma grandiosa Chave para a aceleração do alcançarmos  a PERFEIÇÃO. Para com prendermos processo ascensional, ou conhecimento pleno  para melhor este assunto  seria interessante o jovem aprendiz deve  procurar ler “A GRANDE HORA X” DE Ergom em que esse assunto é amplamente elucidado através dos ARCANJOS; 
                   MIGUEL- COMANDANTE DO SUL – FOGO (poder, vermelho)
                   RAFAEL- COMANDANTTE DO LESTE- AR (amarelo ouro)
                   GABRIEL- COMANDANTE DO OESTE- ÁGUA (Visão interna, azul)
                     AURIEL- COMANDANTE DO NORTE – TERRA (estabilidade, amarelo limão, 
                                                                                             (Verde-oliva, marrom e preto)



      Sabemos através de várias fontes, que este movimento contrário ás Leis da Criação foi liderado por um ser chamado LÚCIFER. Existem muitos livros que tratam a respeito do assunto, mas é bom ressaltar que este assunto é profundamente delicado, e posso afirmar que em função de minha experiência, que a compreensão em sua totalidade somente pode se conseguida através de uma interpretação que vai além dos parâmetros da mente racional humana. È preciso desenvolver tal capacidade, através da flexibilidade da mente em absorver estes conceitos obtusos para o entendimento humano.
          Uma das grandes dúvidas, certamente a maior de todas e também a grande CHAVE de toda a questão é a seguinte: Como pode um ser de tamanha LUZ, poder, sabedoria, como Lúcifer, desligar-se do Principio da Unidade e voluntariamente criar o principio da Dualidade? Como pode este ser, de tão grande maestria e Poder Divino, desligar-se do G.A.D.U.            È preciso explicar que Lúcifer jamais perdeu a sua Luz, bem como a sua identidade original que é o que liga ao Pai. Sua identidade permanece para sempre, pois assim como todos os seres do universo ele é essência.
          Precisamos abandonar a ilusão de ver determinada coisa ou ser espiritual como mau, como negativo. Cosmicamente existe outra atribuição para esta forma de energia, mas não é como nós pensamos. Não podemos ver Lúcifer como um ser negativo. Uma vez que modificamos o nosso ponto de vista, as coisas ficam bem mais fáceis de ser entendidas.
          A negatividade é na verdade uma forma de energia desconhecida do G.A.D.U. Lúcifer, como ser divino possuía certa forma de programação, algo como um código de sua própria natureza espiritual que representava uma tendência de desviar-se do caminho comum de todos os seres. Ma é bom ressaltar, que se trata apenas de uma tendência. Esta Tendência então teria se revelado. Não é uma tendência comum. Talvez Lúcifer tenha sido uma das raras exceções a experimentar esta forma de energia da Criação. E assim como todas as formas de energia da Criação, a energia de Lúcifer foi o fator que determinou a criação dos MUNDOS MAIS DENSOS, o nosso afastamento do G.A.D.U. . Isto é o principio de Lúcifer. Tudo, no mundo material da Terra, está programado para servir a este outro principio geral, que é o princípio de Lúcifer. Seria Lúcifer um ser das Trevas?  A resposta é não. Estamos simplesmente experimentando, na terra, outra forma de existência, diferente de tudo o que já havia existido antes até então. Todos nós que estamos na Terra, temos algum propósito aqui. Muitos precisam evoluir aprender, outros, entretanto, aqui estão porque pactuam com o principio geral de Lúcifer. São pessoas materialistas, egoístas, negativas etc. O que estou tentando dizer, enfim é que precisamos aprender a não ver o negativo como negativo. Precisamos, é claro saber de que lado nós estamos: então fica a pergunta: estamos do lado do principio Original de Deus, que não está limitado ao principio de Lúcifer? Ou estamos no principio de energia em forma limitada de Lúcifer, que se limita a ao principio de Deus?É um principio uma escolha, que na atual condição que estamos vivendo podemos dizer que somos Seres Divinos e escolhidos temos todo o conhecimento a disposição e livre escolha, e podemos perfeitamente através deste conhecimento tomar a decisão mais acertada, mas nunca nos livraremos desta DUALIDADE, que sempre estará representada seja onde formos ou estivermos. A idéia então é a seguinte , não julgar a Lúcifer , não tratá-lo como negativo , como demônio pois isto é parte de uma ilusão que os seres que aqui vivem criam para si. Neste plano físico, a energia predominante, aquela a qual o foco de consciência dos seres é atraído, é o que chamo de principio de Lúcifer. Ninguém precisa buscar entender este principio. Simplesmente à medida que absorvemos os ensinamentos de nossa Nobre Arte Real, absorvemos Luz, vamos entendendo aquilo que é contrário a Luz. E quando entendemos, percebemos quais eram as intenções de Lúcifer. Uma vez  que adquirimos o conhecimento da Maçonaria conhecemos a vontade de Deus . Aquilo que não é Sua vontade, uma vez conhecido em sua totalidade representa a DERROTA de Lúcifer. Cada Maçom que desperta para a Luz na terra, está conseqüentemente trazendo a vitória. Imagine que você originalmente, nada quer, para si. Você é um Ser de Luz cujo único propósito é servir ao G.A.D.U. Aos seus Irmãos. Lúcifer lhe faz um convite: ”pare um pouco para pensar e veja o tamanho poder que você tem nas mãos. Podemos fazer um bom uso deste poder... Podemos dominar escravizar, controlar, manipular... podemos ser um deus para muitos seres. Estes serem podem nos idolatrar. podem nos cultuar. Nós deixamos o todo e passamos a ser somente nós. Você aceitaria esta proposta? SIMBOLICAMENTE, esta proposta Lúcifer faz a todos os seres humanos, sempre que cultuamos o, material, dinheiro, sensualidade, ego, poder material estamos alimentando a este principio. Quando, entretanto recebemos a chance em que nos encontramos (Maçonaria) começamos a despertar para o Principio Divino , quando buscamos os valores da LUZ começamos a alimentar O PRINCIPIO DIVINO, O PRINCIPIO ETERNO, AQUELE QUE TRAZ A VIDA ETERNA.
          Importante dizer neste momento que até um determinado nível cada um de nos somos uma extensão viva de Lúcifer e de seu principio encarnado no mundo físico, mas ao ser escolhido para fazer parte da Arte Real você passa a não se preocupar mais com isto. Tudo que precisa fazer é buscar através do conhecimento ( LUZ) buscar a verdade  em seu interior, não ceder mais as ilusões que este plano lhe oferece, e então você transmutará a negatividade e passará a integrar o exército da Luz. Saiba que em todos os momentos, a energia de Lúcifer estará tentando você. (Tanto que ela é representada dentro de nossa Loja, para que lembremos sempre disso a cada momento, em todas as vinte e quatro horas de nosso dia , se ainda  não sabe  como ela é representada  estude e descubra...). Quando, entretanto você se torna um canal purificado de seu próprio Eu Superior, a energia de Lúcifer nada poderá fazer para influenciá-lo, pois você se tornou um Maçom – livre e Perfeito carregado de muita energia: LUZ.
          Todo e qualquer mal só podem existir à medida que você acredita nele e pactua com os seus princípios, entretanto ele existe independente de acreditar ou não, pense e reflita sobre isto, você tem a sua disposição todos os instrumentos disponíveis para alcançar a plenitude da Perfeição, procure aplicar estas energias de acordo com os ensinamentos da Maçonaria e de nenhuma outra forma. Estude, medite e contemple, nunca deixe de ler, procure tirar proveito ao Máximo do ensinamento e irá sentir-se um verdadeiro APRENDIZ.
ESPLENDOR DAS ACÁCIAS
ORIENTE DE CRUA ALTA RGS
RONALDO LIMA – PAST MASTER 30.04.2010
           O MEDIADOR DA PERFEIÇÃO    

“Bem sei eu que tudo podes,
E nenhum dos Teus pensamentos serem impedido.
Quem é aquele, dizes Tu, que sem conhecimento encobre o conselho?
Por isso falei do que não entendia;
Coisas que para mim eram maravilhosas demais, E que não compreendia.
Como o ouvir dos meus ouvidos ouvi,
Mas agora Te vêem os meus olhos “(Jô 42:2, 3,5)

           A busca constante de conhecimento por parte da humanidade é motivada pelo insaciável desejo de encontrar Paz, Segurança e Perfeição Acreditam-se que um maior conhecimento trará consigo uma onda de alegria; infelizmente nem sempre isso acontece. Muitas vezes o fascínio pelo desconhecido serve apenas para agitar o buscador, levando-o a um estado de insatisfação em relação àquilo que já lhe foi dado. por outro lado , o  descontentamento  é o próprio  catalisador que inspirou as maiores descobertas e invenções.
           Porém até mesmo o conhecimento humano é superior á ignorância humana: no entanto nenhum deles pode alcançar o Eldorado da Verdade e da Sabedoria Divina.
          É possível que indivíduos possuam uma “Sabedoria prática” em vários assuntos, e ainda assim sejam infelizes. Há muito foi dito “... com tudo que possuis, adquire o conhecimento” (provérbios 4:7). O  autor  desta declaração sabia que a Iluminação é uma combinação de Conhecimento , Amor, Poder concentrado ,Humildade, Fé , Constância, impregnados de muito estudo e contemplação  com a irradiação das Luzes Maçônicas .
       Irmão tende noção do número de pessoas espalhadas pelo mundo que têm a idéias errôneas de que algum salvador mundial eliminará todos os seus erros e escoltá-las-á vicariamente até aos céus? Pois bem, seu número é muito grande: e por muitas razões estas pessoas às vezes têm dificuldades em aceitar a Verdade, mesmo quando Ela Lhes é apresentada.
          A própria idéia de que o G>A>D>U indica que Ele pertence ao Universo e isto inclui o Ser divino, bem como toda e qualquer outra manifestação desse Ser Supremo. Se Ele pertence a nós pertence a todos. Ele tem que encontrar-se em todos e, portanto, as Suas funções são uma parte de Todos.
          Ele liga o homem à sua divindade e transmite-lhes a elevada ação vibratória dessa Sagrada Presença, tornando-A inteligível para a manifestação inferior. A discórdia humana nunca é transmitida para o alto: pois o G.A.D.U.  Tem olhos puros demais para ver o mal (Habacuque 1:13).
           Se a presença do G.A.D.U.  Não pode vivenciar nenhuma qualidade inferior á Perfeição, então os Maçons devem abandonar o desejo de apegar-se às fraquezas terrenas e devem regozijar-se por se despojarem de toda imperfeição. Os aprendizes Têm expressado muitas vezes o descontentamento com a mortificação de qualidades indesejáveis. Eles comprometem o trabalho e a si mesmos, e racionalizam as suas condutas imperfeitas e o fato de que não podem nem irá mu da para seguirem um Modo de viver mais elevado. Podem sentir que não estão preparados , ora meus irmãos  nos nunca ficaremos totalmente prontos se continuarmos a viver na soberba da ilusão  auto-inflingida. È claro que não alcançaremos a perfeição seguindo planos e  caminhos terrenos. “porque os meus pensamentos não são os vos os pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor “(Isaias 55:8) o Nosso caminho é o caminho da Perfeição.
          A nossa Ordem leva-nos sempre a responder a cada chamado sincero; no entanto em muitos casos recebemos pedidos de Ajuda para a superação de um determinado problema quando é óbvio que o suplicante não esta disposto a persistir na meta, mesmo que déssemos a ajuda necessária para sua elevação. O primeiro pré requisito para a solução de um problema é a disposição de entregá-los nas mãos do G.A.D.U.  E de retirar toda a energia que anteriormente o alimentava através da atenção e dos sentimentos. Esta atitude correta evoca a compaixão e permitem que as Luzes Maçônicas e O universo conspirem a seu favor. De acordo com a Lei Cósmica, nenhuma ajuda poderá ser dada a não ser que o individuo esteja disposto a fazer a sua parte tornando o seu ser uma fogueira de Luz de receptividade, limpo de todas as cinzas da Vaidade humana.
 A Maçonaria assiste aqueles que conscientemente reconhecem que poderão pedir-lhe ajuda e recebê-la de imediato. O contato mais intimo possível entre o homem e os seus criados dá-se quando o homem dirige a atenção para esta presença magnífica e mediadora (Maçonaria) e procura chegar a sua perfeição a Luz tão desejada.
          Se não existisse esta maravilhosa Arte Real, não existiria nenhum contato de mediação e nenhuma possibilidade do homem manter um contato com a sua própria Presença Divina (Luz) a menos que ele tivesse o poder absoluto de purificar completamente o mundo de toda discórdia, trevas e escuridão, o que é totalmente impossível sem esta nobre Arte.
           Estes processos podem ser difíceis de compreende intelectualmente, mas são eventos tangíveis e verídicos que ocorrem constantemente e Níveis interiores. Cada Maçom protege o seu mundo vinte e quatro hora por dia durante todos os seus dias na terra. ”Eis que não dormitará nem dormirá o guarda de Israel” (salmos 121:4)
          O que é realmente lamentável que alguns homens, que por ignorância, intencionalmente, ou por desleixo permitam que as suas energias sejam usadas para propósitos incorretos. O resultado desta indulgência é transformado numa lixeira onde são atirados a malicia, improdutividade, irritações, criticas e todos os caprichos passageiros da mente carnal. Acabam cansando-se da monotonia das condições negativas e maléficas, que se encontra que não tem mais esperança na estrada descendente de seus conceitos materialistas ou nas idéias dos homens que não produzem na a favor da Perfeição e acabam conduzindo os que lhes rodeiam á ruína.
          Felizes sóis Maçom de ser acolhido por tão Nobre Arte Real, livre de todas estas provações. Siga em frente o caminho da Luz nada perturbará a tranqüilidade e a beleza da corrente de Vida. Então a Aliança perpetua da Imortalidade com o seu próprio Ser será renovada e dará a todos nós irmãos a compreensão interior. “o reino de Deus não vem com aparência exterior: Nem irão Ei-lo aqui, ou Ei-lo Ali: pois eis que o reino de Deus está dentro de Vós” (Lucas 17:20, 21).
          Como uma criança que brinca perto de um pequeno lago parado pode agitar a sua superfície jogando uma pedra, também os aprendizes podem e devem concentrar toda a sua atenção a lançá-la na Tranqüilidade da Beleza do G.A.D.U. E, em círculos que se alargam progressivamente, enviarem bons pensamentos. Estes pensamentos serão projetados onde sua mente o mandá-los , e ocorrerá sempre uma corrente de Amor Divino em ondas de Luz, lançado-as nas margens de vosso ser e ajudando a expandir ainda mais a Luz que nunca falha. Estude , contemple e pratique , aproveite ao máximo a oportunidade que recebeste seja um filho da luz seja um Maçom justo e Perfeito.
EXPLENDOR DAS ACÁCIAS – CRUZ ALTA RIO GRANDE DO SUL 29.04.2010
RONALDO LIMA-PAST MASTER 

quarta-feira, julho 20, 2011

O TELHAMENTO
O Telhamento é um ato de examinar um Irmão desconhecido para certificar-se de sua condição de maçom e sua regularidade.
É incorreta a expressão “Trolhamento”, visto que toda obra é protegida da intempéries do mundo exterior pelas telhas (ou pelo telhado). Trolhar é passar a Trolha (colher de pedreiro), termo mais adequado a um caso de desentendimento entre Irmãos, com o significado de remover as arestas, espalhando e nivelando a massa, pois se usa a Trolha para espalhar a massa sobre a qual a pedra será acomodada. Portanto erguemos o edifício com a ajuda da Trolha, mas na hora de protegê-lo das intempéries é com a telha que o cobrimos, ou seja, que a protegemos.
            José Castellani diz o seguinte a respeito do uso equivocado do termo “Trolhamento”.
O termo, um neologismo maçônico, existe, mas é usado de maneira incorreta, para designar o exame de alguém, através dos Toques, Sinais e Palavras, para aquilatar a sua qualidade maçônica e o seu lugar na escala iniciática. Na realidade, esse exame, que é uma cobertura contra fraudes, e realizado portanto pelo Cobridor é, com mais propriedade, denominado TELHAMENTO, pois cobertura se faz com telhas e não com trolhas. Tanto que muitas vezes o Cobridor Externo é chamado de Telhador; como ocorre nos países de fala inglesa (Tyler, de tile = telha), de fala francesa (Tulleur, de tuile = telha), de fala italiana (Tegolatore, de tegola = telha) e assim por diante. Trolhar, por sua vez, significa outra coisa: como a trolha é a desempenadeira, ou desempoladeira, destinada a aparar as rugosidades, da argamassa espalhada pelo pedreiro, o trolhamento é o apaziguamento de Obreiros em litígio, ou seja: é, figuradamente, o alisamento das arestas, das rugosidades que são as divergências existentes entre aqueles que se pretende colocar em paz.
            Simbolicamente, portanto, é mais adequado Telharmos o candidato para nos protegermos de um eventual intruso e nos certificarmos que se trata de um “bom, legitimo e fiel” Irmão, apto a entrar no Templo, lugar em que a Loja se reúne!
Esta é a opinião defendida pelos grandes simbolistas, que buscaram a origem da função e terminologia usada no período Operativo para fundamentar sua tese, o que tem levado as Potências do Brasil sensatamente a atualizarem-se.
Telhamento, portanto, é a forma ritualística constituída por perguntas e respostas, para comprovar o grau e a qualidade de Maçom de quem solicite ingresso no Templo, não sendo membro da Ordem.
            O termo é usado, também, para experimentar membros do quadro que postulem Aumento de Salário, oportunidade em que, além do Cobridor de Grau, o postulante é inquirido sobre o conhecimento que assimilou no Grau.

Ø Telhamento; É a forma ritualística constituída por perguntas e respostas, pela qual podemos comprovar o grau e a qualidade de Maçom de um Irmão visitante desconhecido, servindo para “verificar se o Maç.´. é um bom, legitimo e fiel Ir.´.”, e este Irmão deverá ter as respostas respondidas na integra e em memória.
Ø Trolhar (Colher de Pedreiro); É passar a Trolha, tirar as arestas, apaziguar os ânimos quando ele está exaltado entre os Irmãos ou em qualquer outro lugar. Nada tendo a ver com Telhar, Cobrir, Examinar.


segunda-feira, julho 18, 2011

MAI292011

A fraude de Léo Taxil

A Fraude de Taxil de 1890, é provavelmente a mais famosa farsa antimaçônica francesa. Seu autor, Léo Taxil, quis vingar-se da Maçonaria, que foi expulso em 1882 por um caso de plágio.

História

Léo Taxil era o nome de pena de Marie Joseph Gabriel Antoine Jogand-Pagès, que tinha sido anteriormente acusado de difamação a respeito de um livro que escreveu chamado The Secret Loves de Pope Pius IX. Taxil inicialmente chegou a publicar vários livros anticatólicos, que pintaram a hierarquia eclesiástica como hedonista e sádica. Taxil ingressou na Maçonaria em 1881, mas não passou do primeiro grau, sendo expulso dez meses depois, em 1882, por estar envolvido em alguns casos de plágio e difamação.

Em 20 de abril de 1884 o Papa Leão XIII publicou uma encíclica, Humanum Genus, que afirmou que a raça humana foi "separada em duas partes opostas e diversas, das quais uma resolutamente luta pela verdade e a virtude, a outra é daquelas coisas que são contrárias à virtude e à verdade. Uma é o reino de Deus sobre a terra, a saber, a verdadeira Igreja de Jesus Cristo (…) O outro é o reino de Satanás".

Este outro reino dito, ao que se supõe pelo posicionamento do pontífice com relação aos maçons, "levado ou assistido" pela Maçonaria.

Após esta encíclica, Taxil viu, como ele mesmo confessaria mais tarde, uma grande oportunidade para uma brincadeira onde ridicularizaria a Igreja e se vingaria da Maçonaria por te-lo expulsado. Em 1885, Taxil submeteu-se a público, dizendo converter-se ao catolicismo romano, e anunciou a sua intenção de reparar o dano que ele tinha feito para a verdadeira fé. Em seguida, inventou uma ordem maçônica satânica imaginária de nome Palladium, cujo objetivo principal seria de dominar o mundo.

O suposto objetivo de Taxil era denunciar tal ordem, revelando seus segredos e ações à sociedade. Tendo começado por acusar a Maçonaria de ocultar as piores misérias morais e incentivar seus seguidores ao vício, quando não ao assassinato, em seguida, acusou de ser uma seita satânica que dedica seus cultos a Baphomet, nos camarotes dos quais o chefe supremo Albert Pike recebia as suas ordens de Lúcifer em pessoa.

Para tornar a farsa mais credível, Taxil misturou elementos do ritual Maçônico com elementos fantasiosos de sua invenção. Em particular, sobre as várias imagens doravante famosas, reutilizou o símbolo do 18º do Rito Escocês Antigo e Aceito, substituindo o cordeiro pascal [2] pela imagem de Baphomet, uma figura simbólica concebida e divulgada a partir de 1854 pelo ocultista francês Eliphas Levi.

O primeiro livro produzido por Taxil após a sua suposta conversão católica era um quarto-volume da história da Maçonaria, que continha verificações fictícias de uma testemunha da sua participação no satanismo. Com um colaborador que publicou como "Dr. Karl Hacks", escreveu outro livro chamado Devil in the Nineteenth Century, que introduziu um novo personagem, Diana Vaughan, uma suposta descendente do alquimista Rosacruz Thomas Vaughan. O livro continha muitos contos sobre seus supostos encontros com demônios encarnados, um dos quais supostamente escreveu profecias sobre a sua volta com sua cauda, e outro que tocava piano, sob a forma de um crocodilo.

Segundo Taxil, Diana Vaughan teria sido envolvida na maçonaria satânica, mas fora resgatada quando um dia ela professou admiração por Joana d'Arc (ainda não canonizada na época), cujo nome teria posto os demônios em fuga. Declarando co-autoria como Diana Vaughan, Taxil publicou um livro chamado Eucharistic Novena, uma coleção de orações que foram elogiadas pelo Papa.

Leo Taxil convenceu muitos católicos com a sua farsa - tanto que em 1887 foi recebido em audiência pelo Papa Leão XIII, que declarou ser admirador da obra de Taxil, solicitou que ele escrevesse mais livros e passou a financiá-lo.

Continuando a farsa, Taxil alegou que Albert Pike, Grande Comendador do Supremo Conselho de Jurisdição do Sul do Rito Escocês antigo e aceito, era um "Papa Luciferianista", o líder supremo de todos os Maçons do mundo, e que ele admitiu que toda sexta-feira às três horas conferia com o próprio Satanás. Monsenhor Northrop, bispo de Charleston (Carolina do Sul), foi especialmente para Roma, a este respeito a fim de garantir a Leão XIII que os maçons da sua cidade episcopal são pessoas dignas, e seu templo não adornava qualquer estátua de Satanás.

Em 19 de abril de 1897, após dez anos de patrocínio pelo Papa, Taxil chamou uma conferência de imprensa organizada na Sociedade de Geografia (a chamada Conferência de Leo Taxil), na qual confessou que suas revelações sobre os maçons eram fictícias; admitiu que Diana Vaughan não existia, pelo contrário, que o nome tinha sido emprestado de sua secretária; revelou que tal ordem Paládio não existia; explicou detalhadamente os cuidados que teve para criar a e manter a farsa e agradeceu ao clero por sua assistência em dar publicidade às suas alegações selvagens; e afirmou que a sua "brincadeira amigável" teria feito o seu sucesso no tempo do livre-pensamento que iria "Matá-los através de riso." Isso revelou o grau de sua impostura e provocou um escândalo em que a polícia teve que intervir para acalmar e dar assistência e proteção ao autor.

Embora o material produzido por Taxil seja confessamente uma fraude, esse material ainda é utilizado contra maçons até hoje, principalmente pelos fundamentalistas cristãos e antimaçônicos, que associam o Baphomet à Maçonaria e afirmam que a maçonaria é satânica. Um livro foi-lhe consagrado (Le Mystère de Léo Taxil et la vraie Diana Vaughan), publicado em 1930, sob o pseudônimo "Spectator", afirma que Taxil tinha sido manipulado pela Maçonaria para desacreditar a anti-maçonaria.

quinta-feira, julho 14, 2011

A carreira do professor de história

A carreira do professor de história

Rio de Janeiro - Por Carlos Fico
           Muitos cursos de graduação em História privilegiam a formação do pesquisador apesar de a maioria dos estudantes acabar atuando, depois de formados, como professores do ensino fundamental. Existe até mesmo uma percepção preconceituosa de que a pesquisa é a atividade mais nobre e o importante é a produção de conhecimento pelo historiador, a carreira acadêmica, associada ao ensino universitário.
           Assim, é frequente que a “formação pedagógica” seja um responsabilidade específica das faculdades de Educação. Quando eu fiz a graduação, havia o curso de bacharelado, que todos fazíamos, e as disciplinas da Educação, que deviam ser cursadas por quem quisesse fazer a licenciatura. Para tornar-se bacharel em História também era preciso redigir a monografia de bacharelado e, no caso da licenciatura, além das disciplinas da Educação, havia a necessidade de se estagiar em alguma escola. Creio que, na essência, isso pouco mudou.
          Estranhamente, não havia qualquer contato entre a faculdade de Educação e o departamento de História. Era como se nós aprendêssemos um conteúdo histórico a ser ministrado segundo as técnicas ensinadas pela Educação.
          Quando cheguei à faculdade de Educação fiquei muito espantado com o tecnicismo que imperava (estou falando do longínquo ano de 1980). Havia uma disciplina que apenas apresentava as leis sobre o ensino! Desisti da licenciatura quando percebi que aqueles conteúdos eram formalistas e pouco críticos. Eu também não tinha planos de atuar no ensino fundamental, para o qual não me sentia preparado ou vocacionado.
          Creio que a existência dessas duas habilitações, nesses termos, é um equívoco total. Entretanto, a ideia de que o ensino e a pesquisa são indissociáveis não deve encobrir a obviedade de que muitos estudantes de História serão professores e não farão pesquisa em termos estritos. É preciso, portanto, que os departamentos de História assumam, como uma tarefa que lhes é própria, a formação pedagógica. Isso significa, por exemplo, extinguir definitivamente a ideia de “conteúdos históricos” a serem “repassados”.
          No meu currículo ideal para um curso de graduação em História, as disciplinas deveriam basear-se em um tripé que amparasse (a) o debate historiográfico, (b) as reflexões teórico-conceituais pertinentes ao tema e (c) o debate sobre o ensino das questões em pauta. Ou seja, para mim não deveriam existir as tais disciplinas de formação pedagógica e, muito menos, disciplinas obrigatórias como Metodologia da História. Todo professor universitário de História deveria ser capaz de debater o ensino e os aspectos teórico-metodológicos relacionados à sua disciplina. Claro que isso não não impediria a oferta de eletivas específicas sobre teoria, metodologia ou ensino.
          O professor de História do ensino fundamental - no Brasil e em muitos outros países - raramente faz pesquisa (no sentido da produção intelectual de dissertações, teses, livros e artigos de História a partir de fontes primárias). Mesmo que ele tenha interesse nessa atividade, dificilmente haverá tempo para tanto. No Brasil e em outros países que ainda não resolveram o problema do ensino básico e fundamental, as condições materiais – especialmente o salário – também limitam qualquer iniciativa de pesquisa.
         Isso não significa que o futuro professor possa dispensar a formação teórico-conceitual e historiográfica. Muito ao contrário. Nada mais tedioso para crianças e adolescentes do que um professor “conteudista”, que não domine as diversas leituras historiográficas e que não saiba apresentar os “bastidores” (teóricos e  metodológicos) da produção do conhecimento.
       Quando escrevi no Brasil Recente, semana retrasada, sobre a carreira do historiador, alguns leitores viram como elitista a trajetória que descrevi: o bacharelando que passa imediatamente para o mestrado, ingressa no doutorado e só vai tentar seu primeiro emprego depois de se tornar doutor - uma espécie de "bolsista profissional".
       O tema me ocorreu por causa de uma discussão que tive na Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Um dos membros do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior levantou a seguinte questão: como é possível que um doutor, formado em um programa de pós-graduação bem conceituado pela Capes, seja reprovado em um concurso para professor universitário? A Capes, como o próprio nome diz, não investe apenas na formação de pesquisadores. Eu argumentei que nem todo pesquisador é um bom professor, mas não deixa de ser um problema a questão levantada pelo colega do Conselho.
       O ideal seria que todos fôssemos ótimos professores e excelentes pesquisadores. Isso é impossível. Precisamos, ao menos, ficar atentos. O pesquisador deve se preocupar com a divulgação científica e não ter preconceitos em relação ao uso das novas mídias e das redes sociais. Também não deve ter medo de escrever para públicos diferentes: por exemplo, são raros os livros didáticos escritos por historiadores universitários. Do mesmo modo, eu acredito que o professor de História do ensino fundamental somente terá uma atuação realmente crítica desde que saiba destrinchar os meandros (teórico-metodológicos, conceituais e historiográficos) da pesquisa. É nesse sentido que se pode falar em indissociabilidade do ensino e da pesquisa.

sexta-feira, julho 08, 2011

Dos Princípíos Herméticos


OS PRINCÍPIOS HERMÉTICOS
Hermes Trimegisto, o Três Vezes Grande, era considerado pelos Egípcios o Mensageiro dos Deuses, por ter transmitido os ensinamentos a este grande povo da antiguidade e ter implantado a tradição sagrada, os rituais sagrados, e os ensinamentos das artes e ciências em suas Escolas da Sabedoria.
A medicina, a astronomia, a astrologia, a botânica, a agricultura, a geologia, as matemáticas, a música, a arquitetura, a ciência política, tudo isso era ensinado em suas Escolas e em seus livros, que segundo os gregos somavam 42. Entre eles se encontra "O Livro dos Mortos" ou também chamado "O Livro da Saída da Luz".
A Ciência Hermética é baseada em seus ensinamentos e comprova com seus preceitos, que o Grande Hermes veio transmitir para a humanidade uma Sabedoria Divina, até hoje mal compreendida apesar de amplamente comprovada.
A Filosofia Hermética se baseia nos Princípios Herméticos incluídos no livro "O Caibalion" e parece destinada a plantar uma semente de Verdade no coração dos sábios, que perpetuam e transmitem os seus ensinamentos. Em todas as civilizações sempre existiram ouvidos atentos a estes ensinamentos. Como diz o próprio Caibalion:
Em qualquer lugar que se achem os vestígios do Mestre,
Os ouvidos daqueles que estiverem preparados para receber
O seu Ensinamento, se abrirão completamente.
Quando os ouvidos do discípulo estão preparados para ouvir,
Então vêm os lábios para enchê-los de sabedoria".
Porém o Caibalion nos ensina também que:
"Os lábios da Sabedoria estão fechados, exceto aos ouvidos do Entendimento".
O Caibalion nos foi transmitido pela Tradição Hermética e reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas.
A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Qabala, ou Qibul, ou Qibal, que significa tradição.
No antigo Egito foi estabelecida a maior das Lojas dos Místicos e pelas portas de seus Templos entraram os Neófitos que, mais tarde, como Hierofantes, Adeptos e Mestres, se espalharam por todas as partes da terra, levando consigo o precioso conhecimento que possuíam para ensiná-los àqueles que estivessem preparados para compreendê-lo.
Em nossos dias o termo ‘hermético’ significa secreto, fechado de tal maneira que nada escapa, significando que os discípulos de Hermes sempre observavam o princípio do segredo nos seus preceitos. Os antigos instrutores pediam este segredo mas nunca desejaram que os preceitos não fossem transmitidos.
Não instituíram uma religião, de forma que estes princípios pudessem ser aproveitados por todas mas não pertencessem a nenhum credo. De fato, os ‘Princípios Herméticos’ são baseados nas Leis da Natureza, e como tais pertencem somente à Ordem Divina.
‘As doutrinas sempre foram transmitidas de ‘Mestre à Discípulo’, de Iniciado à Hierofante, dos lábios aos ouvidos. Ainda que esteja escrita em toda parte, foi propositalmente velada com termos de alquimia e astrologia, de modo que só os que possuem a chave podem-na ler bem.’ (O Caibálion).
Os Sete Princípios em que se baseia a Filosofia Hermética são os seguintes:
I – O princípio de Mentalismo
II – O princípio de Correspondência
III – O princípio de Vibração
IV – O princípio de Polaridade
V – O princípio de Ritmo
VI – O princípio de Causa e Efeito
VII – O princípio de Gênero

O primeiro Princípio é o Principio do Mentalismo
"O TODO é MENTE; o Universo é Mental"
Tudo e todos que existem de visível ou oculto funcionam porque fazem parte de um todo. Tudo faz parte da criação de uma mente onipresente, tudo faz parte de um poder total.
Este é sem dúvida o mais importante de todos os princípios já que nele estão contidos todos os outros. O TODO (ou seja a realidade que se oculta em todas as manifestações de nosso universo material) é Espírito, é Incognoscível e Indefinível em si mesmo, mas pode ser considerado como uma Mente Vivente Infinita Universal.
"Compreendendo a verdade da Natureza Mental do nosso Universo o discípulo estará bem avançado no Caminho do Domínio", escreveu um velho mestre do Hermetismo. Estas palavras continuam atuais e verdadeiras e são a chave para a nossa compreensão das regras e Leis que regem nosso Universo material.
Observaremos que, se o Universo é Mental e nós existimos na Mente do Todo, como tais, nós somos seres mentais e criamos com a nossa mente, à imagem e semelhança do Todo, conforme explica o Segundo Princípio.

O segundo Princípio Hermético é o Princípio da Correspondência
"O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima".
Assim como é em cima, é embaixo. Como é embaixo, assim é em cima. A característica de um corresponde, de certa forma, com a característica de outro, ou vice-versa.
A compreensão deste princípio nos ajuda a explicar todos os fenômenos da natureza e compreender a própria existência da vida. Os segredos da Natureza se tornam claros aos olhos do estudante que compreender este princípio chave, aplicado à manifestação universal e que explica os diversos planos do universo material, mental e espiritual.
Este é um dos mais importantes princípios e é aplicado na Astrologia e na Alquimia, verdadeiras Ciências de Iniciados, a primeira praticamente desprezada e a segunda quase esquecida. O Princípio da Correspondência habilita o homem inteligente a raciocinar do Conhecido ao Desconhecido ou vice-versa. "Estudando a Mônada, ele chega a conhecer o Arcanjo", diz o Caibalion.

O terceiro Princípio é o Princípio da Vibração
"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra"
Nada nesse mundo esta em repouso, tudo esta em constante movimento. Tudo tem a sua infinita vibração, embora algumas coisas pareçam estar em repouso, na verdade estão dentro de um Universo que não para de vibrar.
Este princípio nos explica que tudo, em nosso Universo, está em constante movimento, isto é, em constante evolução. Este princípio é facilmente compreensível pois a ciência moderna já o confirmou através de suas observações e descobertas.
Ele explica que as diferenças entre as diversas manifestações de Matéria, Energia, Mente e Espírito, resultam das ordens variáveis de Vibração. "Desde O TODO, que é puro Espírito, até a forma mais grosseira de Matéria, tudo está em vibração. Quanto mais elevada for a vibração, tanto mais elevada será a posição na escala". (O Caibalion).
Nas extremidades inferiores da escala estão as vibrações mais grosseiras da matéria, que parecem estar paradas. Ao elevarmos nosso espírito, nos campos de vibração mais sutis, entramos em sintonia com O TODO e com a Mente Superior, recebendo assim os benefícios dela emanados. Só os Mestres conseguem aplicar corretamente este Princípio de Vibração, conquistando assim os fenômenos da natureza. "Aquele que compreende o princípio de Vibração alcançou o Cetro do Poder", disse um antigo Mestre.

O quarto Princípio é o Princípio de Polaridade
"Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados"
Tudo tem o seu pólo oposto para o perfeito equilíbrio e funcionamento contínuo do ciclo do universo. Somente os lados opostos uns aos outros conseguem se unir, transformando-se em uma parte do conjunto do universo.
Este Princípio é bastante simples e ao mesmo tempo complexo, e contém o axioma hermético dos opostos, ou seja dos pólos que regem toda a vida manifestada tal como nós a conhecemos. O princípio de Polaridade explica, por exemplo, que Luz e Obscuridade são a mesma coisa, manifestada em variações e graus diferentes.
Explica também que o Amor e o Ódio são dois estados mentais em aparência totalmente diferentes mas em realidade iguais pois exprimem somente o mesmo sentimento em graus diferentes. E o melhor de tudo isto é que, no caso da mente, podemos modificar as coisas se dominarmos a nossa própria mente, mudando a sua vibração, através da Arte da Transmutação Mental.
Com o profundo conhecimento deste princípio o estudante poderá modificar a sua própria Polaridade, assim como a dos outros, transformando Ódio em Amor, Raiva em Perdão, Tristeza em Alegria.

O quinto Princípio Hermético é o Princípio de Ritmo
"Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação"
As coisas estão sempre em constante movimento e esta lei explica o ritmo desses movimentos. É através da seqüência circula repetida de um mesmo movimento o caminho que se compõem o resultado da transformação.
Ao analisarmos este princípio temos que compreender que o Universo da forma como nós o conhecemos é influenciado por este constante fluxo e refluxo, por este movimento de atração e repulsão, que o torna tão complexo e ao mesmo tempo tão perfeito. Esta lei se manifesta em todas as coisas materiais e também nos estados mentais do Homem.
Os Hermetistas compreendem este Princípio, reconhecendo a sua aplicação universal e com os profundos estudos e com o domínio da mente, conseguem dominar os seus efeitos aplicando a Lei mental de Neutralização. Porém, o simples observar desta Lei em aplicação na Natureza nos ajuda a melhor enfrentar as vicissitudes da vida, acompanhando o seu fluxo e refluxo e tentando neutralizar a Oscilação Rítmica pendular que tenta nos arrastar para um ou para outro pólo.

O sexto Princípio Hermético é o Princípio de Causa e Efeito
"Toda a Causa tem seu Efeito, todo o Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei"
Nada no mundo acontece por acaso, tudo tem sua causa, e essa causa é o efeito de outra causa, e assim por diante, é uma cadeia circular infinita de causas e conseqüências.
Neste princípio existe a verdade de que há uma Causa para todo o Efeito e um Efeito para toda a Causa. E O Caibalion nos ensina também que nada acontece sem uma razão, mesmo se nós a desconhecemos, pois tudo é dominado pela Lei. Para nos elevarmos acima da Lei de Causa e Efeito é necessário muito estudo, muita meditação e a compreensão profunda de todos os Princípios Herméticos que fazem do Iniciado um Verdadeiro Mago.
As massas do povo são levadas para frente, seguindo os desejos e vontades dos outros, do coletivo onde as causas exteriores se tornam mais importantes do que a vontade própria. O verdadeiro Iniciado deve elevar-se acima da massa, exercitando a sua Vontade para poder exercer o seu Livre Arbítrio. Para escaparmos desta Lei, que nos ata às sucessivas re-encarnações, devemos antes de mais nada controlar nossa mente e nossos atos para superarmos a casualidade.

O sétimo Princípio é o Princípio do Gênero
"O Gênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos"
Tudo e todos têm seu lado feminino e masculino. É assim que o Universo é formado. Masculino possui Feminino e vice-versa. O termo chinês yin-yang considera essa idéia a base para o equilíbrio, tanto em sua característica criativa como objetiva. O nosso anima (poder feminino) e o animus (poder masculino) devem estar sempre em harmonia.
Estudando este princípio, que nos lembra o princípio de Polaridade, percebemos que o gênero é manifestado em tudo e que o princípio feminino e masculino estão sempre presentes, seja no plano físico que no plano mental e espiritual. No plano físico este Princípio se manifesta como sexo, e nos planos superiores ele tem outras formas de manifestação, mas se mantém igual.
Assim, podemos dizer que todas as coisas manifestadas no gênero masculino possuem também um gênero feminino, e todas as coisas do gênero feminino contém também um gênero masculino. Compreendemos assim que não necessitamos da busca do outro princípio pois tudo está imanente em nós, manifestado na forma do gênero. A compreensão deste princípio nos leva à plenitude e à realização interior.

CONCLUSÃO
Estes Princípios Herméticos, são aplicados pelo Astrólogo, pelo Tarólogo, pelo Homeopata, pelo Terapeuta Floral, pelo Grafólogo e, principalmente pelo Iniciado, enfim, por todos aqueles que sabem que o Homem faz parte do TODO e como tal não pode estar se não intimamente ligado a este, através de suas Leis Universais.
Ao olharmos o Homem como um Todo harmônico, podemos compreender as razões que o levam à desarmonia, que se manifesta através das doenças físicas ou mentais, dos acidentes e infortúnios, e tentar ‘curá-lo’ proporcionando-lhe assim a chance de um crescimento no âmbito espiritual.
Sem estes Princípios, as ciências chamadas "alternativas" seriam meros exercícios de ‘curandeirismo’. No entanto, sob os Princípios das Leis Herméticas, tudo se torna claro e transparente às mentes mais esclarecidas.
¨O Inferno é vazio, e todos os demônios estão aqui. ¨ (Gaiman e Pratchett)