quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Assunto: O nível cultural da Maçonaria
NÃO SE OFENDAM,
 O presente trabalho será lido por uma minoria de irmãos que cultivam o hábito pela leitura, mas se essa minoria o divulgar nas Lojas poderá estar prestando um grande serviço em defesa da nossa Sublime Instituição.
Tenho verificado que a cultura na Maçonaria está muito aquém. O quadro é simplesmente desolador. O maçom em geral tem, em média poucos anos de estudo, não lê, não estuda e nada sabe. E o que tem esse fato a ver com a Maçonaria? Tudo! Não é possível realizar novos progressos sem o auxílio da cultura e do saber.
O 1º grau, há 40 anos atrás, dava ao cidadão uma base de cultura geral muito maior do que a de hoje e a culpa de tal retrocesso é, exclusivamente, do vergonhoso e criminoso sistema educacional que, paulatinamente, foi implantado no país e, evidentemente, dentro da própria Maçonaria. No 1º grau de hoje o estudante ainda é um semi-analfabeto que não sabe sequer cantar o Hino Nacional, que há muito foi expulso das escolas.
O maçom não gosta de ler. A afirmativa é absolutamente VERDADEIRAHá uma mínima parte do povo que ama a leitura, outra, um pouco maior, que a detesta e a esmagadora maioria nem sabe que ela existe, e a Maçonaria é formada por homens vindos do povo.
Em todos os rituais maçônicos, fala‑se nas sete ciências que formavam a sabedoria dos antigos, composta pela Gramática, Retórica, Lógica, Aritmética, Geometria, Música e Astronomia. Quem só com apenas o 1º grau tem o mínimo de conhecimento sobre tais ciências? Com exceção de alguns rudimentos de Gramática e de Matemática, ninguém!
O mundo moderno não é mais composto por sete ciências; as ciências se multiplicaram infinitamente: Física, Química, Engenharia, Geografia, Medicina, Sociologia, Filosofia, História, etc., cada uma delas com infinitas especialidades e ramificações, cada vez mais avançando nos campos das descobertas, pesquisas e realizações enquanto o maçom ficou estacionado no atual 3, 1º grauEIS O GRANDE PROBLEMA.
Hoje, com raríssimas e merecidas exceções, chega‑se a Mestre Maçom entre seis meses a um ano e meio; ao Grau 33, entre três e quatro anos. Chega‑se a Mestre e ao Grau 33 sem se sair do 1º grau. O dicionário de Aurélio Buarque de Holanda define: “MESTRE – homem que ensina; professor; o que é perito em uma ciência ou arte; homem de muito saber”.
Será que está acontecendo alguma coisa errada?
Para quem deseja subir nos graus da Maçonaria é exigido um trabalho escrito (muitas vezes meramente copiado, sem pretensão de aprender) e as taxas de elevação (que geralmente são caríssimas). Só isto, nada mais do que isto e... tome‑lhe grau por cima de grau, sem o mínimo avanço cultural. Mas, em compensação, os aventais, colares e medalhas na subida dos graus vão ficando mais caros, mais bordados, mais coloridos e mais vistosos. E lá vai o nosso maçom falando em “beneficência”, “filosofismo”, “Pedra Bruta”, “Pedra Polida”, “Espada Flamejante”, “Câmara de Reflexões”, etc... E para completar o FEBEAMA (Festival de Besteiras que Assola a Maçonaria) diz, por ter ouvido dizer, que a Maçonaria é milenar.
Diz um provérbio popular que “NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE”. Como pode esperar a Maçonaria que seus Mestres Maçons, seus componentes dos Altos Corpos Filosóficos, sejam bons transmissores de suas doutrinas, histórias e conhecimentos se... nada sabem?
A Maçonaria é antes de tudo um vasto conjunto de ciências políticas, históricas, geográficas e sócio‑econômicas adquiridas ao longo dos séculos. É simbolismo e filosofia pura, é ciência humana no seu mais Alto Grau. Como pode uma pessoa sem interesse pelo estudo adquirir e transmitir tantos conhecimentos? Só se for por um milagre!
Como pode, apenas com boas intenções, um leigo ensinar medicina para médicos, leis para juízes, aviação para um futuro piloto, engenharia para um futuro engenheiro, Maçonaria para um futuro Maçom?
Tiro por mim que já li quase uma centena de livros e que tenho mais como prazer do que por obrigação dedicar pelo menos meia hora por dia aos estudos maçônicos e outras literaturas de interesse para o meu aperfeiçoamento espiritual, cultural e profissional. E ainda não me considero um “EXPERT”. Reconheço, com toda humildade, que ainda tenho muito que aprender, e tenho o 3º grau completo. Como pode uma pessoa sem cultura estudar e pesquisar as Lendas do Rei Salomão, Hiran Abiff, Rainha de Sabá, Cabala, entre tantos, sem conhecer História Antiga? Como podem entender a gama de conhecimentos contidos na Constituição de Anderson, Landmarks, Ritos, Painéis, entre outros assuntos totalmente desconhecidos donosso Mestre Maçom e de uma grande parte daqueles que alcançaram o “TOPO DA PIRÂMIDE” e que se consideram com direito a cadeira cativa no Oriente para que seu “PROFUNDO SABER E CONHECIMENTO MAÇÔNICO POSSA ILUMINAR” as colunas.
A verdade costuma ser brutal mas, infelizmente, esta é a pura realidade que precisa de muitos com coragem para dizer.
O Maçom que estuda e pesquisa pode ser o “O SOL DA CULTURA”, talvez nem seja o vaga‑lume que só tem sua luz notada nas trevas mas, com certeza, é o espelho que poderá transmitir a Luz do Sol ou pelo menos a do vagalume.
A Maçonaria, composta de homens livres e de bons costumes e de boa cultura, obviamente, será muito melhor.
No século XVII ela era composta pelos iluministas, no século XIX, no Império Brasileiro era composta da nata intelectual da nação e hoje... sem comentários.
Uma sociedade, um país, é preparado primordialmente pelo sistema educacional e cultura que consegue adquirir e seria muito bom começarmos a preparar a Maçonaria, pelo menos em nossas Lojas, para o Terceiro Milênio, com pessoas um pouco mais cultas.
 TFA
.’. JOÃO CARLOS


Hoje infelizmente trago à baila um tema que me causa algum amargo de boca, daqueles amargos criados por um qualquer espinho purulento que se possa ter na garganta...

Seja por mesquinhez humana, seja meramente por curiosidade ou simples voyerismo sobre o que se passa na vida de outrem, os tugas são uns “cuscos” por natureza…

A curiosidade sobre a forma de como o seu amigo, vizinho ou colega de trabalho vive ou age, geralmente faz parte do imaginário coletivo do povo português.

Saber o que aqueles fazem nas suas vidas, nas suas profissões, quais as  suas amizades, os seus gostos e “desgostos”, levaram a que as redes sociais crescessem de forma exponencial ao longo dos últimos anos e não apenas em Portugal, mas no resto do mundo também.

Quantos de nós aderiu ou  ainda pertence a uma rede deste tipo?
Quantos de nós fomenta e desenvolve a suas amizades e conhecimentos nestas redes sociais?

Uns porque querem de facto interagir com os seus amigos, outros apenas por quererem conhecer a vida que essas pessoas levam…

Como seres humanos, somos competitivos por natureza - essa faceta animal está intrincada no nosso ADN - e isso leva-nos a comparar o que fazemos com o que os outros fazem.

E algumas vezes nessa “competição”, a comparação entre estilos de vida é geralmente o que mais acontece. Saber que alguém tem uma vida “melhor” ou “pior” que a sua, para alguns, é o que de mais  gratificante têm na sua vida, o que só demonstra a sua pequenez de espírito.

E quando esta curiosidade abrange não exclusivamente os conhecidos, mas que se alarga a outras pessoas, sendo estas personalidades conhecidas na sociedade, tal propicia a existência de um “género literário” que tem vários seguidores não só em Portugal como também por esse mundo fora. Geralmente tal é designado por literatura “cor-de-rosa”, até porque habitualmente quem seriam os maiores consumidores deste género literário eram as mulheres. Coisa que está a mudar na atualidade.

Quem não costuma folhear algumas páginas deste tipo de revistas? 
Nem que seja meramente para ajudar a passar o tempo de espera num consultório médico ou numa paragem de autocarro? Mesmo que não seja necessariamente para cuscar sobre a vida de alguém…

Mas não é particularmente sobre este género literário que eu quero elucubrar, mas sobre outro género, o do tipo informativo. Daquele que serve mesmo para informar e não o contrário.

Assim, durante a passada semana, uma publicação supostamente mediática e de cariz hipoteticamente informativo – será?! - com um título suis generis de  dia da semana e que curiosamente nem sequer é publicada nesse dia cujo o nome enverga, - opção editorial ou marketing, quiçá?- voltou à carga com o tema Maçonaria e a vida interna das principais Obediências do nosso país, nomeadamente a GLLP/GLRP da qual faço parte, e logo como manchete principal e como sendo o tema capa de revista.

Naturalmente que neste texto, bem como em outro qualquer, apenas posso expressar a minha opinião, sendo apenas por ela que sou responsável. 
Sou um cidadão adulto e livre, mas acima de tudo cumpridor das regras cívicas e das leis do meu país.
E como tal, se tenho deveres a cumprir, também por sua vez, terei direitos que me são adstritos. 
E um deles é o direito a associar-me e a reunir-me com quem eu bem entender, desde que tal não seja criminalmente punível. 
E a expressar o que por bem eu entender, desde que tal não ofenda ou comprometa o bom nome de algo ou de alguém.

E se falei assim anteriormente, é porque quero que fique inculcado na mente de quem me lê, o que eu penso e sinto sobre este assunto em particular.

E uma vez que, sendo reconhecido como maçom e principalmente porque faço parte da Maçonaria Regular, - apenas posso falar daquilo que vivencio -, sei que nada se passa no seu interior que atente a nossa república nem a nossa democracia legitimamente eleita. Até porque tal nunca poderia ocorrer, porque qualquer Obediência Regular compromete-se em honrar e respeitar as regras do país onde se insira, bem como os maçons seus filiados, juram sempre submeter-se às leis desse país em concreto. E nem o poderiam de fazer de outra forma, pois antes de serem maçons, são cidadãos, tal como os outros, com as mesmas obrigações e direitos. 
Nem acima nem abaixo, mas ao mesmo nível…

Logo, porque “carga de água” é assim tão importante saber o que se faz no interior de uma Loja Maçónica?

Não vou rebater esta questão com  os habituais argumentos e que são já por demais conhecidos, mas vou salientar principalmente o caso do voyerismo sobre a vida particular de alguém.

Não temos todos nós direito à nossa privacidade e a respeitar também o direito à privacidade dos nossos pares?
Não incorreremos nós em alguma forma de crime por usurpar esse direito a alguém?

O direito à privacidade é algo do mais importante que um ser humano poderá ter, e inclusive está resguardado na nossa Constituição da República no seu Artigo 26º, Ponto 1.

Alguém poder fazer na sua intimidade o que entender, partilhar a sua vida com quem bem entender, é algo que não deve estar dependente da curiosidade de ninguém.

Por isso, qualquer coisa que se faça na nossa intimidade/privacidade, será apenas do nosso entendimento. Nós é que sabemos se queremos tornar público ou não o que fazemos. Quem se quer resguardar, tem sempre essa possibilidade e esse direito.

Quantos de nós, reserva apenas para si, para a sua família ou para as suas amizades o que faz?
Quantos de nós também poderá ter uma vida pública, e por isso estar menos resguardado, mas que tal, foi uma decisão que tomou, uma opção que fez?!
Muitos com certeza. 
Mas muitos também optaram por manter a sua vida “secreta”.

Por isso, o secretismo ou a discrição em relação a algo, não deveria comprometer quem desta forma prefere viver.

Porque será que quando não sabemos o que alguém faz, ocorre-nos a ideia que estará a fazer algo de errado ou a conspirar?
Apenas porque não conhecemos a sua vida? 
E com que direito temos, para conhecer a sua vida? Se não fomos escolhidos ou convidados para tal?

É sobre isto que interessa refletir.

Os maçons não são melhores nem piores que os outros cidadãos, membros ou não de associações conhecidas ou que não integrem até sequer qualquer associação.

O que os maçons tentam fazer é melhorar a sua vida através de uma via espiritual, num contexto iniciático, por forma a que leve em ultima instância a um progresso geral social e ao seu aperfeiçoamento pessoal em concreto. E isto não tem nada de mais.

Se o maçom cumpre determinado ritual ou ritualística inerente à prossecução deste seu caminho, tal apenas lhe diz respeito a si mesmo.
O que interessa saber se faz este ou aquele gesto, se tem esta ou aquela postura corporal? Se apenas a quem o pratica, é importante o conhecer?!

Para mera cultura geral, será?! E porquê? 
Que vantagens esse conhecimento trará a quem tem acesso de forma incorreta a esses conhecimentos? 
Apenas conhecer, será?! Porque nada poderá fazer com eles…

Comparo isso à situação de estarmos com fome e termos diante de nós uma mesa farta e que estamos impedidos de lhe aceder. Sabemos que os alimentos estão lá, mas não os poderemos saborear. E é isto que acontece a quem acede a conhecimentos que não lhe dizem diretamente respeito. Conhecem, mas não compreendem nem tiram partido disso. São conhecimentos vazios de conteúdo e de sensação.

E mais uma vez, volto eu à carga

Porque é assim tão importante saber o que os maçons fazem?

Terão de reunir de porta aberta? E porquê? Com que motivo? Se nada de errado estarão a fazer?

Pode acontecer por vezes, e não estou a assumir que tal assim seja ou que ocorra, que certos desentendimentos possam existir. Somos seres humanos e nem sempre concordamos ou gostamos das atitudes que outros possam ter para connosco. E ter atitudes menos próprias e menos nobres poderão ocorrer por isso. 
O que é importante fazer é tentar evitar tais comportamentos através do uso do diálogo e de uma sempre presente tolerância e sensatez.

- Não somos robots, logo somos feitos de carne e sentimentos...-

Mas questiono, terão essas situações de vir ao conhecimento do público?
Qual será a sua relevância?

Quando nos chateamos com amigos e colegas, também vamos a correr por a “boca no trombone”? 
Vamos informar meio mundo que aconteceu isto ou aquilo
Não resguardamos essas situações para a nossa privacidade?

Então porque teriam de os maçons, nos seus hipotéticos desentendimentos, agir dessa forma?
E qual o interesse real que tal teria para a comunidade? Senão apenas por mera cusquice ou exibicionismo?!

Mas o pior que eu considero que sucede, é que exista gente que aufira algo com essas situações. Quando violar a privacidade de alguém se torna numa fonte de rendimento.

Naturalmente que não critico quem trabalha honestamente nem qual seja a sua fonte de rendimento, desde que justa e honesta, mas também não posso deixar de criticar quem à conta da vida privada de outrem, governa a sua vida. 
Será tal legítimo?!

E quando essa forma de trabalhar, menos válida no meu entender, tenta criar a ideia na generalidade das pessoas de que quem se resguarda da vida pública e que se reúne discretamente, que conspira, que corrompe, que age de forma deliberadamente imprópria ou com uma conduta marginal, para mim, roça quase a criminalidade. 
Até porque quem trabalha desta forma, com as assumpções que faz, impregna na mente da generalidade das pessoas de que quem se resguarda, independentemente de ser um grupo de pessoas ou uma somente, estará a fazer algo de errado. O que nem sempre é a verdade!

O problema é que estes temas do secreto e do discreto vendem… E por venderem, existe sempre alguém interessado em comprar… Independentemente de comprar “gato por lebre” ou da legitimidade com que tal lhe é dado a conhecer.

E uma vez que tal é recorrente, seria interessante a quem assim o faz, fazer a devida reflexão se a sua atitude é a mais correta ou se o fator-dinheiro é  mais importante que a dignidade e a privacidade do ser humano.
Para mais, quando repisa constantemente sobre os mesmos assuntos, muitos dos quais nem sempre corretos  ou verdadeiros. 
E resguardarem-se na sombra das fontes também não será a melhor atitude. Até porque com esse argumento poderão especular o que quiserem e sobre o que quiserem, com as consequências que conhecemos para as personalidades cujos nomes possam ser referidos. 
Até porque existe gente que poderá ser prejudicada na sua vida profissional ou no seu seio familiar por apenas ter o seu nome referido ou associado a algo, mesmo que tal não seja verídico.

 - As piores condenações são geralmente as que são feitas na "praça pública" e bem sabemos que nem sempre serão  julgamentos corretos ou assertivos -.

Não me importa se o assunto é um tema importante ou não, o que me interessa de facto é saber se a obtenção da (provável) informação foi obtida com o consentimento do interveniente e se a mesma é a verdadeira. Isso sim é que é relevante!
Para além de que uma informação argumentada pelo próprio interveniente terá sempre um valor que não teria se a informação fosse simplesmente especulada ou contendo alguma subjetividade relativa.

É por isso que creio que na maioria das vezes em que o tema “Maçonaria” vem à baila do conhecimento público, será quase sempre por algo que não tem interesse para a comunidade, mas apenas com o sentido de se “vender manchetes” e de se obter receitas à custa da vida particular de outrem.
Assim, continuo sem perceber se é por mera curiosidade, se por voyerismo ou se por algum requinte de malvadez, este tipo de atitude persecutória que alguns supostamente informantes terão.
Sei é que se não houvessem determinados curiosos, não haveria lugar para tanta (des)informação…
SESSÃO DE FUNERAL
PEDRA DE CONSTRUÇÃO: “MORTE E IMORTALIDADE NO SENTIDO MAÇÔNICO”.


Meu Ir.:, depois de todas as informações, considerações e questionamentos que serão  necessários para justificar a nossa posição com relação aos assuntos em questão, inclusive, muito polêmicos entre as diferentes crenças dos homens, e, como a Maçonaria permite aos Maçons expressarem livremente seus pensamentos e idéias, sem quaisquer discussões e/ou imposições sobre quem está com a verdade, peço antecipadamente perdão ao Ir.: que se sentirem ofendidos com eles, porém, é meu desejo apenas que a minha experiência de vida, e, da qual tenho plena convicção, expressa através destas palavras e opiniões, sejam analisadas sem quaisquer preconceitos e, estarei inteiramente satisfeito se pelo menos algumas partes desta Obra Arquitetônica, produzida com muito cuidado, sinceridade, carinho, amor e atenção, forem úteis trazendo alguns questionamentos e/ou acrescentando alguns benefícios em suas experiências de vida. 
Em minha opinião, Morte e Imortalidade são assuntos muito interessantes e concretos, que possuem um único sentido tanto no Mundo Maçônico quanto no Mundo Profano, porque se tratam de realidades divinas ao qual o homem está submetido e não pode modificá-las ao seu bel prazer.
Para se entender a minha posição com relação ao assunto Morte e Imortalidade, há que se ter um mínimo de noções básicas sobre a história do homem, desde o princípio como um ser primitivo até hoje com a conquista de uma grande evolução em todos os campos da sua vida; Da função e significado do planeta terra com relação ao universo e aos diferentes mundos que ele contém; Da sua missão como habitante deste planeta; Das causas e origens dos seus sofrimentos; De como atua a Sagrada Lei Divina; Da relação existente entre a “morte” que convencionamos chamar final com o nascimento que é o início da vida do corpo físico de um ser humano; De alguns ensinamentos da Sagrada Escritura, etc.
Independentemente de qualquer crença, todos devem concordar de que o homem foi criado à imagem e semelhança do Pai Superior, oG.: A.: D.: U.:, porque assim diz a Sagrada Escritura e, diz também, que o nosso Deus é único e imortal e, por isso mesmo, nós os seus filhos, a começar pelo Grande Irmão e Mestre Jesus Cristo, somos também imortais. A diferença reside em que Deus possui a perfeição infinita, absoluta e o domínio sobre todas as coisas, enquanto nós, com os maiores sacrifícios e esforços possíveis, podemos obter apenas uma perfeição relativa e parcial das coisas, para qual saberemos entendê-la e bem aplicá-la em nossas vidas de acordo com nossas próprias convicções, e, por isso mesmo, com relação à perfeição temos de ser realistas e almejar apenas a excelência em todos os nossos atos, não o impossível que é a perfeição absoluta. Se, à Criatura fosse dada a perfeição absoluta do Criador, ela o igualaria, o que é completamente inadmissível em quaisquer circunstâncias da vida, pois, até hoje faltam amor, fraternidade, misericórdia, humildade, compreensão, indulgência, respeito, solidariedade, tolerância, perdão e benevolência entre os homens e, certamente, provocaria o maior desastre com essa pseudopossibilidade.
Por isso mesmo, no início da implantação do Cristianismo e devido à incapacidade dos seres humanos da época compreender e serem convencidos de toda a verdade somente através de palavras, sobre a Perfeição Absoluta do Pai CriadorELE se limitou a apresentá-los na prática um Modelo de Perfeição Absoluta, o Irmão e Mestre Jesus Cristo para demonstrar como eles deveriam proceder e pedir que a humanidade se esforçasse para atingi-lo.
Para melhores esclarecimentos, vejamos as seguintes informações, considerações e questionamentos:
O progresso da humanidade é uma das principais leis impostas pela Santa Natureza. Todos os seres do Criador, animados ou inanimados, ou seja, animais ou vegetais estão submetidos a ela pela extrema bondade do G.: A.: D.: U.:, cujo desejo é que tudo se desenvolva, engrandeça e prospere gradual e continuamente, como uma perfeita engrenagem, sincronizada e  harmônica, cada qual cumprindo bem a tarefa que lhe for exigida, tal qual o funcionamento perfeito dos organismos da obra mais completa que ELE produziu,o homem, onde as atividades de cada minúscula célula, das milhares existentes, têm a mesma importância de todos os demais macro-organismos e, são igualmente responsáveis para manter a cadência adequada e o ritmo harmonioso das atividades desenvolvidas por essa perfeita máquina.
Por outro lado, em nossa convivência diária a própria destruição de vidas humanas, animais e vegetais através de catástrofes produzidas pela natureza e/ou pelos próprios homens, acidentes e outros mais, que parecem aos nossos olhos um limite final para tudo, é apenas uma forma para se chegar por meio da transformação a um estado de maior perfeição no progresso da espécie humana, como prescreve a “Sagrada Escritura” quando diz “que tudo morre para renascer e nada volta para o nada”, e, por isso mesmo, todos devem concordar também com o Físico Lavoisier quando afirmou: “Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Na medida em que os seres vivos progridem moral e intelectualmente, os mundos que eles habitam devem progredir materialmente.
Mas, que mundos são estes?
Segundo Allan Kardec, quando o filho exemplar do G.: A.: D.: U.: disse: “Há muitas moradas na casa do meu Pai”, Ele quis dizer que a casa do Pai é o universo e as diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos espíritos que neles vivem as moradas apropriadas ao seu adiantamento moral, intelectual e espiritual. Independentemente da variedade dos mundos, estas palavras também podem ser traduzidas como o estado feliz ou infeliz do espírito na erraticidade (período de tempo em que o espírito se encontra entre uma e outra reencarnação).
Os espíritos culpados e maus perambulam sem destino nas trevas, atormentados de remorsos e lamentações, muitas vezes sós, sem consolação, separados dos objetos de suas afeições (normalmente são materialistas), padecem torturados pelos sofrimentos morais, enquanto que os justos desfrutam de uma claridade resplandecente e do sublime espetáculo do infinito, reunidos aos que amam, gozam das doçuras de uma indescritível felicidade. Por isso mesmo, dependendo do grau de seu progresso moral, cada espírito vai para uma morada adequada em mundos diferentes, embora neles não sejam nem delimitadas as suas fronteiras, nem localizadas geograficamente as suas áreas.     
Sabemos que na sua origem, o G.: A.: D.: U.: deu ao homem um corpo físico e um espírito para equilíbrio de suas ações, e naquela época, a do mundo inferior ou primitivo, ele possuía a forma humana, mas sem nenhuma beleza, uma natureza pródiga e os seus instintos que ainda não continha nenhum sentimento de delicadeza ou de benevolência, nem noções de justiça ou de injustiça, apenas a força bruta era sua única lei e passava a vida atuando na defesa do grupo familiar contra outros homens e animais selvagens; saciando a fome e a sede através da caça de pequenos animais e a procura da água; abrigar-se em cavernas e rachaduras de pedras para se proteger das intempéries produzidas pela natureza e outros mais, e por isso mesmo, corpo e espírito se encontravam no ponto de partida e o homem, ainda em estado selvagem, pronto a participar do grande projeto de Deus que é a sagrada missão de progredir e evoluir material, moral, intelectual e espiritualmente com muita paz e harmonia, tendo ainda de maior importância, recebido do G.: A.: D.: U.: a inteligência para diferenciá-lo de outros animais. Com a semente da inteligência plantada no seu interior, o homem conseguiu produzir outros tipos de armadilhas e armamentos mais precisos e poderosos os quais se permitia caçar animais maiores e melhor se defender de ataques de outras tribos. Mais tarde, embora inicialmente nômade, aprendeu a construir sua própria moradia, produzir melhores alimentos e reunir-se em sociedade, e, com a descoberta do fogo, das ciências físicas e matemáticas, da eletricidade, dos telescópios e microscópios, dos modernos meios de telecomunicação, informática, com progressos na área médica e outras mais, houve um enorme surto de progresso na sua vida, até atingir em dias de hoje, a grande evolução em todos os campos do desenvolvimento humano e social, só se esquecendo, porém, da necessidade imprescindível e constante de preservar a mãe natureza, fonte de toda sua riqueza e progresso e, também, dos bons princípios morais e espirituais, e cujos resultados vêm causando conseqüências catastróficas na terra e atos repulsivos para a sociedade em geral, principalmente no Brasil, onde a corrupção e a falta de caráter e bom senso daqueles que deveriam servir como exemplos, envergonham e entristecem a maioria que pugnam pela moral e pela ética.
Como a inteligência do homem se desenvolveu lenta e gradualmente, até chegar à grande explosão de conhecimentos a que hoje vivenciamos?
O que nos explica o nascimento de um grande número de seres humanos superdotados e com enormes bagagens de conhecimentos sobre assuntos diversos, como os das ciências físicas e matemáticas, musical, na cultura em geral, no domínio de diversas línguas estrangeiras e de conteúdos educacionais em níveis elevados, sem nunca terem passados desde os seus nascimentos numa sala de aula apropriada para isto, nos assuntos, inclusive sobre os quais o homem atual com enormes e avançados recursos disponíveis e grande progresso ainda não tem explicações plausíveis?
Com todos esses fatos por nós testemunhados, seria zombar da Sabedoria, Onipotência, Inteligência e Benevolência Divina, se acreditássemos que hoje, para cada ser humano nascido no mundo, o G.: A.: D.: U.: lhe enviasse um espírito novinho em folha, imaculado, como foi no princípio dos tempos e prontinho para iniciar tudo de novo.
Pelo contrário, seria um retrocesso ao progresso e ao desenvolvimento da humanidade, pois esses novos espíritos não teriam as bagagens de importantes conhecimentos adquiridos anteriormente e necessários para dar continuidade e alavancar o crescimento material, moral, intelectual e espiritual do ser humano, ou seja, para cumprir gradual e continuamente a sua missão principal que é de contribuir com o progresso do universo. E também, se assim acreditássemos, porque haveria a necessidade da nossa convivência aqui na terra com tantas misérias, doenças, dores, aflições, decepções e sofrimentos, como por exemplos, a perda de entes queridos que às vezes, ainda não nasceram e outros, tão prematuros, jovens ou, nasceram portando doenças graves ou com defeitos, ou, até mesmo, que nasceram com a forma perfeita e, ao longo da caminhada terrena se torna um deficiente parcial ou total, se cada espírito novo, criado e enviado para compor com um corpo físico é essencialmente inocente e puro, e por isso mesmo, ainda nada deve à Providência Divina e nem aos homens?
Por que, então, todos esses castigos?
O que nos explica as doenças incuráveis, dores, sofrimentos, decepções e até a passagem para o Oriente Eterno com envolvimento em ações violentas ou trágicas para aqueles que bem procedem e, também para os nossos semelhantes que hoje são reconhecidamente boníssimas e úteis para a humanidade?
Será que existem culpados? Quem será?
Será que até os bons são abandonados por Deus como muitos acreditam? O que acontecerá, então, para os maus?
Para satisfazer estas respostas, basta lembrar o que um dia o Grande Mestre Jesus já dissera aos seus discípulos: “Há somente duas formas para se chegar ao nosso Pai Criador, uma pelo amor, quando pelo nosso livre arbítrio, cumprimos as nossas missões aqui na terra obedecendo ao melhor possível às suas Leis, e, outra pela dor, quando agimos de modo imprudente, arbitrária e contraditória a elas”.
De posse destas verdades, pergunto-vos, isto não será uma forma justa e digna de aproximação dos homens para com Deus pela dor, relacionada ao pagamento de débitos que contraíram hoje, ou até mesmo no passado, quando, pelo livre arbítrio desviaram-se dos principais objetivos de suas missões, abandonando-as e não seguindo as suas Leis?
Para entender um pouco estes questionamentos, avaliar o que representamos e o tamanho de nossas missões aqui no planeta terra há necessidade de se ter informações do que ele representa diante dos diferentes mundos do Universo e da espécie humana que neles habitam, incluindo todos os seres dotados de razão e também, por que há na terra uma necessidade imprescindível da convivência com o mal para se poder apreciar o bem, da noite escura para se poder admirar a luz e da doença para se poder valorizar a saúde.
Busquemos, então, algumas explicações com Allan Kardec que diz: Comparativamente, pode-se afirmar que o planeta terra não é o centro das atrações e nem nela se encontra contido todo o Universo; Quanto as suas dimensões, representa um minúsculo torrão de areia perante as dimensões totais do Universo; Em relação a sua população geral, bem menos do que um lugarejo em relação à população de uma grande nação e, se levarmos em conta a sua destinação e a natureza dos seres que nele habitam, representa um hospital ou uma penitenciária de uma grande metrópole.
Portanto, do mesmo modo que, numa metrópole, toda a população não reside nos hospitais ou nas prisões, também, toda a humanidade não se encontra contido no planeta terra. Assim, como se sai do hospital quando se está curado e da prisão quando se cumpriu toda a pena, o homem deixa o mundo terra, para outros mundos mais felizes quando se está curado de suas enfermidades morais ou tenha resgatado devidamente as suas penas. Com isto, podemos compreender por que aqui as aflições superam as alegrias, já que não se enviam a um hospital pessoas que estão bem de saúde, nem à casa de detenção as que não praticaram qualquer mal à sociedade, pois se sabe que qualquer dessas opções não é um lugar prazeroso.
Seria muito tranqüilo e cômodo para qualquer homem, se na sua existência material fosse muito poderoso de forma monetária e por influências sociais, possuísse muitos bens materiais, etc, e, também para outro, se fosse pobre ou até mesmo um miserável, porém, se tornasse egoísta, ciumento, invejoso, avarento, orgulhoso, rancoroso, vingativo e praticasse todos os tipos de humilhações e atrocidades contra seus semelhantes, certamente, aquele poderoso não seria punido pelas leis falhas, corruptas e antidemocráticas da nossa sociedade.
Seria justo para com os atingidos, para a humanidade ou para consigo mesmo?
E se por um exemplo, esses mesmos homens fossem punidos socialmente com a maior das penas estabelecidas pela suas leis, estariam eles livres para continuarem elevando-se moralmente?
Estariam eles livres de qualquer outro tipo de punição, por acreditarem que todos os atos errôneos que praticaram na vida serão esquecidos quando se pagam ou não por eles somente através das leis dos homens e, que depois, se perdem pelo espaço infinito com o desaparecimento do nosso corpo físico?
E, se novamente retornassem a terra para cumprirem outras missões e/ou, aquelas que não conseguiram cumprir quando tiveram oportunidades, viriam como espíritos novos, puros e inocentes, sem quaisquer culpas ou débitos de erros praticados no passado?
Teriam eles a anulação de todas as responsabilidades morais pelos atos praticados outrora?
Infelizes são os IIr.: que pensam dessa maneira e agem com essa falsa esperança e, daqueles que acreditam que os problemas da vida material se resolvem simplesmente com a corrupção, burla das leis por corporativismos entre classes sociais ou grupos organizados, pelo enriquecimento ilícito, pela covardia do poder de influência em todos os níveis sociais que enoja e assusta os seres humanos, ou, com o simples desaparecimento do corpo físico por ações totalmente desaconselháveis.
Às vezes, neste último caso, não suportando o fardo pesado e justo que se tem de carregar aqui na terra para cumprimento das suas missões como integrantes de um projeto superior do G.: A.: D.: U.: e pagamento de seus débitos, os homens desanimam, fracassam e, pensando em resolver mais facilmente este problema, adiantam seu passamento com o simples desaparecimento visual da massa corpórea, utilizando o ato de suicídio, não sabendo eles, que na erraticidade, vão sofrer conseqüências inimagináveis por se acovardarem perante o aparecimento das dificuldades em seus caminhos nas provas que eles mesmos solicitaram ao Criador e, que deveriam ser totalmente vencidas utilizando as suas próprias forças interiores, porém, resolvem encurtar voluntariamente os seus dias de permanência na terra, ignorando que esta ação cabe somente ao G.: A.: D.: U.:, e no momento em que o mesmo julgar oportuno.
Outro exemplo ocorre também com aqueles que crendo na impunidade oferecida pela lei dos homens, perseguem, espezinham, humilham, caluniam e até mesmo eliminam ou autorizam a eliminação da vida material de seus semelhantes, os considerados inimigos ou desafetos, achando que assim, estarão resolvidas todas as diferenças existentes entre ambos, porém, mal sabem que as conseqüências serão trágicas, por que, é aí que elas se multiplicam contra eles próprios, pois, os livram apenas das presenças materiais daqueles semelhantes indesejáveis, porém, espiritualmente, poderão persegui-los por muito tempo com seu ódio e sentimento de vingança. Acontece que, quando partimos para o Oriente Eterno, levamos aquilo que produzimos e adquirimos através de nossos pensamentos e atos: os bons sentimentos como do amor, da caridade, a elevação moral, da humildade, da amizade, do perdão, da solidariedade cristã, dos conhecimentos intelectuais, da simpatia e, naturalmente da doce saudade das pessoas amadas e outros mais, para quem pelo menos se esforçou a trilhar um bom caminho e cumprir sua missão corretamente, porém, também são levados quando produzidos, os maus sentimentos como da vingança, do ódio, do orgulho, do ciúme, do rancor, da vaidade, da inveja, etc, e permanecem impregnados nos corações daqueles que ignorando totalmente o bem e sem a evolução moral, ainda não aprenderam as“Leis do amor, da caridade e do Perdão”. Estes tipos de sentimentos dos homens, ao qual nos referimos no item anterior, representam algumas formas de desvio de conduta nas missões de que foram incumbidos aqui na terra, missões estas que podem ser de amar seus semelhantes, de cultivar a paciência, de saber perdoar, ter resignação, perseverança, solidariedade, ser indulgente, tolerante, humilde, de procurar sempre reconciliar com os seus desafetos do passado e atuais, de defender e se manter sempre ao lado da verdade e da justiça, de cultivar a esperança em dias melhores que virão para a humanidade e manter viva a fé no G.: A.: D.: U.:, e outras mais.
É aí, então, que a Lei Divina altiva, impoluta, imponente, incorruptível e justíssima se manifesta com sua sentença, tendo em mãos todas as provas e evidências necessárias, através do plantio e da colheita de resultados do nosso próprio trabalho, e que depende exclusivamente da nossa livre escolha no tipo de sementes que adubando a terra fértil em nossos corações, fizemos germinar, crescer e produzir bons ou maus frutos, através dos nossos pensamentos e atos e/ou omissões, pois, ninguém tem o direito de obter tudo àquilo que desejar e na hora em que se decidir, sem o devido merecimento e determinação da Lei Divina, nem sofre por acaso ou injustamente, e tão pouco, recebe esses sofrimentos ou castigos dos seus semelhantes e, principalmente de Deus, tudo isto acontece pela nossa própria culpa em não saber escolher através do livre arbítrio que nos foi francamente concedido, o melhor caminho a ser seguido, por isso mesmo, aquele que acerta seus passos e que é caridoso incondicionalmente, não necessita de quaisquer reconhecimentos dos seus semelhantes, ignora-os, pois certamente irá recebê-los do Pai Criador, porquanto, aquele que erra os seus passos e, se pratica a caridade, o faz com ostentações, pode até receber as melhores honras e reconhecimentos de seus semelhantes, porém, dever-se-á arcar perante o Pai Criador com as conseqüências de suas más atuações de hoje ou de ontem, através da “Lei de Ação e Reação”, que diz: “A toda ação, corresponde uma reação igual e contrária”, e também da “Lei do Plantio e da Colheita”, que um dia foi dito pelo Grande Mestre Jesus Cristo aos seus Apóstolos: “O plantio é totalmente livre para cada um dos meus irmãos, porém, a colheita dos seus resultados é necessariamente obrigatória”.
Meus IIr.:, com a posse de mais estas plausíveis e corretas informações, procuremos plantar nas hortaliças de nossas vidas somente boas, melhores e selecionadas sementes, para que possamos sempre colher bons frutos e para que o nosso futuro de prosperidades, harmonia, felicidade e paz nos seja garantido.
Mesmo assim, para aqueles que persistirem viver na maldade, que não é um estado permanente dos homens, mas sim, uma imperfeição moral momentânea ou uma deformação moral instintiva, o G.: A.: D.: U.:, em sua infinita Bondade, Sapiência e Misericórdia, independentemente do tamanho de resgate dos débitos que têm para com a Justíssima e Incorruptível Lei Divina, dá oportunidades iguais e sem qualquer discriminação a todos os seus filhos e, jamais os abandonam, pois, não permite que cada um, no cumprimento dessas missões aqui na terra leve nas costas um fardo mais pesado do que a capacidade que suporta carregar, e por isso mesmo, por maior ou mais difícil que julgamos ser os sofrimentos ou barreiras que encontramos em nossos caminhos, representados por tragédias, decepções, injustiças, perseguições, invejas, ciúmes, traições, doenças, dores, ingratidões e outros mais, temos dentro de nós mesmos a capacidade de superá-los com muito amor, paciência, tolerância, humildade, resignação, perseverança e fé.
Outro fato interessantíssimo e importante que se deve saber, é que os espíritos, tais quais os anjos não possuem um sexo definido e podem voltar a terra para cumprimento de suas novas missões, e/ou, para a complementação das missões semi-acabados, como seres masculinos ou femininos, não perdendo absolutamente nada da sua conquista e da bagagem de conhecimentos adquiridos anteriormente, nem tão pouco da sua elevação moral, intelectual e espiritual perante Deus e seus semelhantes, e muito menos ainda serão esquecidos e perdoados os débitos que um dia contraíram com a Lei Divina, e que certamente, mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou de outra, deverão ser resgatados totalmente, ou em parcelas, conforme suas dimensões e o peso do fardo que cada um  prontifica-se a carregar durante o cumprimento dessas missões terrenas, e, mesmo retornando com a disposição de somente praticar o bem, e isto cumprir, é o único que deve fazer os respectivos resgates, pois, ninguém pode pagar pelos erros dos outros, é o que determina esta Lei.
Muitas vezes, ao retornar a terra para o cumprimento de uma missão que nós mesmos solicitamos a Deus, somos envolvidos por forças contrárias às suas Leis e aos objetivos da mesma, por exemplos, o apego exagerado aos bens materiais e as paixões ignóbeis desenvolvidas pelos homens e a revolta pela falta de paciência em aguardar os merecimentos naquilo que desejamos, por sermos muito imediatistas, constitui tentações constantes em nossos caminhos, nos fazem desvirtuar dos nossos principais objetivos e, assim, criamos em nossas vidas grandes e difíceis obstáculos para transpormos e então, não conseguimos contribuir com o progresso da humanidade e nem com o nosso próprio desenvolvimento moral, intelectual, espiritual e até mesmo material.
Em suma, como explica Allan Kardec, no Evangelho Segundo o Espiritismo, o homem deve saber que só possui como seu aquilo que ele pode levar deste mundo. Dos bens que encontra ao chegar e deixa ao partir, possui somente usufruto e não a sua posse real, podendo desfrutá-los somente durante sua permanência na terra, se o G.: A.: D.: U.: assim o permitir, pois, poderá ser privado dos mesmos a qualquer momento em que ELE julgar necessário conforme o seu proceder, como vários exemplos já testemunhados em nossos dias.
Em fim, verdadeiramente o que o homem possui aqui na terra é nada que se refere ao corpo físico e tudo que se refere ao seu espírito em evolução: a sua inteligência, os conhecimentos adquiridos através de estudos, a elevação moral e intelectual através dos resultados de seus bons pensamentos e atos para com os seus semelhantes, tudo isto, são posses e verdadeiros tesouros que ninguém consegue retirá-los do seu adquirente e certamente, se somarão positivamente para que o seu futuro seja melhor, feliz e mais promissor, justificando assim, com muita clareza, os diferentes graus de elevação moral, intelectual e espiritual que encontramos entre os homens no Mundo Profano e até mesmo na Maçonaria, que não é uma entidade religiosa e nem um reformatório, mas sim, um lugar de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual que estimula a ação nas virtudes latentes no homem e, por isso mesmo, é sempre feita uma pré-seleção na sociedade para escolha dos melhores cidadãos a comprem os seus quadros de Obreiros.
Somos e vivemos hoje, exclusivamente o resultado do que fomos e produzimos no passado através dos nossos pensamentos, atos e/ou omissões, por isso mesmo meus IIr.:, se acreditarem ter alguma utilidade as explicações e ensinamentos desta Obra Arquitetônica, convido-vos, de agora em diante, a fazerem um melhor proveito da Lei do Plantio e da Colheita para garantirem melhores e felizes dias no futuro.
Agora sim, podemos falar sobre o significado de Morte e Imortalidade:
Para os incrédulos e materialistas, tudo aquilo referente à morte se dá somente aqui no plano da terra e representa apenas o desaparecimento do corpo físico, sem quaisquer ligações com o espírito e, principalmente com as conseqüências futuras de seus erros e acertos de hoje; enquanto outros acreditam que a morte acontece ao corpo físico, porém, o seu espírito permanece na terra e junto ao seu túmulo, aguardando a volta do Salvador para conduzi-lo ao seu merecido lugar, e, não que ele deve chegar a esse lugar com seus próprios esforços, sacrifícios e méritos. Porém, a maioria dos homens acredita que a morte ou desencarne, na sua verdadeira concepção da palavra acontece seguindo o preceito bíblico de que: “Do pó viemos, ao pó retornaremos”.
Contudo, com as afirmações sempre constantes da Doutrina Espírita e comprovação de estudos científicos, sabe-se que depois do desaparecimento da matéria humana (desencarne), a vida continua em seu curso normal de desenvolvimento e progresso moral através dos espíritos quando viajamos para o Oriente Eterno, lá, onde encontramos realidades de tempo e espaço totalmente diferentes daquelas adotadas aqui na terra, e só assim, podemos obter uma visão específica e todos os esclarecimentos necessários para poder enxergar minuciosamente e com muita clareza os nossos próprios erros e vícios, e na hora dos acertos na prestação de contas, reconhecermos perante o G.: A.: D.: U.:, o cumprimento total, parcial ou até mesmo o não cumprimento das missões as quais ficamos incumbidos a realizar.
Em função de afirmações da Sagrada Escritura e da convicção de todos diante do fato de que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, que é imortal, por isso mesmo ele também é imortal, e, ainda de que: “na natureza tudo morre para renascer e nada volta para o nada”, ou seja, “na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, a minha opinião quando viajamos para o Oriente Eterno, a nossa verdadeira morada, é de que a morte não existe, mas, opera-se apenas uma transformação ou transposição da matéria na sua forma física, que é somente uma das partes da formação integral do homem (a mais fraca e sujeita às vicissitudes na terra) em outras formas, porém o seu espírito, que constitui a parte invisível e bem mais forte do homem, por causa do cumprimento de mais etapas da sua missão neste mundo ou em outros, e, da sua evolução moral, continua sempre vivo e operante.
Por isso mesmo, não devemos ter medo, lamentar ou mal dizer este acontecimento tão normal para a natureza e para Deus, e que também deve sê-lo para nós, tanto quanto, o nascimento de um ente querido seja bem aceito e bendito por todos, e, quando esta certeza absoluta que temos na vida material vier acontecer entre nós, não podemos levar em conta a idade, o dia, à hora ou, principalmente, à forma como isto ocorrer, tudo é previamente estabelecido num contrato entre cada um de nós e o G.: A.: D.: U.:, quando estamos na erraticidade, nada acontece por acaso ou não ajustado.
Se as reações humanas neste caso forem de revoltas, inconformações, blasfêmias e lamentações, procurando sempre os culpados para este certeiro acontecimento para cada um de nós, estarão negando a existência e a capacidade elevadíssima do poder do Pai Criador, faltando com a caridade e cometendo injustiças para com eles próprios e também para com os seus semelhantes, pois seria aqui na terra, como a um prisioneiro que tendo cumprido totalmente sua pena em regime fechado numa casa de correção, devido a um erro praticado contra a sociedade humana, desejassem que ele continuasse encarcerado e sem direito à sua liberdade.
Ao espírito é dado pelo G.: A.: D.: U.:, a oportunidade de se evoluir gradual e continuamente rumo a sua elevação moral, intelectual e espiritual em todas as etapas da sua existência, aqui nesta morada ou em outras, e, por isso mesmo, ele é a parte imortal do homem, pois, decompõe-se o seu corpo físico, porém, sua obra e o que age nele, o espírito, permanecem eternos.
Meus IIr.:, não sou nenhum especialista no assunto, nem tão pouco tenho a pretensão de afirmar que as minhas interpretações e justificativas para a consolidação do meu ponto de vista sobre o assunto são as mais corretas e verdadeiras, porém, esta Obra Arquitetônica foi construída com a mais profunda convicção nestas verdades que eu acredito, considero e as trago sempre dentro de mim, norteando os meus caminhos tanto no Mundo Profano, quanto no Mundo Maçônico, e que são baseadas nos conhecimentos que adquiri com estudos, leituras e comentários das lições do Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec e também, com várias constatações da plena eficácia das mesmas na prática. Embora, reconhecendo possuir ainda muitas falhas e defeitos, inúmeras arestas a serem desbastadas em minha Pedra Bruta, por isso mesmo estou aqui, muito motivado e satisfeito neste grande laboratório para corrigi-los, aprender ainda mais com os estudos que aqui me são propiciados e aperfeiçoar os ensinamentos que já possuo com as sublimes lições da Arte RealM.: M.: IVO DE ALMEIDA CAMPOS – CIM: 224311

BIBLIOGRAFIA:
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec – Editora Petit. 

http://blogoaprendiz.blogspot.com.br/2014/07/morte-e-imortalidade-no-sentido-maconico.html

         

segunda-feira, fevereiro 16, 2015


O Significado Maçônico do Silêncio

A palavra
 silêncio é derivada do latim “silentiu” e significa interrupção de ruído ou estado de quem se cala. Na Maçonaria, o silêncio tem um rico significado e é sobre este aspecto que nós o estudaremos.
I – ASPECTOS HISTÓRICOS DO SILÊNCIODesde as primeiras civilizações, notadamente as que tinham sociedades iniciáticas, o silêncio é um importante elemento cultural, imposto drasticamente para salvaguardar seus segredos. Em quase todas, é representado por uma criança com o dedo sobre os lábios.Constitui-se uma exceção, o antigo Egito, onde existia um "Deus" do silêncio, chamado Harpócrates, com a mesma posição já descrita.Entre os magos e sacerdotes egípcios, os iniciados assumiam um estado de silêncio total, a fim de se manterem os segredos e incitá-los à meditação, regra que seria adotada por todas as sociedades iniciáticas posteriormente.Buda, em 500 a. C., também valorizava o silêncio como condição para a contemplação.Os Essênios tinham como principais símbolos um triângulo contendo uma orelha e outro contendo um olho, significando que a tudo viam e ouviam, mas não podiam falar, por não terem boca.Dentre os mistérios gregos, encontramos o de Orfeu, que com a magia de seu canto e de sua música executada numa lira, silenciava a natureza e a tudo magnetizava.Eurípides, no verso 470 de sua obra " Os Bacantes" diz que verdadeiros são os mistérios submetidos à lei do segredo. A palavra mistério deriva de "myein" que significa "boca fechada".Pitágoras criou a escola Itálica e seus discípulos se distinguiam em 3 graus, sendo o 1º o "acústico", assim chamado porque era destinado aos aprendizes que só deviam ouvir e abster-se de manifestação.Para os Talhadores de Pedras, o segredo e o silêncio sobre sua arte era uma questão de sobrevivência, constituindo-se inclusive num salvo-conduto.Os monges da Ordem de Císter tinham como uma de suas principais regras o silêncio para a reflexão.A G:. L:. U:. da Inglaterra adotou, após sua unificação, a legenda "AUDI, VIDE, TACE", ou seja, "Ouça, Veja, Cale".Como pudemos perceber, temos inúmeros exemplos da importância do silêncio ao longo da história.
II – ASPECTOS CONSTITUCIONAISOs primeiros catecismos maçônicos do século XVIII diziam que os 3 pontos particulares que distinguiam o Maçom eram a Fraternidade, a Fidelidade e Ser Calado que representavam o amor, a ajuda e a verdade entre os Maçons. As "Old Charges" ou Antigas Obrigações, pregavam o silêncio, a circunspeção e a compostura durante os trabalhos. A constituição de Anderson pregava a prudência e o silêncio, notadamente em relação aos profanos. Nos Landmarks de Mackey, o de nº. 23 se refere ao sigilo que o Maçom deve conservar sobre todos os conhecimentos que lhe são transmitidos e dos Trabalhos em Loja, sendo que as cartas constitutivas de todas as Obediências contêm referências com o mesmo sentido.
III – O SILÊNCIO NA INICIAÇÃOA Lei do Silêncio é a origem de todas as verdadeiras Iniciações. Segundo Wirth o ensino deve ser pelo silêncio, nada de palavras que podem faltar com a verdade. É na Câmara de Reflexão que o silêncio assume sua maior importância, pois o candidato talvez não tenha há muito tempo uma oportunidade igual de ficar a sós, em atitude contemplativa, em meditação, para que possa ocorrer a maturação silenciosa de sua alma. Ao longo do cerimonial, durante os interrogatórios, poderemos encontrar por diversas vezes pausas silenciosas para que o candidato possa refletir sobre aquilo que acabou de ouvir. Voltaremos a deparar com o silêncio ao realizarmos a 3ª viagem, feita com absoluto silêncio. E será ainda o mote principal do juramento que realizamos na Iniciação.
IV – O ENFOQUE RITUALÍSTICONa abertura dos Trabalhos ouvimos o 2º Diácono responder ao V:. M:. que deve zelar para que os Irmãos se mantenham em suas colunas com respeito, disciplina e ordem.Na abertura do L:. L:., ouvimos que "No princípio era o Verbo", onde reinava o silêncio.No transcorrer dos Trabalhos, os VVig:. anunciarão o silêncio das colunas, o que significa que democraticamente foi concedido o direito à palavra.Por fim, encerramos a Sessão jurando pelo silêncio sobre tudo o que foi visto e falado em Loja.
V – O ASPECTO SIMBÓLICO E FILOSÓFICO E A "LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO"A Lei do Silêncio nada mais é do que um perpétuo exercício do pensamento. Calar não consiste somente em nada dizer, mas também em deixar de fazer qualquer reflexão dentro de si, quando se escuta alguém falar. Não se deve confundir silêncio com mutismo. Segundo Aslan o primeiro é um prelúdio de abertura para a revelação, o segundo é o encerramento da mesma. O silêncio envolve os grandes acontecimentos, o mutismo os esconde. Um assinala o progresso, o outro a regressão. Dizem as regras monásticas que o silêncio é uma grande cerimônia, pois Deus chega à alma que nela faz reinar o silêncio, mas torna mudo que se distrai em tagarelices. Os mistérios na Maçonaria devem ser velados em silêncio, pois em relação ao mundo profano nossos segredos existem com o objetivo de não poluí-los pelos que não se encontram preparados para entendê-los, e nada mais perigoso do que a verdade mal compreendida.Somente o homem capaz de guardar o silêncio será disciplinado em todos os outros aspectos de seu ser, e assim poderá se entregar à meditação.Enfim, o silêncio é a virtude maçônica que desenvolve a discrição, corrige os defeitos, permite usar a prudência e a tolerância em relação aos defeitos e faltas dos semelhantes.
Para encerrar, os Maçons se reúnem em Templos, e "O Templo representa a fortaleza da paz e do silêncio". (Isaías, cap. 30 v. 15).

 
http://www.construtoresdavirtude.com.br/pag_significado_silencio.htm


 

domingo, fevereiro 15, 2015

INIMIGOS INTERNOS DE NOSSA MAÇONARIA UNIVERSAL
 
- O que vindes fazer aqui?

- Vencer minhas paixões e submeter minha vontade...........! Dizemos, repetimos, ensinamos e, mesmo assim, frequentemente, assistimos ao descaso com esta instrução.

O Cinzel é um símbolo que nos remete à reflexão, ao desenvolvimento do senso critico, ao discernimento, e à educação. Sua missão é aparar as arestas e dar forma à pedra e ao Ser. Assim sendo, nos encaminha também ao labor na direção do progresso do Obreiro, da Instituição e da Obra.

O Cinzel está vinculado ao Grau de Aprendiz. E como estamos eternamente em aprendizado, devemos tê-lo sempre à mão. Indiferente de Graus alcançados e Cargos que conjunturalmente ocupamos, estamos sempre sendo observados e servindo de instrução viva de como agir. Por isso e exatamente por isso, somos modelo de conduta.

Em período de disputas eleitorais vemos e ouvimos grandes Irmãos que, abandonando o cinzel e vociferando publicamente tentam arregimentar eleitores a todo custo. Dizem impropérios sobre seus Irmãos e sobre os administradores de nossa Ordem.

Tresloucados, visitam Lojas, telefonam para os Irmãos com o discurso do ódio e se dizem perseguidos, enganados e afastados dos momentos decisórios. Por incompreensão da sua visão pessimista e desagregadora, agem, paranoicamente, como se sempre existisse um complô contra eles. E quando a Justiça Maçônica se manifesta contrária, se dizem injustiçados questionando a capacidade intelectual e a idoneidade moral dos nossos Meritíssimos Irmãos.

E o que nós, Irmãos Eleitores, devemos fazer?

Com o Cinzel, que nas eleições se transmuta em voto, seguir o caminho reto à urna, observando a marcha de três passos:
1º) Verificar o passado dos candidatos para ver se há alguma mácula.
2º) Conhecer as metas e programas dos candidatos.
3º) Procurar saber quem são os Irmãos que apóiam os candidatos.

Preocupado com os caminhos tortuosos que se avizinham, com a ganância e vaidade que tomam conta do homem e procurando alertar os Irmãos, faço coro com o Irmão mexicano, Armando Ramos:

Atualmente, nos aflige a concretização de vários conflitos, atos de manobras políticas e problemas de controle(emocional) que fazem ondas furiosas e agitadas, a quem devido a sua baixa profundidade cognitiva, de graus que ostentam, mas que mostram claramente que ainda não alcançaram a consciência maçônica. Por não ter o conhecimento necessário, não saberão nadar nas águas que navegam.”

Este artigo foi inspirado no livro CADERNOS DE PESQUISAS MAÇÔNICAS - VOLUME 10 (1995), sendo um de seus autores, o Irmão ARMANDO RAMOS VALDEZ do Oriente de Tepic Nayarit - México, que, na página 53, se manifesta sobre Los Enemigos Internos de Nuestra Masoneria Universal:

Dandose a si varios conflictos, actos de maniobra y control politico, problema, actualmente nos aqueja; hacen olas embravecidas agitadas quienes debido a su poca profundidade cognitiva, de grados que ostentan demuestran que aun no han adquirido conciencia Masonica, pues no conocen nada y por lo tanto no sabran nadar en las aguas que navegan.