Buenas Galerinha 3x4, está chegando gente nova no pedaço, em breve textos de Jardel Freitas ( Mr. Hillel Ben Sharar) e Edson Couto (Mr. Aesculapius), dentre outros amigos, irmãos e parentes que se interessaram em ajudar nosso baby blog.
Estive pensando nos ultimos estudos, onde neles envolveram astronomia e a astrologia, procurando uma maneira simples de entender o mundo, mas isso nunca vou encontrar, (risos). Bom pra quem me conhece, sabem que eu não tenho um astrônomo em casa, nem alguem que goste muito disso que me saiba explicar, então procurei no nosso oráculo (Google) um método eficaz. E eis que me aparece um programa simples, quase que infantil, chamado Stellarium Portable, onde nele podemos escolher o lugar de que veremos o céu, somente as estrelas, as estrelas ligadas formando as constelações e ainda por cima, a opção de uma arte mostrando onde ficaria cada constelação. Vou disponibilizar uma foto, para apreciarem e tambem o link caso alguem se interesse, digo, vale a pena… olhar para o céu é magnífico, mas poder explicar para alguem o que cada estrela é, é melhor ainda.
Tem tambem na seta do mouse, um pequeno alvo, que quando clicado em cima de uma estrala ou planeta, ou satélite natural ele explica as formas, dimensões e tudo mais. A cima o astro Rigel especificado. Aos amigos e irmãos que nos acompanham. Até Breve….. Divirtam-se
PS: Agradecer aos nossos loucos leitores pela marca de 71 seguidores conquistados. Abraços
Buenas galerinha 3 x 4, que saudade sô, venho hoje passar pra voces um documentario que está sendo divulgado gratuitamente para assistir no Terra – Videos, e um Livro da Editora Planeta. Vamos falar da Maçonaria nos EUA o link para o Documentário, logo a baixo… ele trata de passagens secretas e saidas subterrâneas, usadas por militares, maçons entre outros que ajudaram na guerra civil. Vale a pena, segredos da ordem são dissipados entre linhas, espero que se divirtam.
Posteriormente, o livro, A Cidade Secreta da Maçonaria, da editora planeta, conta como foi projetada e feita a cidade de Washington.DC - nos EUA, os segredos dos construtores, os obeliscos, até mesmo os pequenos azulejos que aludem a Arte Real.
Documentário – CIDADES OCULTAS – SUBTERRÂNEOS MAÇONICOS
No Brasil, estima-se que existam 150 mil maçons frequentando templos como um que existe na cidade do Rio de Janeiro.
Todos com uma grande missão. “Promover a fraternidade humana”, afirma Waldemar Zveiter, grão-mestre da Maçonaria. Mas eles não vão aparecer agora, diante das câmeras. “A maçonaria, acima de tudo, é discreta”, explica Zveiter. O grão-mestre de uma loja maçônica explica: apenas os iniciados podem participar dos rituais secretos que são realizados em um salão, repleto de símbolos. E não é qualquer um que entra na irmandade.
“Ele precisa ser apresentado. Ele se compromete com a maçonaria a ser um cidadão útil à comunidade onde ele está vivendo. Útil a si, a sua família, à sociedade”, explica Zveiter. Uma vez aceito, o aprendiz de maçom aprende códigos valiosos. “Um maçom é identificável em qualquer lugar do mundo. Se um maçom estiver perdido em Xangai, sem dúvida alguma, em pouco tempo, vai chegar um maçom nacional que vai perguntar para ele: ‘O senhor está com alguma dificuldade? Posso te ajudar?”, conta Zveiter. Com sua filosofia libertária, a maçonaria tem influenciado grandes eventos da nossa história. “A própria proclamação da independência do Brasil, a liberdade dos escravos, e tantos outros, como a proclamação da República”, enumera Zveiter. Entre os maçons mais influentes estariam Dom Pedro I, Tiradentes, José Bonifácio, Duque de Caxias e uma longa lista de presidentes, como Marechal Deodoro, Epitácio Pessoa e Washington Luís. “A doutrina da maçonaria é dita com simples palavras: aprimorar o gênero humano para que todos nós, um dia, possamos nos considerar seres humanos pertencentes a uma mesma e única humanidade”, conclui Zveiter.
Um dos melhores contadores de história do mundo dedica seu novo livro a uma religião secreta rodeada de polêmicas.
O repórter Jorge Pontual conversou com Dan Brown para entender como a maçonaria atraiu uma lista tão grande de líderes históricos, e por que ainda é acusada de ter um pé no satanismo. O mistério da maçonaria é o principal ingrediente do novo sucesso do escritor Dan Brown, "O Símbolo Perdido". O autor do megasucesso "O Código Da Vinci", contou ao Fantástico que no livro anterior ele pergunta o que aconteceria se Jesus não fosse divino, mas apenas um profeta. No novo romance, a questão é se o ser humano teria poderes divinos, uma ideia que segundo ele vem da maçonaria. Toda a trama, cheia de peripécias, perseguições e surpresas, se passa em um domingo à noite em Washington, a capital americana, uma cidade cheia de símbolos da maçonaria. Alguns são bem evidentes, como o obelisco, símbolo da divindade, com uma pirâmide, que representa a evolução dos seres humanos. A influência dos maçons se refletiu na criação da biblioteca do Congresso americano, hoje a maior do mundo. Um dos momentos mais emocionantes do livro é quando os heróis entram no salão de leitura da biblioteca do Congresso americano, descrito como o são mais bonito do mundo. Eles estão fugindo de uma equipe da SWAT e se escondem entrando por uma porta. A república americana foi criada por um grupo de maçons, entre eles Benjamin Franklin, John Adams e o primeiro presidente, George Washington. Um dos templos da maçonaria na cidade, onde os murais mostram o fundador da nação com o avental de pedreiro dos maçons lançando a pedra fundamental do capitólio, é o prédio do congresso americano. Dan Brown lembra que o símbolo mais sagrado da nação, que está nas notas de dólar, é a pirâmide da maçonaria, encimada por um olho que simboliza a sabedoria. Segundo o escritor, a pirâmide incompleta, sem o vértice, é um símbolo de que o ser humano, e o país, nunca estão prontos, sempre podem se aperfeiçoar. O escritor destaca que, ao contrário do que muitos acreditam, os Estados Unidos não foram fundados como uma nação cristã. Os fundadores eram maçons que seguiam o deísmo, uma religião universal que usa os símbolos de todas as crenças, e acredita que todos os homens nascem iguais, com o direito à liberdade de culto. Sobre o altar do templo maçom, estão os livros das principais religiões: não só a bíblia cristã, como a torá dos judeus, o corão dos muçulmanos, e as escrituras de outras tradições. O salão do templo, na capital americana, é o cenário da cena final do livro de Dan Brown, e certamente será recriado com muito mais colorido quando o filme for feito. O templo é exatamente como Dan Brown descreve. No fundo, o trono do grande comandante soberano da ordem, o altar em torno do qual se realizam os rituais secretos. Mas os maçons negam que o iniciado tome sangue em uma caveira como Dan Brown conta no livro. Segundo eles, isso é só imaginação do autor. Dan Brown diz que na verdade os maçons usam vinho em vez de sangue, mas insiste que a caveira é usada no ritual da quinta libação, escrito num livro por um dos primeiros presidentes dos Estados Unidos, John Adams. O templo é a sede do rito escocês da maçonaria, uma corrente fundada nos Estados Unidos, à qual pertenceram 15 presidentes americanos. O último foi Gerald Ford, nos anos 70. Os líderes são mestres do grau 33, o máximo a que se pode chegar na maçonaria. Dan Brown explica que esse é um número místico, a idade de Cristo ao ser crucificado, e o número de vértebras da nossa coluna vertebral. Muitos, em especial os fundamentalistas cristãos, atacam a maçonaria como um culto satânico, mas Dan Brown insiste que os símbolos e rituais da maçonaria não são sinistros nem malignos. Pelo contrário, significam tolerância religiosa e espiritualidade universal. Para Dan Brown, o importante é que as pessoas procurem entender os símbolos e as crenças dos outros, e tenham menos preconceitos.