terça-feira, setembro 06, 2011

Valores Simbólicos Explícitos e Ocultos na Maçonaria

Valores Simbólicos Explícitos e Ocultos na Maçonaria



         Dando seguimento aos trabalhos ou pranchas que nos dispomos apresentar, com vistas a melhorar nosso conhecimento e galgar a compreensão dos mistérios Maçônicos, abordaremos a simbologia como referencial que norteia toda a ritualística no Templo.
         A Maçonaria é rica culturalmente. A sabedoria trazida à baila através das inúmeras representações históricas nos faz viajar em  um amalgama de enredos que são traduzidos por imagens e símbolos que nos conduzem a pensamentos e reflexões profundas.
         Ao primeiro olhar somos induzidos à compreensão do sentido fático dos sinais, como, por exemplo, ver uma maçã em um altar e considera-la uma oferenda ou buscando o significado simbólico dela estaria representando o universo, ou quem sabe o pecado original, ou o paraíso, ou a fertilidade etc.
         O simbolismo, de um modo geral, é a prática do emprego ou uso de símbolos. Na Maçonaria é usado como elemento fundamental de seus ensinamentos, constituindo os símbolos uma linguagem própria dentro da Ordem. Símbolo é um objeto material que serve para representar uma idéia; por exemplo, a cadeia é símbolo da união, o pavimento mosaico simboliza a igualdade entre raças, etc. Como foi dito acima, analisamos um símbolo primeiramente de uma forma simples e logo depois procuramos seu significado filosófico; podemos até dizer que o símbolo sintetiza um acúmulo de conhecimento, resume objetivos, idéias e normas que procuram dirigir a mente humana por caminhos mais esclarecidos.
        Segundo Goethe “O simbolismo transforma os fenômenos visíveis em uma idéia, e a idéia em imagem, mas de tal forma que a idéia continua a agir na imagem, e permanece, contudo, inacessível; e mesmo se for expressa em todas as línguas, ela permanece inexprimível. Já a Alegoria, transforma os fenômenos visíveis em conceito, o conceito em imagem, mas de tal maneira, que esse conceito continua sempre limitado pela imagem, capaz de ser inteiramente apreendido e possuído por ela, e inteiramente exprimido por essa imagem.”
        A Maçonaria é um sistema de moralidade desenvolvido e inculcado pela ciência do simbolismo. Este caráter peculiar de instituição simbólica e também a adoção deste método genuíno de instrução pelo simbolismo, emprestam à Maçonaria a incolumidade de sua identidade e é também a causa dela diferir de qualquer outra associação inventada pelo ser humano. É o que lhe confere a forma atrativa que lhe tem assegurado sempre a fidelidade de seus discípulos e a sua própria perpetuidade. 
“ Albert G. Mackey” : A maçonaria não inventou o método de instrução ela o adotou.
        O simbolismo é a ciência mais antiga do mundo e o método de instrução dos homens primitivos. É graças a ele que tomamos conhecimento hoje, da sabedoria dos povos antigos e dos filósofos. O acervo religioso, cultural e folclórico da humanidade está preservado através do simbolismo, desde a  pré-história.  
        O princípio do pensamento simbolista está fincado em uma época anterior à história, nos fins do período paleolítico. Os mestres da humanidade primitiva podem ser facilmente localizados, através de estudos sobre gravações epigráficas. A Maçonaria é a legítima herdeira espiritual das sociedades iniciáticas da antiguidade , como já havíamos aventado em nosso primeiro trabalho, porque  perpetua o tradicional método de instrução, no ensinamento de suas doutrinas.
       Conforme Aslan, os símbolos podem ser divididos em cinco classes:

1.    Símbolos místicos e religiosos tradicionais:
·       Deus, a criação e perfeição, são representados pelo Selo de Salomão ou pelo Escudo de Davi;
·       Evocação da Idéia de Deus, representada pelo Triângulo, Delta Luminoso ou por Três Pontos;
·       Sol, representado pelo Círculo com um ponto central;
·       Símbolo do Poder, representado pelo Tau grego.

     2. símbolos da arte da construção:
·       Medida na pesquisa, representada pelo Compasso;
·       Retidão na ação, representada pelo Esquadro;
·       Vontade na aplicação, representada pelo Malho;
·       Discernimento na investigação, representado pelo Cinzel;
·       Profundeza na observação, representada pela Perpendicular;
·       Emprego correto dos conhecimentos, representado pelo Nível;
·       Precisão na execução, representado pela Régua;
·       Poder da vontade, representada pela Alavanca;
·       Benevolência para com todos, representada pela Trolha;
·       Trabalho constante, representado pelo Avental;
3. símbolos herméticos e alquímicos:

·       Os quatro elementos herméticos, representados pelo Ar, Água, Terra e Fogo;
·       Os três princípios da Grande Obra, representados pelo Sal, Mercúrio e Enxofre;
·       Ainda temos outros símbolos herméticos e alquímicos, como por exemplo, o Sol e a Lua, as Colunas B e J, o VITRIOL, etc.

4. símbolos com significado particular:

·       A união entre os Maçons, representada pela Romã;
·       A união fraternal, representada pela Cadeia da União;
·       A Iluminação, representada pela Estrela Flamejante;
·       O conhecimento, representado pela letra G;
·       A imortalidade e inocência, representadas pelo ramo da Acácia;
·       O Amor e a abnegação, representada pelo Pelicano;

5. outros símbolos tradicionais:

·       Pitagóricos, representados pelos números;
·       Cabalísticos, representados pelas sefirotes;
·       Geométricos, religiosos e muitos outros que servem a um significado maçônico.

      O nosso propósito não é esgotar o tema do simbolismo, mesmo porque isto certamente levaria uma centena de anos e com certeza não terminaria, pois a riqueza oculta nos símbolos do conhecimento humano vão além da fronteiras do perceptível atingindo   esferas    inimagináveis,    ainda        incompreensíveis
as   pessoas como nós, os aprendizes. Some-se a isto o fato de que cada Grau evolutivo na Maçonaria, incluindo os filosóficos, capitulares, etc, tem sua própria gama de símbolos inerentes a sua ritualística, devendo ser mote de estudos no futuro, se o G.A.D.U, permitir.
      Contudo, complementando a pesquisa, vamos oferecer o nosso próprio entendimento a respeito de alguns símbolos considerados importantes neste primeiro momento:
v Estrela de Cinco Pontas: significa a Estrela do Oriente ou a Estrela da Iniciação, representa o nascimento de JESUS.É também o símbolo do homem perfeito, da humanidade plena entre Pai e Filho; o homem em seus cinco aspectos; físico, emocional, mental, intuitivo e espiritual; Totalmente realizado e uno com o Grande Arquiteto do Universo. È o homem de braços abertos, mas sem virilidade, porque dominou as paixões e as emoções. As estrelas representam as lágrimas da beleza da criação. Olhemos para cima, para o céu e encontraremos a nossa estrela guia. Na Maçonaria e nos seus Templos, a abóbada celeste está adornada de estrelas. A estrela é o emblema do gênio Flamejante que levam às grandes coisas com sua influência. É o emblema da paz, do bom acolhimento e da amizade fraternal;
v As colunas: significam os limites do mundo criado, da vida e da morte, do elemento masculino e do elemento feminino, do ativo e do passivo. Mas também representam a força e a beleza, o sustentáculo do templo, a união da terra com céu, encimadas pela abóbada celeste.Outro significado interessante são os arquétipos de Booz e Jachim, o primeiro um antepassado de Davi e o segundo um sacerdote do templo de Salomão.Outra representação bastante marcante é a dos Pilares do Templo de Jerusalém, uma representando Jesus, o Cristo, Rei dos Judeus(coluna Real) e a outra representando o Jesus, Barrabas( Bar + Arrabas)Filho de Deus(irmão de Jesus, Tiago)(coluna sacerdotal)o legítimo fundador do Templo de Jerusalém;
v O pavimento Mosaico: o branco e o negro do piso lembram a diversidade que enriquece a Maçonaria, a complementaridade que completa a aprendizagem do eterno aprendiz que é todo Maçom, refere também o trabalho maçônico onde nos deparamos com os princípios contrários: o bem  e o mal, o sol e a lua, o espírito e a matéria, o ativo e o passivo, a vida e a morte, a luz e as trevas;
v Ramo de Acácia: a planta símbolo da Maçonaria representa a segurança, a clareza e também a inocência e a pureza. A acácia foi tida na antiguidade, entre os hebreus(habirus), como árvore sagrada e daí sua conservação como símbolo maçônico. Os antigos costumavam simbolizar a virtude e outras qualidades da alma com diversas plantas. A acácia é inicialmente um símbolo da verdadeira iniciação para uma nova vida, a ressurreição para uma vida futura.
v Avental : símbolo do trabalho maçônico, branco e de pele ou tecido para aprendizes e companheiros(com alguns detalhes) e branco orlado de azul ou vermelho para os mestres;
v Compasso: símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio e também do relativo(círculo) dependente do ponto inicial(absoluto). Representa também os limites naturais do ser humano, até onde ele pode ir sem adentrar nos direitos dos outros.Os círculos traçados com o compasso representam as Lojas, também pode representar o aspecto masculino;
v O número 9 : é o princípio da luz divina, Criadora, que ilumina todo o pensamento, todo desejo e toda obra, exprime externamente a Obra de Deus que mora em cada homem, para descansar depois de concluir sua Obra. O homem novenário que pelo triplo ternário, é a união do absoluto com o relativo, do abstrato com o concreto. O número nove, no simbolismo maçônico, desempenha um papel variado e importante com significados aplicados na sua forma ritualística. O número 9, é numero dos Iniciados e dos Profetas, dos Cavaleiros templários que escavaram o templo de Herodes a procura das relíquias de Jesus, por nove anos;
v Delta: triângulo luminoso. Símbolo da força expandindo-se, difere ritos, representa o Grande Arquiteto, podendo conter um olho humano ou Olho de Horus (Filho de Osíris e Isis (Sol e Lua) o olho que tudo vê, símbolo da onisciência, onipresença, da clarividência;
v Esquadro: resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e da ação do homem sobre a matéria e da ação do homem sobre si mesmo. Significa que devemos regular nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçônica, pelo temor de Deus, a quem temos que prestar contas das nossas ações, palavras e pensamentos. Emite a idéia de inflexível da imparcialidade e precisão de caráter. Simboliza a moralidade e também o aspecto feminino;
v Malho ou Maço: emblema da vontade ativa, do trabalho e da força material, está relacionado ao grau de aprendiz. Ferramenta para desbastar a pedra bruta, ou educar a agreste e inculta personalidade do aprendiz para uma vida ou obra superior.Simboliza a energia, decisão e o aspecto ativo da consciência, necessário para vencer e superar os obstáculos. Está também relacionado ao Deus Nórdico Thor, dos agricultores e da benevolência:
v Malhete: Está relacionado com os mestres, símbolo de direção, poder e autoridade. Muito usado por Julgadores na Antiguidade.
v Cinzel: Instrumento que o aprendiz utiliza para desbastar a pedra bruta, significando com isso o trabalho de aperfeiçoamento no conhecimento próprio, no campo intelectual e como ser social. Sugere o trabalho inteligente, nos alerta para nossas atitudes, ficam indelevelmente marcadas, na superfície e no íntimo de quem as recebe.Temos que possuir, em nosso espírito e consciência, a perene vigilância de nossa atitudes para que possamos nos tornar legítimos instrumentos da Maçonaria.
v Régua de 24 Polegadas: É o símbolo da retidão, do método da Lei, Retidão necessária também para todas as artes e ciências. Representa a boa administração do tempo que deve ser dividido no auto conhecimento,meditação estudo e repouso. Lembra que devemos observar a divisão do tempo com sabedoria; A régua nos lembra que o nosso tempo, nosso dia, é suficiente para realizarmos nossas tarefas de Obreiros desde que nos organizemos, sem negligencia ou preguiça, a fim de efetuarmos todos os nossos deveres com o próximo e coma pátria.
v Pedra Bruta: Símbolo das imperfeições do espírito que o maçom deve procurar corrigir, e também da liberdade total do aprendiz e do maçom em geral.
v A Letra G: É a sétima letra de nosso alfabeto e que sabiamente, os Maçons apresentam grandes questionamentos, e que através de estudos, apresentamos um resumo dos diversos significados: Gravitação – é a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria; Geometria ou a Quinta Ciência – é fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, à construção de templos, de onde surge a noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada; Geração – é a vida perpetuando a série de seres.Força criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas; Gênio – é a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor; Glória – a Deus; Grandeza – o homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação; Gomel – uma palavra hebraica, entende-se os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes.Concluímos, sintetizando, que a Letra G, encerra realmente um dos maiores segredos da maçonaria, senão o maior de todos os mistérios, porém em nosso entender existe uma palavra que revela todos os mistérios – GNOSE – é o mais amplo conhecimento moral  o impulso que leva o homem a aprender sempre mais e que é o principal fator de progresso e evolução, fazendo do homem iniciado um eterno aprendiz.;
v Três Pontos: Símbolo com várias interpretações, aliás, todas conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade; Aprofundando um pouco mais vemos que o significado simbólico dos três pontos está, evidentemente, relacionado com o ternário e como todos nós sabemos, o significado é variado e abrange todos os símbolos relacionados com o número três. O primeiro ponto é a origem criadora de tudo que existe, o Uno, a Mônada, o Princípio Fundamental, a Unidade, A Mente Criadora, é Deus. Os dois pontos  inferiores são a Dualidade, eles são gerados pelo primeiro ponto e se se juntarem, voltam à unidade, da qual tiveram nascimento. O ponto superior corresponde ao Oriente em Loja, que é o mundo absoluto da Realidade, é o Delta Sagrado, e os dois pontos inferiores correspondem ao Ocidente, ou seja, o Mundo relativo, o domínio da Aparência, são as duas colunas, como mais um emblema da dualidade. Como podemos ver, a interpretação dos três pontos, são muitas e nelas não poderemos ficar restritos, para não pecas de dogmáticos. Em síntese A mônada gera a díade que com ela formam a tríade, resolvendo-se na unidade.
v Romã: Por derradeiro, vamos analisar o significado do fruto romã que é o símbolo da multiplicação e da solidariedade da família maçônica unida num ideal comum, mesmo que concedendo a cada maçom a sua liberdade individual expressa nas sementes que as compõem. Há referências deste fruto no Templo de Salomão, sobre os capitéis das colunas e também citadas em vários tratados cabalísticos. Era uma fruta conhecida dos hebreus, sírios e gregos, fazendo parte inclusive do simbolismo e tradições do Egito.Há interpretações de que romã traria o significado popular de fecundidade, geração e riqueza, sendo por vezes confundida com a maçã do paraíso.Numa última interpretação, até mais ousada poderíamos dizer que a romã comparada a uma galáxia, seria uma imensidão de estrelas e mundos e os seus grãos são inevitavelmente nós maçons, e a fertilidade atribuída aos mesmos é a do potencial de nossas obras dentro da maçonaria e no mundo profano, as quais devemos realizar disseminando a fraternidade no povo maçônico não só na cidade, mas como no próprio universo. Disto concluímos que trabalhando este potencial em nós mesmos, unindo-se a nossos irmãos numa cadeia de união, cobertos pelo manto do amor fraternal em cujos laços a ordem maçônica nos colocou, podemos dar continuidade a Grande Obra do Arquiteto do Universo, construindo um mundo melhor e conservando os segredos sagrados da maçonaria que nos são transmitidos através deste riquíssimo acervo simbólico.



Jean-Pierre Bayard, em sua obra “A Franco-Maçonaria”, define o simbolismo:

“O simbolismo é a linguagem da ascese. Para além do tempo e do espaço, liga a dimensão individual quotidiana, psicológica à escala cósmica, supra-individual. Pode variar na sua expressão, nas suas representações exteriores, mas os seus fundamentos permanecem imutáveis.” Diz ele, que “os símbolos não são simples imagens passivas, transformadores de energia psíquica, modificam a natureza secreta do homem. O símbolo não é um conceito sábio, em entidade abstrata, mas sim uma lei profunda, que exerce o seu poder sobre a natureza interior do ser humano. O símbolo permite a transmissão da mensagem, veicula o elemento central da idéia, para além das diferenças de cultura e de civilização. Ele é intemporal.”




O símbolo oferece-se em silêncio àquele cujos olhos do coração estão abertos.
Edson de Souza Couto

terça-feira, agosto 30, 2011


O peso dos vícios
A sociedade é, em essência, heterogênea.

As pessoas possuem valores e personalidades os mais variados.

Justamente por isso a vida é repleta de embates.

Não é muito simples a vivência harmônica entre seres com visões distintas do mundo.

O convívio pacífico com o diferente pressupõe maturidade espiritual.

Essa maturidade revela-se das mais diferentes e inusitadas formas.

Ela é demonstrada por quem silencia em face de uma ofensa.

Afinal, o ofensor muitas vezes acredita estar agindo de modo correto.

A maturidade também se faz presente quando uma pessoa releva os equívocos de outra.

Em suma, a maturidade espiritual de alguém evidencia-se pelo seu nível de tolerância e compaixão.

O convívio forçado com criaturas de diferentes hábitos possui o condão de desenvolver essas virtudes.

Como é cansativo viver em estado de beligerância, as pessoas gradualmente vão aprendendo a ceder, em nome da própria paz.

Por ser a terra uma escola, somos naturalmente colocados no ambiente mais propício para corrigirmos nossas deficiências.

Do mesmo modo, as lições que nela recebemos guardam relação com nossa necessidade de aprendizado.

Assim, quanto mais defeitos tivermos, tanto mais dificuldades enfrentaremos.

Na verdade, todo vício sempre carrega consigo o sofrimento.

Tome-se por exemplo o orgulho.

Em face da mesma situação vexatória, alguém humilde não experimenta qualquer desconforto, ao passo que um orgulhoso sofre grande tortura moral.

Conclui-se que, quanto maior o orgulho, maior será a ofensa.

E quanto maior a ofensa, maior será o sofrimento.

O mesmo ocorre com a vaidade.

A criatura vaidosa acredita que o mundo lhe deve deferências.

Ela espera ser distinguida em todos os setores de sua vida.

Como isso nem sempre se dá, sofre intensamente com o que considera uma injustiça.

Caso fosse mais simples e despretenciosa, não experimentaria esse desconforto.

As fissuras morais tornam o viver muito pesado.

Perceba-se a energia que o vaidoso e o orgulhoso desperdiçam cuidando para que a própria importância não passe despercebida aos demais.

A simples pretensão desmedida dessa importância já infelicita a criatura e é um peso a ser suportado.

Imagine-se o quanto inevitavelmente sofre alguém muito vaidoso ou orgulhoso.

Isso ocorre com todos os vícios e paixões.

A ganância constitui uma tortura que dificulta o desfrute do que já se possui e muitas vezes é suficiente.

O ciúme também torna a vida penosa, por fomentar a desconfiança e a discórdia.

Repetindo, todo vício carrega consigo o sofrimento.

Como os homens desejam a felicidade, gradualmente eles despertam para a necessidade de burilarem a si mesmos.

Reflita sobre isso e assuma a responsabilidade por seu bem-estar.

Analise o quanto você sofre gratuitamente, em suas relações.

Pense que as circunstâncias que o rodeiam destinam-se a torná-lo melhor. Conscientize-se dessa realidade e torne-se tolerante com os diferentes.

Desenvolva retidão, pureza e simplicidade e a vida lhe será bem mais fácil.

 

sexta-feira, agosto 26, 2011


 INFERNO DA MESQUINHARIA

Os Sub Seres Maçônicos

(Artur da Távola)

Os subseres maçônicos são personagens riquíssimos para literatura e dramaturgia, porque através deles pode-se estudar a vida na sua irrealização. “O erro é uma verdade enlouquecida”, já disse alguém.

O subser maçônico vive de inverdades que o enlouqueceram de tanto serem tentadas sem oportunidade de realização. Insistem tanto na mentira que acabam eles próprios acreditando nelas.

Os subseres maçônicos não são menos inteligentes, ativos ou observadores.  Muitas vezes são Veneráveis Mestres, Vigilantes, Oradores, Grande Secretários, Grandes Dignidades, Mestres Maçons e outros mais. O que eles são é sub!

Tudo o que fizerem trará a marca da amargura, do ressentimento, da frustração de onde provêm e na qual acabam por chafurdar. Existem na dramaturgia como existem na vida.

Os subseres maçônicos não se revelam através de uma percepção imediata, pois não possuem a grandeza trágica dos miseráveis ou dos humilhados e ofendidos, estes sim, objetos da preocupação pictórica, dramatúrgica ou literária.

Eles se auto denunciam pela mesquinharia do dia a dia; pelo comezinho; pelo pequeno egoísmo mal resolvido, pela mofa, pela zombaria, pela acidez na crítica, pelo defender-se sempre, imputando aos outros aquilo que lhes é de responsabilidade, pela incapacidade do gesto audaz ou generoso, pelo reduzir os outros e a vida, sempre, à sua (deles) dimensão, incapazes de um vôo, um suspiro, uma admiração desinteressada ou entrega generosa.

Eles não ousam vencer: vivem de impedir a derrota. Sua atenção às mesquinharias, sua indormida desconfiança, fazem deles uma espécie de pertinazes redutores de tudo ao contexto mofado do inferno astral onde não “vivem”: duram. Comprazem-se com a dor de quem fingem ajudar, até quando, de fato, ajudam.

Em geral são maçons de baixa pulsão erótica, amargas, frustradas, sempre realizando na fantasia, na fofoca ou na pequena maldade disfarçada, o que lhes faltou de vigor interno, decisão d’alma, disposição física ou denodo.

Como são, porém, pertinazes em seu pequeno mundo, por ali ficam beliscando, mordendo, remoendo, debicando, teimando, afastando seus irmãos da informação, dos procedimentos corretos, enganando-os, iludindo-os, mentindo, fazendo-se de inocentes, de coitadinhos, esperando as brechas, espreitando as dores e momentâneas quedas alheias, ocasião em que, organizados aparecem e “brilham” sobre a carniça ou o cansaço dos fortes maçons.

Os sub seres maçônicos só não se atentam para um fato, eles por mais que tentem não abalam as colunas fortes da Mãe Maçonaria, acham que o fazem, mas ela, sempre soberana, sempre alerta, no momento certo e com precisão cirúrgica, os elimina do meio maçônico onde se acham invulneráveis.

Os sub seres maçônicos não percebem e jamais perceberão que a maneira que agem e as atitudes que tomam, por se acharem acima de tudo e de todos jamais passará despercebida de nossos irmãos visíveis e invisíveis, principalmente os invisíveis, que estão sempre alerta  impedindo-os de suas maléficas realizações.

Por serem o que são dificilmente descobrirão que o Inferno Mesquinho em que vivem,  é o resultado de tudo o que fazem.

A questão não é terrena. É de hierarquia espiritual.

quinta-feira, agosto 25, 2011



A HISTÓRIA DOS INCENSOS E AS ESSÊNCIAS PARA CADA SIGNO


Os incensos têm fascinado a humanidade através dos séculos e são muitas as versões para o seu surgimento. Uma coisa, porém, é certa: eles se transformaram em elemento essencial de muitas cerimônias e ritos, em praticamente todas as religiões do planeta.

Para a maioria das pessoas, incenso é toda mistura de componentes aromáticos, incluindo resinas, gomas, madeiras, cascas, raízes, flores e até minerais - desde que sejam utilizados como material básico para ser queimado e liberar perfumes que dêem nova atmosfera aos ambientes (e esta atmosfera pode ser meramente odorífica ou ter conotações espirituais).

De acordo com várias interpretações, os incensos são "misturas de componentes alquímicos que possuem uma função básica: elevação espiritual do ambiente, servindo como agente mediúnico das intenções humanas ao Astral".

É a partir dessa definição que, para a grande maioria das pessoas, surge uma "receita" básica para acender-se um incenso: sempre se deve ter uma intenção, nem que seja o simples relaxamento ou a melhoria do perfume do ambiente em que se está.

"Sob o aspecto espiritual, a fumaça que sobe significa a transmutação da matéria (carvão) em espírito (aroma) e sua elevação a um plano superior. Daí a importância de uma intenção ao ser aceso, pois a forma-pensamento por ela criada é elevada ao Astral, e as conseqüências de um pensamento errado nesta hora podem ser, no mínimo, desagradáveis.

"As tradições religiosas revelam que a utilização de aromas em cerimônias ritualísticas visavam criar um clima propício para a manifestação de determinado estado de espírito. E é dessas mesmas tradições que ainda hoje tiramos as pistas de quais perfumes utilizar para alcançar um estágio de consciência em especial.

"Diversos aromas, amplamente divulgados e estudados na Aromaterapia, desempenham seu papel de coadjuvante facilitando e veiculando a vontade do operador ao Astral." Daí a relação científica entre incenso e alterações favoráveis no organismo das pessoas, o que em muito contribui para a disseminação do uso dos incensos.

A História mostra que o princípio mágico-religioso do incenso marca algumas das crenças mais antigas do Homem, especialmente a partir dos povos orientais, como os chineses, tibetanos, indianos e, principalmente, os egípcios dos tempos das grandes dinastias de faraós.

"Ao queimarmos incensos estamos ativando o plano mental-intelectual, em que se manifesta o poder dos elementais do ar, e intensificando o fluxo de comunicação com o universo e com as pessoas."

Por isso, a maioria dos pesquisadores avisa: "o ritual de queimar incenso não deve ser corriqueiro, principalmente quando envolve pedidos de dinheiro e proteção. Mas se desejar usá-los com freqüência tenha o cuidado de escolher aqueles de características calmantes ou espirituais."

Alguns também recomendam que se observe a fase da Lua e o horário planetário. As chamadas horas místicas são as mais indicadas para acender-se um incenso.




HISTÓRIA

Os incensos são, talvez, tão antigos quanto a cultura humana, mas tudo indica que os egípcios foram, possivelmente, o povo que primeiro dominou a arte da manufatura e do uso de incensos. O mais famoso incenso egípcio é o Kyphi (ou Khyphi), que era produzido dentro de um templo e sob ritual altamente secreto. Era um composto de efeito muito benéfico, e Plutarco o definia assim: "O incenso tem dezesseis (16) ingredientes, número que constitui o quadrado de um quadrado e tais ingredientes são coisas que, à noite, deliciam. Tem o poder de adormecer as pessoas, iluminar os sonhos e relaxar as tensões diárias, trazendo a calma e quietude àqueles que o respiram."

Um dos seus ingredientes é o popular olíbano, árvore considerada sagrada, e durante a poda ou a coleta da resina, os homens deviam se abster de contato sexual ou com a morte.

Plutarco forneceu a lista dos 16 ingredientes usados na preparação desse incenso: mel, vinho, passas, junco doce, resina, mirra, olíbano, séseli, cálamo, betume, labaça, thryon, as duas espécies de arcouthelds, caramum e raiz de Íris.

Já os hindus sempre foram apaixonados por aromas agradáveis e a Índia, nos tempos antigos, sempre foi célebre por seus perfumes. A importação de incenso da Arábia foi uma das primeiras, mas outros materiais aromáticos também eram usados, como o benjoim, resinas, cânfora, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. O sândalo era um dos itens mais populares da época. Esses materiais eram queimados em rituais públicos ou em casa.

Também no Velho testamento encontram-se várias referências ao uso de incensos entre os judeus. Geralmente, os pesquisadores concordam que a queima do incenso só foi introduzida no ritual judaico em torno do século VII a.C.. O primeiro incenso judaico era composto de poucos ingredientes (estoraque, onicha, gálbano e olíbano puro) e sua preparação era semelhante àquela usada pelos sacerdotes egípcios.

Na Grécia, o incenso começou a ser difundido no século VIII a.C., vindo da Fenícia.

Já no Budismo, disseminado por boa parte da Ásia, o incenso começou a ser difundido por volta do século VII a.C.. Junto com os perfumes, constituía uma das sete oferendas sensoriais, que formam um dos sete estágios de adoração.

Na Roma antiga, o incenso foi muito utilizado na Festa do Pastor, junto com ramos de oliveira, louros e ervas, assim com da mirra e açafrão.

Também o Cristianismo incorporou o uso de incensos, mas os cristãos foram os que mais demoraram a introduzí-los em seus ritos. Só após o século V, seu uso foi aumentando lentamente. Por volta do século XIV, tornou-se parte da Missa Solene e de outros serviços.

No Islamismo, não há referência ao seu uso no sentido religioso, mas a tradição nos mostra que o seu perfume pode ser usado como uma referência aos mortos.



Comum a praticamente todas as religiões e seitas do planeta, o incenso é um acessório comum às cerimônias mágicas, usado para neutralizar as energias negativas, por exemplo, ou utilizado nos métodos de encantamentos. As letras do nome da pessoa para qual é feito o encantamento indicam qual o perfume necessário. Os materiais mais usados são o olíbano, benjoim, estoraque, sementes de coentro, aloés (babosa), entre outros.


COMO USAR
Os incensos devem ser usados para energizar e transmutar as energias nos lugares onde são acesos, pois funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou dos próprios locais.

Para cada uso, existe um tipo específico e uma essência à ser utilizada.

Podem ser de pastilhas, palitos, pó ou quaisquer outras formas existentes no mercado.

E todas as maneiras de se acender o incenso revelam uma intenção.

Veja:
- Se preferir acender com um isqueiro, é sinal que acredita em sua força mental e em seu pensamento positivo, para a limpeza que será feita.

- Se preferir acender com um fósforo, significa que acredita que os elementos do ar, os silfos e sílfides, estarão ajudando na limpeza de sua casa.



Ao acender o incenso, mentalize uma oração (a que mais lhe agradar). Segure o incenso com a mão esquerda, e em cada canto dos cômodos faça o sinal da cruz com seu dedo mediano ou o sinal que lhe for mais energético e agradável.

Não pare a sua oração mental ou falada, pois tudo o que é negativo está impregnado nos cantos e deve diluir-se o mais rápido possível.

Para preservar por mais tempo essa limpeza, jogue um pouco de sal nos cantos.

Encare o incenso como um primeiro socorro à sua casa, procurando queimar pelo menos um, todos os dias, pois assim manterá o ambiente sempre limpo e bem protegido.

Algumas crenças recomendam que, se você não puder acender um diariamente, faça-o pelo menos de 3 em 3 dias.

E não se aborreça com quem ficar incomodado com o perfume. O que importa é sua tranqüilidade e a boa energia do ambiente em que você vive.



CONHEÇA AS ESSÊNCIAS DOS INCENSOS PARA CADA SIGNO:


 Áries - violeta, flor de laranjeira, almíscar, sândalo, ópium§
 Touro - verbena, canela, rosa, pinho, eucalipto, cravo, canela§
 Gêmeos - benjoin, verbena, rosa, alecrim, jasmim§
 Câncer - rosa, verbena, jasmim, maçã, alfazema, violeta§
 Leão - sândalo, flor de laranjeira, patchouli, almíscar, sândalo, ópium§
 Virgem - benjoin, verbena, rosa, alfazema§
 Libra - rosa, canela, verbena, maçã, cedro§
 Escorpião - violeta, dama da noite, almíscar, ópium, eucalipto§
 Sagitário - jasmim, rosa, almiscar, cravo, canela, rosa§
 Capricórnio - lírio, verbena, lótus, alecrim§
 Aquário - violeta, rosa, jasmim, violeta, rosas, flores do campo§
 Peixes - jasmim, rosa, almíscar, violeta, alecrim, alfazema§


INDICAÇÕES
 Amor - Almíscar, Jasmim, Maçã, Rosa, Lótus, Ópium, Sândalo, Canela, Cravo.§
 Limpeza - Alecrim, Arruda, Eucalipto, Canela, Cravo§
 Espiritualidade - Mirra, Violeta, Rosa§
 Meditação - Violeta, Mirra, Rosa, Verbana§
 Acalmar - Alecrim, Alfazema, Flor de Maçã, Jasmim§
 Atrair os Encantados - Pinho, Eucalipto, Maçã§
 Estudos - Alfazema, Lótus, Jasmim, Rosa§
 Energizar - Canela, Eucalipto, Cravo§



Receitas de Incensos

Para confeccionar incensos, simplesmente moa os ingredientes e misture-os.
Enquanto mistura, sinta suas energias.
Queime em bloquinhos de carvão no incensário durante os rituais.

Incenso do Círculo

4 partes de olíbano
2 partes de mirra
2 partes de benjoim
1 parte de sândalo
1/2 parte de canela
1/2 parte de pétalas de rosa
1/4 de parte de vébena
1/4 de parte de alecrim
1/4 de parte de louro

Queime no círculo para todos os tipos de rituais e encantamentos.
Olíbano, mirra e benjoim devem definitivamente constituir a maior parte da mistura.

Incenso do Altar

3 partes de olíbano
2 partes de mirra
1 parte de canela

Queime como um incenso geral no altar para purificá-lo e promover consciência ritual durante os rituais.

Incenso de Rituais de Lua Cheia

2 partes de sândalo
2 partes de olíbano
1/2 parte de pétalas de gardênia
1/4 de pétalas de rosa
algumas gotas de óleo de âmbar-cinzento

Use durante os Esbats ou simplesmente no período de lua cheia para alinhar-se com a Deusa.

Incenso do Sabbat de Primavera

3 partes de olíbano
2 partes de sândalo
1 parte de benjoim
1 parte de canela
algumas gotas de óleo de patchuli

Queime durante rituais dos Sabbats de primavera e verão.

Incenso do Sabbat de Outono

3 partes de olíbano
2 partes de mirra
1 parte de alecrim
1 parte de cedro
1 parte de zimbro

Queime durante os rituais de Sabbats de outono e inverno
.

quarta-feira, agosto 24, 2011


Os 33 Mandamentos:

1º - Adora o Grande Arquiteto Do Universo;

2º - O verdadeiro culto que se pode tributar ao Grande Arquiteto consiste nas boas obras;

3º - Tem sempre a tua alma em estado de pureza, para que possas aparecer de um momento para outro perante o Grande Arquiteto;

4º - Não sejas fácil em te encolerizar; a ira é sinal de fraqueza;

5º - Escuta sempre a voz de tua consciência;

6º - Detesta a avareza, porque, quem ama demasiado as riquezas, nenhum fruto tirará delas, consistindo isso egoísmo;

7º - Na senda da honra e da justiça está a vida; o caminho extraviado conduz à morte espiritual;

8º - Faz o bem pelo próprio bem;

9º - Evita as questões, previne os insultos e procura sempre ter a razão do teu lado;

10º - Não te envergonhes do teu Destino, pensa que este não te desonra nem te degrada; o modo como desempenhas a tua missão é que enaltece ou amesquinha perante os homens;

11º - Lê e medita, observa e emita o que for bom; reflexiona e trabalha; ocupa-te do bem-estar dos teus irmãos e trabalharás para ti;

12º - Contenta-se com tudo e com todos;

13º - Não julgues superficialmente as ações de teus Irmãos e não censures aereamente. O julgamento pertence ao Grande Arquiteto do Universo, porque só Ele pode sondar o coração das criaturas;

14º - Sê, entre os profanos fracos, sem rudeza, superior sem orgulho; humilde sem baixeza; e, entre Irmãos, firme sem obstinação, severo sem inflexibilidade e submisso sem servilismo;

15º - Justo e valoroso, defende o oprimido e protege a inocência, não exaltando jamais os serviços prestados;

16º - Exato observador dos homens e das cousas, atende unicamente ao mérito pessoal de cada um, seja qual for a camada social, posição e fortuna a que pertence;

17º - Se o Grande Arquiteto te der um filho, agradece, mas cuida sempre do depósito que te confiou. Sê, para essa criança, a imagem da Providência. Faz com que até aos 12 anos tenha temor a ti; até aos 20 te ame e até a morte te respeite. Até aos 12 anos sê o seu mestre; até aos 20 seu pai espiritual e até a morte seu amigo. Pensa mais em dar-lhe bons princípios do que belas maneiras; que te deve retidão esclarecida e não frívola elegância. Esforça-te para que seja um homem honesto, avesso a qualquer astúcia;

18º - Ama o teu próximo como a ti mesmo;

19º - Não faça o mal, embora não espere o bem;

20º - Estima os bons, ama os fracos, atende aos maus e não ofendas a ninguém;

21º - Sê o amparo dos aflitos; cada lamento que tua dureza provocar, são outras tantas maldições que cairão sobre a tua cabeça;

22º - Com o faminto, reparte o teu pão; aos pobre e forasteiros dá hospitalidade;

23º - Dá de vestir aos nus, mesmo com prejuízo do teu conforto;

24º - Respeita o peregrino nacional ou estrangeiro e auxilie sempre;

25º - Não lisonjeies nunca teu Irmão, isso corresponde a uma traição; se te lisonjearem receia que te corrompam;

26º - Respeita a mulher, não abuse jamais de sua debilidade; defende-lhe a inocência e a honra;

27º - Fala modernamente com os pequenos, prudentemente com os grandes; sinceramente com os teus iguais e teus amigos; docemente com os que sofrem, mas sempre de acordo com a tua consciência e princípios de sã moral;

28º - O coração dos justos está onde se pratique a virtude, e o dos tolos, onde festeja a vaidade;

29º - Não prometas nunca sem a intenção de cumprir; ninguém é obrigado a prometer, mas prometendo é responsável;

30º - Dá sempre com satisfação, porque mais vale uma negativa delicada do que uma esmola que humilhe;

31º - Suporte tudo com a resignação e tem sempre confiança no futuro;

32º - Faz do teu corpo um Templo, do teu coração um Altar e do teu espírito um apóstolo do Amor, da Verdade e da Justiça;

33º - Concentra, ao menos uma vez por dia, todas as vibrações da tua alma, no sentido de estares em contato com o Grande Arquiteto do Universo. (que é DEUS)

segunda-feira, agosto 22, 2011


Simbolismo da espada
V.: M.: QQ:. HH.:
"... Essa cruz foi na verdade uma espada realizada até o final de seu currículo ..."
                              (Marcos Aguinis, a cruz invertida)
Em todas as culturas, a espada simboliza o poder e força, e tem sido historicamente um instrumento reservado para o guerreiro, o defensor cavaleiro das forças da Light. Como um símbolo de poder é capaz de tirar a vida, mas também fornecem energia regenerativa, que destrói a ignorância para estabelecer a paz ea justiça, não está associada com um sentido de purificação espiritual.
A espada-e seus equivalentes simbólicos, lança e flecha eixo representantes são armas no mundo, se considerá-los em uma profunda e, embora nem sempre tê-los, podem ser tomadas em geral, duplo fio ou duplo fio .
Na espada de dois gumes, a dualidade é marcada na mesma direção do eixo e se refere aos dois conjuntos de forças resultante da polarização reversa, tendo se originado em uma essência, princípio, determina o mundo manifestado, uma idéia também presente as duas serpentes enroladas em torno do caduceu.
O eixo é o lugar onde as oposições são resolvidas e reconciliados em perfeito equilíbrio. Sua característica essencial é a imutabilidade em torno de si, levar a cabo a revolução de todas as coisas e do qual ele participa. É chamado de "invariavelmente significa" pelo Extremo Oriente.
A dualidade está presente novamente a espada como um símbolo da Palavra ou o Verbo de Deus, com seu poder criativo e destrutivo dupla, segundo a tradição cristã:
"... E sua boca saía uma espada afiada de dois gumes. Eo seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força ... "(Apocalipse 1: 16)
Da mesma forma no Islã, a espada de khatib está associada com o poder da Palavra na pregação, o imã que fez o sermão e cuja função não é guerreiro segurando uma espada na mão, mas neste caso, é uma arma de madeira, um símbolo tradicional de origem muito remota e que também está presente na Índia. Esta espada de madeira, junto com o post sacrificial, o eixo de transporte e flecha, os quatro elementos "nascem do raio de Indra."
"...( Ray) e liberado, foi quatro vezes os brâmanes usar duas dessas quatro maneiras no momento do abate, enquanto o kshatriya eles usam os outros dois na batalha ... Quando a espada de madeira sacrificial wielding é a lança um raio contra o inimigo ... "
Em outro nível de simbolismo, a espada é assimilado na trave, que é a força que produz, nas palavras de René Guénon, "condensações e dissipações ... que se refere à ação alternada princípios complementares", yin e yang, que correspondem os termos herméticos "coagulação" e "solução", respectivamente, ou seja, a geração ea dissolução.
Particularmente, ele é associado com o feixe de energia solar e os relâmpagos ou o derivado deste último, que é tão sensível na lâmina da espada flamejante acenando atributos do V.: M.: Esta espada está relacionado com o fogo e é um símbolo de poder espiritual. Ele é transmitido de V: V: e agarra com a mão esquerda, não é usada como arma de defesa ou de combate, mas como um "instrumento de transmissão", ao contrário dos outros M.: M.: que carregam espadas em linha reta em sua mão direita.
A oração para a consagração da espada dos templários, que transcrevo a seguir resume estas questões que mencionei:
"Senhor, fazei de minha espada
luz, para aqueles que procuram você
força, para os desanimados,
esperança para os oprimidos,
misedicordia para o arrependido
tormento para os ímpios,
justiça para os excluídos.
Senhor, fazei-me digno de minha espada,
ela nunca será exercido
se não for para combater o bom combate;
Eu posso com ela maul diária
o demônio do meu ego
de modo que um dia pode cortar sua garganta
permanentemente e, em seguida,
Senhor, eu posso vê-lo face a face
e pode colocar os pés santos
como um símbolo da vitória sobre mim mesmo
e cantar junto com seus querubins
e serafins, a glória do seu nome.
Kadosh, Kadosh, Kadosh, Adonai, Sabaoth.
Santo, Santo, Santo é o Senhor
Deus do Universo. "
Eu acho que a espada para o maçom é um sinal de que tem que ser lembrado como a metáfora de batalha que tem de salário, quem começou esta pesquisa. Será tanto o fim eo instrumento que servirá para neutralizar as paixões, a sua libertação da escravidão da ignorância, ajudar os seus pares e dirigir para o oeste persistente:
Parafraseando Marcos Aguinis, que a espada era realmente uma cruz ...
                                                                                                            M.: M.: Valeria Aguilar

La Heresia dos Cataros  por Wayne Purdin 15 Febrero 2014 Este artículo apareció en, New Dawn Nº 113 (marzo-abril 2009) d el Sitio Web NewDaw...