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Posted: 09 Dec 2013 04:17 PM PST
Em tempos idos, depois da colheita e da debulha, tomavam os agricultores o seu grão que levavam ao moleiro para que o transformasse em farinha. Diversas variedades de grão davam origem a diversos tipos de farinha, que não se queriam misturados; afinal, farinha de trigo e farinha de centeio resultam em tipos de pão muito diferentes... Por isso, cada um dos vários tipos de farinha era cuidadosamente ensacado separadamente dos restantes. Ficava, assim, a farinha mais fina separada da mais grosseira, e a mais branca separada da mais escura.
O povo, pródigo em aforismos, terá visto nas várias qualidade de farinha uma metáfora para as qualidades humanas. Do latim nos chega, assim, a expressão ejusdem farinae ("da mesma farinha"), dizendo-se de vários indivíduos serem, como diríamos hoje, "farinha do mesmo saco", quando apresentassem qualidades ou defeitos comuns. No fundo, a expressão dá a entender que os bons se juntam aos bons, enquanto os maus andam na companhia dos maus.
Não é segredo nenhum que os maçons procuram acolher no seu seio pessoas com determinadas qualidades. Sendo a maçonaria um instrumento cuja finalidade é o aperfeiçoamento do homem e do Homem não é de estranhar que seja essencial que o indivíduo que pretende ser maçon tenha esse desejo de se tornar numa pessoa melhor. Pretendendo-se, por outro lado, cultivar um ambiente de fraternidade obriga, igualmente, ao desenvolvimento de um proporcional sentido de tolerância. Por fim, e acima de tudo, nada disto pode ser conseguido por quem não seja uma pessoa de bem; a vileza de propósitos é absolutamente incompatível com os princípios da maçonaria.
Serão, então, os maçons uma massa homogénea - de espíritos elevados, dirão uns, ou de energúmenos, dirão outros? De modo algum. Antes do mais, porque não é isso o que se pretende; o respeito pela diversidade, mais do que acarinhado, é um dos pilares da maçonaria: a famosa "tolerância maçónica". Por outro lado, porque os maçons nem sempre são tão eficazes quanto seria desejável no crivo pelo qual fazem passar os candidatos. Acabam, assim, por ser admitidos indivíduos que não deveriam sê-lo.
A maior parte destas admissões "por engano" acaba por se resolver num prazo curto. Não é inaudito alguém ser iniciado, aparecer a algumas sessões, e depois deixar de aparecer. Outros ficam mais tempo; no entanto, ao fim de um par de anos, chegados ao grau de Mestre, desaparecem como os primeiros. Uns e outros acarretam um desperdício de tempo e de esforço, quer dos próprios quer da Loja. No entanto, é sempre feito um esforço suplementar no sentido de se endereçar o que tenha corrido menos bem, e no sentido de se ajudar o irmão em causa a reconquistar o ânimo, a vontade, ou tão somente a disponibilidade.
Por fim, há os que vão ficando, pelo menos em corpo - mas não em espírito, em vontade ou em união com os demais. Bebem da fonte da maçonaria apenas o que lhes interessa, mas esquivam-se da reciprocidade que deles se espera - não reciprocidade material, mas de tempo, esforço e serviço. Mas como a maçonaria preza muito a liberdade de cada um, e a ninguém exige aquilo que não queira - ou não possa - dar, estes são, muitas vezes, metidos no mesmo saco dos "pouco disponíveis" ou, enfim, dos "pouco dotados".
É inconcebível esperar que, entre milhares de pessoas, não haja um punhado de indivíduos dissimulados, de má índole, ou com uma agenda própria. E porque basta uma pequena contaminação para condenar todo um saco, se a maçonaria fosse um saco de farinha as autoridades sanitárias não nos poupavam: ia tudo pelo ralo.
Por mais que o queiramos - e que o ideal seja esse - a maçonaria real, feita de maçons de carne e osso, não é um impoluto saco de farinha fina e branca, imaculada como a neve. É, antes, uma irregular farinha de mistura de cereais diferentes, com pedaços de farelo e grão mal moído, a que não falta uma ou outra caganita de rato. Bem amassada com água e com o sal que tempera os nossos dias, submetida ao calor de um forno que a liberta dos efeitos nefastos das impurezas, obtém-se um pão saboroso e único - saboroso porque provém de todos, e único porque provém de cada um - para mais enriquecido com uma dose q.b. de elementos patogénicos para treinar o nosso sistema imunitário.
Há indivíduos na maçonaria que fazem coisas que não deveriam? Sem dúvida. E que, porventura, não deveriam ter sido recebidos maçons? Também. E que até já foram expulsos da maçonaria por causa do que fizeram? Incontestável. O que não é verdade é que sejam esses quem define o que é a maçonaria, ou o que esta deve ou não deve ser. Não basta, como fazem alguns, apontar-se um mau maçon - ou uma dúzia deles! - para descredibilizar, de imediato, toda a instituição.
Todo o pressuposto está errado. As pessoas não são farinha, as companhias não nos definem, e o mal não se propaga assim. Ou, como jocosamente disse Millôr Fernandes, “Diz-me com quem andas e dir-te-ei (que língua a nossa!) quem és. Pois é: Judas andava com Cristo. E Cristo andava com Judas.”
Paulo M.
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Espaço oportunizado para aquele cuja a mente é inquieta e busca ir mais longe no conhecimento, sem reservas de qualquer natureza. M. Aesculapius
quarta-feira, dezembro 11, 2013
segunda-feira, dezembro 09, 2013
LANÇAMENTO DO LIVRO "A HISTÓRIA DE TORRES"
Livro A História de Torres foi lançado na Feira do Livro
Trabalho de professor e alunos da ULBRA Torres vira livro
Foi lançado o livro A História de Torres, escrito pelo professor da ULBRA Torres, Miguel Soares, com a colaboração dos alunos da graduação, Edson Couto e Adélcio de Matos. A cerimônia de lançamento ocorreu durante a 13° Feira do Livro de Torres.
Escrito por meio de pesquisas realizadas pelo professor e seus alunos, foram analisadas fontes que passaram pelas tradições indígenas, expedições portuguesas, resgate do povo primitivo, estudo das lendas que circundam a cidade, comtemplando também a fauna e a flora. “Verificamos todos os detalhes, e identificamos o que realmente era relevante para trazermos uma história fidedigna para as próximas gerações. Estamos muito felizes por auxiliar a contar a bela história deste município”, destacou Miguel Soares.
A secretária de Educação, Mariza Cardoso, explica a importância desta obra para o ensino. “A cartilha é uma importante fonte de pesquisa para a educação de Torres, principalmente para os educandos dos quartos anos, cuja proposta pedagógica curricular prioriza o estudo das origens do munícipio, em seus aspectos geográficos, culturais, históricos, ambientais e socioeconômicos”.
Os livros serão distribuídos em todas as escolas da cidade. A realização é da Prefeitura de Torres, por meio da Secretaria de Educação, com o apoio ULBRA Torres e Rádio Maristela.
quinta-feira, novembro 28, 2013
DIVINDADE NA MAÇONARIA
Por: Fabian Perez Velez
"Eu não tenho nenhuma evidência para provar que Deus não existe,
mas eu tenho uma forte suspeita de tal forma que não há,
Eu não quero perder tempo "
Isaac Asimov
De acordo com o Dicionário da Real Academia Espanhola, divindade é a palavra para cada um dos deuses das várias religiões, a definição fica muito aquém, como divindade, para muitos, é Deus, com uma capitalização inicial, o Todo-Poderoso, criador da vida e de tudo que existe.
A história mostra como cada civilização cunhou a sua própria definição do ser supremo, passando de poderes atribuídas a certos animais ou seres da natureza ou panteísmo, como em algumas culturas pré-colombianas, os elementos humanos que atribuem aos deuses, como fez os gregos e romanos, aos deuses guerreiros nórdicos e terminando com a figura do pai que ultimamente tem sido instilada em nós, sem esquecer que os cátaros nos contou sobre a existência de dois deuses, um bom e um mau.
No entanto, a maioria das culturas e civilizações que habitaram a Terra têm algo em comum em termos da figura divina. O deus ou deuses de cada era a única verdade. Outras figuras são heréticas.
Esta tendência acompanha o homem moderno como parte de sua bagagem natural e é por isso que é tão difícil tolerância em questões religiosas, já que cada igreja, culto ou ritual ensina a verdade, a sua verdade, desacreditar ou pelo menos minimizar a verdade outros.
Imediatamente, mesmo o mais ingênuo em seguida, pedir que algumas verdades existem em assuntos religiosos, é que há mais de um deus?
Responder a estas perguntas gastaria toda a luz de tinta e tem, portanto, nenhuma explicação curta séria, ao contrário, tentar explicar isso geraria perguntas posteriores que tudo o que iria conseguir é mais confuso para o pesquisador, se for equipado com uma mente clara e aberta, poderia digerir todas as visões do que é Deus.
Contra esta confusão de idéias sobre o que representa a divindade para todos. Qual abordagem tem a Maçonaria?
Em princípio, a Maçonaria era um deísta, o significado que reconheceu a Deus como Criador da natureza, mas levou muito tempo quando a tendência secular surgiu, claro que para entender isso, temos de rever que define cada termo e descobriu que o deísmo é como DRAE, uma doutrina que reconhece a Deus como o autor da natureza, mas sem admitir revelação ou culto externo, e seguindo a mesma fonte, o secularismo defende a independência do homem ou da sociedade, e mais particularmente pelo Estado em relação qualquer organização ou religião, sem que tal implique o ateísmo.
Em nosso meio, a Maçonaria seguiu a rota de deísmo e, portanto, ainda está em pedidos de adesão e em suas próprias liturgias, a insistência na crença em um princípio criador como essencial para a entrada e avanço no elemento Ordem.
Apesar desta tendência deísta, encontrar oficinas que trabalham sem qualquer livro religioso, colocando em seus regulamentos Ara Leste ou a própria oficina, ou a Constituição, fazendo uma distinção clara entre religião e livro de lei.
No entanto, até hoje não vemos hh:. eles se surpreendem ao não encontrar no Ara Bíblia, portanto, identificar o livro da lei, com ele, sem parar para pensar que ser um país de nossa maioria judaico-cristã, considerou que a Bíblia em vez disso, o que não ocorre em oficinas Easts onde as maiorias não pertencem a esta tendência religiosa.
A única coisa que a Maçonaria poderia fazer para evitar a confusão e confrontos, era manter a concepção religiosa excluído como um tema de discussão nas oficinas, criando a figura do G. A: ... D: U:.
O G. A: .. D:. L:. como tal, estão começando a ver com Platão, que em uma de suas obras nos diz que a criação do Universo responde a uma causa e essa causa é um demiurgo, um divino artesão benevolente. E nós viemos com a idéia de Constituições de Anderson, que está definido na ideologia maçônica o nome e listados como tal.
Mas o que é G. A: ... D: U:. Maçonaria hoje em dia? A este respeito, diz H Q..:. Hugo Rubin na revista publicar FENIX do Paraguai, "... algumas pessoas precisam se apegar à figura de um ser superior que atende aos requisitos de livros sagrados sobrenaturais indicam, portanto, atribuído à mesma figura como Ente que a Ordem é conhecido como o Grande Arquiteto do Universo ".
Se a definição de Deus é para o Ser Supremo nas religiões monoteístas é considerado criador do universo, isso seria identificar ambas as idéias.
Mas não é assim tão fácil, pois verifica-se que, para muitos idéia maçons G. A: ... D: U:. é diferente, ele vai se concentrar como uma energia ou força criativa, independente de um ser como tal. Então seria uma força da natureza que, em determinadas circunstâncias, levou todo o universo.
Vemos, então, que a idéia de G. A: .. D:. U:. Não é fácil enquadrar, porque constantemente encontrar variantes e variáveis que levam a uma ou outra extremidade, de acordo com as crenças daqueles que defini-lo.
E, a este ritmo, a conclusão mais lógica é que quanto menos definido o G. A: ... D: U:., Mais útil e prático é que a figura para os maçons. Considere-se que:
O fato de não ter uma definição clara permite que os maçons pode estruturar a ideia de G. A: ... D: U:. de acordo com as crenças de cada um de nós, de modo que, para alguns, a imagem de sua própria divindade, enquanto que para outros, será entendida como a força criativa.
Apesar disso, algumas oficinas, rudemente, sujeito às hh:. visitantes em uma referência constante a Deus, independentemente de que nem todos os maçons têm uma idéia ou igual a concepção da divindade.
Assim, deixando a sigla de G. A: ... D: U:., Blush passar sem fazer referência direta ao Deus judaico-cristão, até mesmo ao ponto de fazer alusões a pintar uma divindade ou figura religiosa com ornamentos maçônica.
Eles não percebem que, ao fazer isso, eles estão ofender as sensibilidades religiosas de seus hh:. Mm. eles não respeitam a intimidade de cada um de nós, o que pode ou não coincidir com a sua tendência sentimento religioso.
Como um exercício, eu trago a seguinte citação do website Deus não existe: "Nada no cristianismo é genuína. Os deus Mitra pré-cristãs - o chamado Filho de Deus ea Luz do Mundo - nasceu em 25 de dezembro, morreu, foi enterrado em uma tumba de pedra e depois ressuscitou em três dias. By the way, 25 de dezembro é também o nascimento de Osíris, Adonis, e Dionísio. Bebê Krishna, por outro lado, recebeu ouro, incenso e mirra presente no momento do nascimento "
Se algum destes incomodá-lo encontrar a citação acima, por insultar as suas crenças religiosas, coloque no lugar de quem não acredita em nenhum deus e é forçado a ouvir invocações constantes de uma divindade que é estrangeiro.
Diante do exposto, fica claro que JAVIER Otaola, conhecido autor de maçônica funciona, bem conhecido entre nós por ser co-autor com a nossa Q.. Diz H.. MICHEL HERRERA IVAN de "Um olhar sobre a Maçonaria atual" sobre o que significa ou representa G. A: .. D:. U: .. "Com esta fórmula simbólica concebida como uma espécie de álgebra espiritual, tinha a intenção de enfatizar a unidade do ser humano, de todas as coisas humanas, e da possibilidade de reconhecimento mútuo no contexto da prática da sociabilidade maçônica batendo ódio teológico. Assim, o Grande Arquiteto do Universo não é um princípio dogmático, mas um símbolo de um símbolo, uma imagem de referência, aberto por tempo indeterminado, mas definível. "
Há, nesta explicação, onde encontrou a sabedoria brilhando maçônica: não devemos e podemos ser dogmáticos, especialmente quando se trata de dogmas religiosos.
Assim, a figura da divindade, vista no interior dos templos da verdadeira luz, deve ser desmistificada e simplificada para que cada Mason pode assimilar o universo ao seu conhecimento real, sem implicar idéias que batem seus hh .. mm.
E é por isso que a Ordem, buscando evitar o confronto e maçantes debates, participou da definição do teísmo, consistindo esta tendência e n crença em um Deus pessoal conservador e providente, criador do mundo, que, andando de mãos dadas com secularismo, se encaixam perfeitamente na figura de G. A: .. D:. U:., o que não é um deus em si, mas pode ser para muitos.
Apesar de tudo o que disse até agora, não há um motivo subjacente Maçonaria excluir a religião de seus empregos, por isso é o acabamento caso esta carta salientando que, ao longo da história, a religião tem sido usada hipocritamente por aqueles em uso ambicioso do poder como um meio de controlar e manipular os fracos e ignorantes, é muito mais fácil de controlar as massas através da imagem de um ser supremo e onipotente que pela força, porque contra as armas pode lutar, mas contra uma luta superior, impossível.
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As 10 principais sociedades secretas
Ao longo da história da humanidade, várias sociedades secretas foram criadas com os mais diversos propósitos, que obviamente nunca são totalmente revelados, se tornando um fácil alvo de teorias de conspiração. Embora a verdade possa ser um pouco mais simples do que se supõe, a maioria desses grupos carrega consigo um ar de mistério e secretismo. Confira nesse artigo as 10 principais sociedades secretas do mundo.
Grupo Bilderberg
Embora não seja considerada uma sociedade secreta em si, o Grupo Bilderberg traz consigo muitos mistérios e conspirações. Fundado em 1954, trata-se de um grupo cujas dezenas de pessoas são ricas e influentes, que se reúnem anualmente em hotéis na Europa ou nos EUA.
Mesmo que a maioria das pessoas saiba o local e dia dessas reuniões, o assunto delas jamais foi revelado, sendo que os participantes mantém aquilo que foi conversado em sigilo absoluto, criando uma série de conspirações. Muitos afirmam que o Grupo Bilderberg tenha alguma relação com os Illuminati.
O.T.O. (Ordo Templi Orientis)
É uma sociedade secreta ocultista fundada no começo do século passado. O grupo ainda existe hoje, mas não com os mesmos rituais e práticas de magia (ocultismo) que existiam no passado.
O principal participante da O.T.O. foi ninguém menos que Aleister Crowley, também conhecido como o homem mais perverso do mundo ou ainda 666. Foi o maior ocultista de todos os tempos e o lema dessa sociedade está baseado nele e em seu O Livro da Lei, que por sua vez está baseado na Lei de Thelema: “Faz o que tu queres e há de ser tudo da lei”.
O princípio dessa sociedade, como se pode perceber através de seu lema, é o liberalismo. Crowley e a O.T.O. influenciaram muito o mundo da música (sobretudo o rock). Cantores como Alan Moore e Raul Seixas demonstravam isso claramente em suas composições.
Após a morte de Crowley em 1947, líder da O.T.O., a popularidade da sociedade secreta passou a diminuir consideravelmente.
A mão negra
A importância dessa sociedade secreta está somente no fato de ter influenciado um dos mais importantes e trágicos acontecimentos da história da humanidade.
Antes da Primeira Guerra Mundial, havia muitas questões de instabilidade por todo o mundo. A vitória alemã contra a França gerou um clima de revanche, que aliado com a indústria bélica e ao imperialismo econômico, fatalmente levaria à um grande conflito. Faltava uma gota d’água para isso acontecer.
Na região da Sérvia, existia uma sociedade secreta denominada Ujedinjenje Ili Smrt (Unificação ou Morte). Qualquer semelhança com Independência ou Morte não é mera coincidência… Essa organização, também conhecida como Mão Negra, tinha como objetivo unir regiões com populações eslavas, sob o domínio do Império Austro-Húngaro.
Essa sociedade planejou e executou a morte do arquiduque Francisco Ferdinando, príncipe-herdeiro do Império Áustro-Húngaro. Essa foi a gota d’água que deu origem à guerra em 1914. Os resultados do assassinato geraram um caos total: A Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia, e em questão de poucos meses, quase toda a Europa já estava envolvida na guerra.
A Ordem dos Assassinos
Fundada no século XI, o objetivo dessa sociedade era difundir uma nova corrente do ismaelismo, e causava terror na região do Oriente Médio. Tratava-se de um grupo de misteriosos assassinos muçulmanos que atacaram muitos inimigos no século XIII. Através de várias técnicas, o grupo monitorava fortalezas dos inimigos e atacavam no tempo certo, de forma muito discreta.
Hoje sabe-se muito pouco a respeito dessa sociedade. Ela foi destruída pelos mongóis, junto com todos os seus registros históricos.
Sociedade Teosófica
Fundada nos EUA em 1875, essa sociedade secreta é bastante conhecida até nos dias de hoje. Seu lema é “Não há religião superior à verdade”, e o grupo se espalhou por dezenas de países ao redor do mundo.
Em seus princípios, pode se encontrar que a humanidade é uma grande órfã, e o dever de todas as pessoas é o seu bem estar. O objetivo da Sociedade Teosófica é criar um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, onde não há diferenças de raça e sexo, casta ou cor. Além disso, o grupo encoraja o estudo da ciência e filosofia e não impõe nenhuma crença entre seus membros e seguidores, que se unem com o propósito de encontrar a verdade à respeito da existência.
Os Cavaleiros do Círculo Dourado
Essa sociedade secreta foi fundada em 1865. Seu objetivo primordial era promover os interesses do sul dos EUA. Muitos afirmam que o objetivo do grupo era anexar territórios do México, América Central e Caribe aos EUA.
Quando a guerra civil começou, o grupo mudou seu objetivo do colonialismo para o apoio ao recém-criado governo da Confederação. Os cavaleiros adquiram milhares de seguidores, que formavam exércitos de guerrilha e atacaram as fortalezas da União do Ocidente.
Diferentemente das demais sociedades, os Cavaleiros do Círculo Dourado não faziam unicamente planos e reuniões misteriosas. Eles formavam exércitos e mostraram sua força tentando invasões contra outros territórios.
Thule
Conhecida pelo seu envolvimento com o nazismo na Alemanha, o grupo foi fundado um ano após o término da Primeira Guerra Mundial. Inicialmente, a sociedade de Thule se envolveu com práticas ocultistas, mas pouco tempo depois, seu foco foi a transmissão da ideia de que a raça ariana era superior, levando uma abordagem racista aos judeus e outras raças.
Com milhares de seguidores, o mais notório deles foi Adolf Hitler.
Skull and Bones
Também conhecida como Caveiras e Ossos, a sociedade foi formada em 1832 na Universidade de Yale, em New Heaven (EUA). É provavelmente a mais famosa organização formada em ambientes acadêmicos.
A cada ano, 15 novos membros são ingressados no grupo. Em toda a história, os mais importantes membros foram Bush pai e filho, além de alguns senadores e juízes da Suprema Corte.
Embora sua existência seja conhecida há décadas, suas práticas ainda são um mistério. Duas vezes por semana o grupo se reúne, mas o que se passa em cada reunião nunca foi revelado.
Maçonaria
É verdade que sua influência no mundo é bem menor hoje em dia, mas sua fama continua a mesma. Ao todo, possui mais de 5 milhões de integrantes em todo o mundo, sendo a campeã nesse quesito. O grupo, acredita-se, foi fundado oficialmente em 1717, embora haja documentos relativos à sua existência desde o século XIII. Sua origem certamente não é Inglesa, remontando aos períodos anteriores à formação da própria Inglaterra.
O objetivo da Maçonaria é sobretudo a fraternidade, cujos membros compartilham profundas ideias filosóficas fundamentais, como a crença a algo maior. Mas como a maioria das sociedades secretas, a Maçonaria não escapa das conspirações. Muitos acreditam que em seus graus mais elevados há a prática de rituais de magia negra e ocultismo, o que não passa de crendice. A Maçonaria é uma associação de aprimoramento do homem, mas que não faz reserva alguma quanto ao alcance do conhecimento em seu todo, pregando a liberdade de pensar.
Illuminati
E para fechar a lista ninguém menos que a sociedade secreta que mais está envolvida em teorias da conspiração.
Os Illuminati da Baviera surgiram na Europa no dia 1º dia maio de 1776, e estiveram diretamente relacionados ao início da Revolução Francesa. O grupo se desfez logo em seguida, mas muitas pessoas ainda acreditam que os Illuminati existam até os dias atuais, e estão por trás do controle do mundo.
A teoria da conspiração sugere que os Illuminati são as 13 famílias mais ricas do mundo, que ditam as regras do jogo, controlando todos os governos, que por sua vez controlam a nós. Rumores de sua existência são levantados com aparições de símbolos ou referências na mídia, sobretudo em filmes, e em diversos lugares como nomonumento da Georgia, os caixões do FEMA, no Aeroporto de Denver e em vários outros lugares, como na nota de 1 dólar.
O objetivo da sociedade secreta atualmente seria criar um governo mundial, com uma única moeda, onde não há países e nenhuma religião, além de manter a população mundial abaixo dos 500 milhões de habitantes.
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sexta-feira, novembro 22, 2013
PILULA MAÇÔNICA Nº 115
Águia Bicéfala na Maçonaria
Antes que algum maçom venha supor que a “Águia Bicéfala” tenha sido definida e projetada como símbolo pela Maçonaria, vamos esclarecer algo sobre esse assunto, conforme relatado abaixo:
A águia, uma ave de rapina, pelas suas características físicas e temperamento, tornou-se um símbolo adotado pela humanidade, desde a mais alta antiguidade.
Os druidas a consideravam como emblema da Divindade Suprema. Era símbolo no Egito, na Pérsia, Babilônia, Grécia, etc. É mencionada no Antigo Testamento e serviu de insígnia de guerra aos antigos romanos.
É símbolo no Ocultismo e na Cabalá.
Na Maçonaria, por estar aliada à força, a decisão, a superioridade e a inteligência, é tida como símbolo da grandeza, da sabedoria, da liberdade e do poder (N. Aslan).
A cabeça da Águia representava, nos primórdios, o poder de um Imperador sobre seu Império. Quando um Imperador tinha dois Impérios, seu poder era representado por uma águia de duas cabeças. Foi o caso do Imperador Romano que dividiu suas áreas dominadas em dois impérios: o Império do Ocidente e o Império do Oriente.
O Império do Ocidente, baseado em Carlos Magno e seus descendentes, foi chamado de “Santo Império Romano-Germânico” e o do Oriente, com a fundação de Constantinopla, foi chamado de Bizantino.
Outros impérios que igualmente se duplicaram, também usavam a “Águia Bicéfala” como símbolo ou emblema em seus brasões.
Na Maçonaria, essa “Águia Bicéfala” foi adotada no inicio da definição do Rito Escocês Antigo e Aceito, na França, possivelmente em 1758. O Corpo Maçônico que começou a desenvolver a base desse Rito, era chamado de “Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente” e adotou a “Águia Bicéfala” como Símbolo e, assim, ela continua sendo usada no Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Esse sistema “escocês”, conhecido como “Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente”, ou, também conhecido como “Soberana Loja Escocesa de São João de Jerusalém” criou um Sistema de Altos Graus, num total de 25 graus.
Em 1762, esse sistema foi oficializado e esses graus superiores foram chamados de “Graus de Perfeição” e essa escala de 25 graus foi chamada de “Rito de Perfeição” ou “Rito de Héredom” foi levado para a América do Norte, onde se desenvolveu de modo totalmente desorganizado.
Conforme Mestre Castellani, temos: “Diante desse caos existente, um grupo de Maçons, reunidos a 31 de maio de 1801, na cidade de Charleston, no estado de Carolina do Sul, por onde passa o Paralelo 33 da Terra, resolveu acrescentar alguns graus e criar o “Supremo Conselho do Grau 33” que, por ser o primeiro do mundo, denominou-se “Mother Council of the World”. “Marcando o inicio de uma fase de organização e método de concessão dos Altos Graus. Esse primeiro Conselho adotou a divisa “Ordo ab Chao”, o caos em que havia se transformado o emaranhado de Altos Graus, concedidos sem critério lógico, e sem que houvesse um poder organizador e disciplinador”.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
Águia Bicéfala na Maçonaria
Antes que algum maçom venha supor que a “Águia Bicéfala” tenha sido definida e projetada como símbolo pela Maçonaria, vamos esclarecer algo sobre esse assunto, conforme relatado abaixo:
A águia, uma ave de rapina, pelas suas características físicas e temperamento, tornou-se um símbolo adotado pela humanidade, desde a mais alta antiguidade.
Os druidas a consideravam como emblema da Divindade Suprema. Era símbolo no Egito, na Pérsia, Babilônia, Grécia, etc. É mencionada no Antigo Testamento e serviu de insígnia de guerra aos antigos romanos.
É símbolo no Ocultismo e na Cabalá.
Na Maçonaria, por estar aliada à força, a decisão, a superioridade e a inteligência, é tida como símbolo da grandeza, da sabedoria, da liberdade e do poder (N. Aslan).
A cabeça da Águia representava, nos primórdios, o poder de um Imperador sobre seu Império. Quando um Imperador tinha dois Impérios, seu poder era representado por uma águia de duas cabeças. Foi o caso do Imperador Romano que dividiu suas áreas dominadas em dois impérios: o Império do Ocidente e o Império do Oriente.
O Império do Ocidente, baseado em Carlos Magno e seus descendentes, foi chamado de “Santo Império Romano-Germânico” e o do Oriente, com a fundação de Constantinopla, foi chamado de Bizantino.
Outros impérios que igualmente se duplicaram, também usavam a “Águia Bicéfala” como símbolo ou emblema em seus brasões.
Na Maçonaria, essa “Águia Bicéfala” foi adotada no inicio da definição do Rito Escocês Antigo e Aceito, na França, possivelmente em 1758. O Corpo Maçônico que começou a desenvolver a base desse Rito, era chamado de “Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente” e adotou a “Águia Bicéfala” como Símbolo e, assim, ela continua sendo usada no Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Esse sistema “escocês”, conhecido como “Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente”, ou, também conhecido como “Soberana Loja Escocesa de São João de Jerusalém” criou um Sistema de Altos Graus, num total de 25 graus.
Em 1762, esse sistema foi oficializado e esses graus superiores foram chamados de “Graus de Perfeição” e essa escala de 25 graus foi chamada de “Rito de Perfeição” ou “Rito de Héredom” foi levado para a América do Norte, onde se desenvolveu de modo totalmente desorganizado.
Conforme Mestre Castellani, temos: “Diante desse caos existente, um grupo de Maçons, reunidos a 31 de maio de 1801, na cidade de Charleston, no estado de Carolina do Sul, por onde passa o Paralelo 33 da Terra, resolveu acrescentar alguns graus e criar o “Supremo Conselho do Grau 33” que, por ser o primeiro do mundo, denominou-se “Mother Council of the World”. “Marcando o inicio de uma fase de organização e método de concessão dos Altos Graus. Esse primeiro Conselho adotou a divisa “Ordo ab Chao”, o caos em que havia se transformado o emaranhado de Altos Graus, concedidos sem critério lógico, e sem que houvesse um poder organizador e disciplinador”.
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
quinta-feira, novembro 14, 2013
A Maçonaria, sendo algo de sério, não tem que ser sisuda. Os maçons tratam do que é sério com seriedade, mas também sabem descontrair, brincar e utilizar o humor para evidenciar pontos de vista, quando é o momento e o ambiente para tal. O episódio que vou contar é uma demonstração disso mesmo. Ocorreu recentemente, no decorrer de um ágape da Loja Mestre Affonso Domingues.
Os ágapes são importantes complementos das reuniões maçónicas. No decorrer das sessões trabalha-se de modo sério, compenetrado, concentrado e tão eficiente quanto possível, sobre os assuntos que são objeto da reunião. Finda a sessão formal, os obreiros da Loja reúnem-se então à volta de uma mesa e, partilhando uma refeição, convivem, conversam, debatem, brincam, enfim, conhecem-se melhor e reforçam os laços entre si. É frequente que, mesmo nesse ambiente descontraído, sejam colocados temas para debate ou análise que, sendo sérios, não perdem nada em serem tratados de forma mais coloquial.
Foi o caso num dos últimos ágapes da Loja. O Venerável Mestre introduziu o tema da Tolerância e foi inevitável - é certo como a morte! - que rapidamente a conversa evoluísse para o sub-tema dos limites à Tolerância, se existem, como existem, quais são. É um tema repetidamente visitado e debatido, até porque é obviamente um assunto imprescindível na formação dos mais novos.
Sobre o tema, a minha convicção está assente e, em termos sérios, está exposta, designadamente, no texto "Os limites da Tolerância". Mas num ágape a conversa evolui e oscila entre o sério e o ligeiro e, opina daqui, brinca dali, vai-se passando a mensagem aos mais novos. Foi o que, mais uma vez, sucedeu naquele ágape. Começou-se pelo lado sério e, a partir de certa altura, a conversa aligeirou.
Já alguém tinha repetido a conhecida e mil vezes citada frase do Grão-Mestre Fundador de que "o limite da Tolerância é a estupidez". Já tinha sido proferida a clássica piada do "eu sou tão tolerante que, sendo benfiquista, estou bem e contente aqui entre dois sportinguistas" (ou vice-versa) - Nota para os leitores do Brasil, talvez desnecessária, mas à cautela colocada: Benfica e Sporting são os dois grandes clubes desportivos de Lisboa, mantendo entre si assinalável rivalidade, tal como, imagino eu, sucede no Rio de Janeiro em relação ao Fla-Flu ou, em Porto Alegre, em relação ao Grémio e ao Internacional.
Foi então que o Hélder se levantou. O Hélder é um dos fundadores da Loja. Está muito bem conservado para a idade. Ninguém lhe dá os setenta anos que tem - e se, alguém, porventura, quisesse dá-los, o Hélder de imediato os recusaria, dizendo que já os tinha, não precisava de outros... É um espírito culto, sagaz, sabedor e bem-disposto, que maneja com invulgar à-vontade a difícil arte da ironia. Seja sobre que assunto for, quando o Hélder fala, todos lhe prestam atenção. Mas então quando o Hélder se levanta para falar, todas as conversas cruzadas se suspendem, todos os olhares o fixam e o silêncio expectante instala-se em menos de um ai!
O Hélder levantou-se, pois - e o silêncio instalou-se! Mas, para adensar o suspense, o Hélder não se limitou a levantar-se. Pediu ao Irmão que se sentava ao seu lado direito para se levantar também, dizendo que precisava dele de pé para que todos entendessem bem o que ele ia dizer! Não há dúvida que o Hélder é mestre em garantir toda a atenção de toda a gente na sala. E garantiu-a automaticamente! Todos aguardavam expectantes o que ele ia dizer, de pé e com um Irmão de pé ao seu lado!
Disse então o Hélder mais ou menos isto:
- Querem os meus prezados Irmãos saber quais os limites da Tolerância? Então vou explicar-vos com um exemplo claro, que todos vós vão entender.
- Como sabem, ao longo dos meus mais de cinquenta anos de trabalho, conheci muita gente e muita gente me conhece. São tantos e em tantos lados que, às vezes nem já reconheço todos. Mas é frequente aparecer alguém que me conhece e, saudando-me, "então como está o meu amigo", me dá uma pequena pancada amigável no ombro - e o Hélder exemplifica, dando uma pequena pancada na omoplata esquerda do Irmão que colocara de pé ao seu lado direito.
- Eu claro que tolero isso. É normal; é até simpático. E prossegue:
- Àqueles que me conhecem melhor, que são meus amigos, até tolero quando me saúdam, "Bons olhos te vejam...", e me dão uma pancada amigável no meio das costas - e o Hélder continua a exemplificar dando uma pequena pancada na zona lombar do Irmão ao seu lado.
- Tolero isso também com toda a normalidade.
De seguida, placidamente, conclui:
MAS O LIMITE DA TOLERÂNCIA ESTÁ NO CINTO!!!!!
Gargalhada imediata, geral e prolongada!
Ou muito me engano ou esta é daquelas frases que vai fazer escola e ser muitas vezes citada... Se a ouvirem, ficam a saber a sua origem!
Rui Bandeira
quarta-feira, novembro 13, 2013
Esquadro Nível e Prumo
João Guilherme da Cruz Ribeiro
O primeiro registro de joias maçônicas de que se tem conhecimento até agora está nas atas de 24 de junho de 1727, da primeira grande loja, quando se resolveu:
Que, em todas as lojas e nas comunicações quadrimestrais e nas reuniões gerais, o mestre e os vigilantes usem as joias pendentes de uma fita branca, quer dizer, que o mestre use o esquadro, o primeiro vigilante o nível e o segundo vigilante o prumo.
Faz sentido que as joias que identificam os principais oficiais da loja tenham sido inspiradas nas ferramentas de aferição dos antigos maçons operativos.
Essa associação entre as joias e os cargos existe desde tempos remotos, remontando ao nosso passado operativo. O irmão J. S. Purvis mergulhou em antigos documentos que fazem referência a maçons, na cidade de York, entre eles as atas da paróquia, sediada na famosa Catedral York Minister. Fica patente, pelos registros, "que, dos meados do século XVI, ou até antes, há evidências de um sistema bem definido ou ordem entre os maçons da Catedral de York".
Mais adiante, ainda pesquisando nas atas da Catedral de York, ele encontra um trecho importante, na parte referente a 1370:
É ordem que nenhum maçom seja recebido para o trabalho da igreja sem que seja provado, por uma semana ou mais, quanto à sua destreza; e, depois que seja considerado competente em seu trabalho, que seja recebido com o assentimento geral do mestre e vigilantes da obra e dos mestres maçons e que jure sobre o livro, tão verdadeira e operosamente quanto puder, sem subterfúgios ou malícia, guardar todos os pontos desta obrigação em tudo que lhe diga respeito ou venha dizer.
Mais adiante, ele relaciona uma lista de ferramentas no inventário da loja de pedreiros, no ano de 1400: "incluía 69 malhos, 96 cinzéis de ferro, 24 malhetes com acabamento em ferro, um compasso de ferro e duas tábuas de delinear". É importante notar que não constavam esquadros, níveis ou prumos, ferramentas imemorialmente associadas aos responsáveis pela loja operativa. Isto porque elas são ferramentas de aferição, de verificação dos trabalhos executados pelos artífices. E, como tal, guardadas individual e zelosamente por aqueles responsáveis, o mestre e os vigilantes.
É preciso entrar no contexto. Então, o nível de bolha, a versão moderna da ferramenta tradicional, pode ser excelente para o mestre de obras com a mão na massa, mas não tem lugar na loja maçônica, por favor!
Fonte
1. GUILHERME, João, Tudo tem Razão de Ser, Cada Coisa tem seu Nome, ISBN 978-85-7252-319-6, primeira edição, Editora Maçônica a Trolha Limitada, 212 páginas, Londrina, 2013.
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