quinta-feira, junho 05, 2014


 
 
ESTAR ENTRE COLUNAS
I- INTRODUÇÃO
O propósito do presente trabalho é delinear os direitos e obrigações do “Entre Colunas”, prática muito usada especialmente nas reuniões capitulares de uma das ordens Básicas da Maçonaria, que foi a Ordem dos Cavaleiros Templários. Infelizmente, não mais tem sido ensinada e nem posta em práticas nas Lojas.
 
O interior de uma loja Maçônica (Templo) é dividido em quatro partes, onde a mesma simboliza o Universo.
Assim temos o Oriente, o Norte e o Sul. Em algum tempo na história, logo após a construção do primeiro templo Maçônico do mundo, o Freemasons Hall, em Londres, no ano de 1776, baseado inteiramente no parlamento Inglês, construído em 1296, estabeleceu-se que as áreas pertencentes ao Norte e ao Sul chamar-se-iam Coluna do Norte e Coluna do Sul. Assim, quando um Irmão, em Loja está Entre a Coluna do Norte e a do Sul, e não entre as Colunas B e J. Mesmo próximo à grade que separa o Oriente do resto da Loja, o Irmão estará Entre Colunas. Desta forma é extremamente incorreto dizer que o passo ritualístico dos maçons tem que começar entre as Colunas B e J. Tanto isso é verdade, que os Templos modernos, especialmente de Lojas de Jurisdição do grande Oriente do Brasil e MG, têm suas Colunas B e J no Átrio, e não no interior do Templo.
 
Em síntese, podemos apresentar algumas situações do que é Estar Entre Colunas:
• É conjunto de Obreiros que formam as Colunas Norte Sul;
• Em sentido figurado, são os recursos físicos, financeiros morais e humanos, que mantêm uma instituição maçônica em pleno funcionamento;
• É quando a palavra está nas Colunas em discussão;
• É quando o Irmão, colocar-se ou postar-se entre as Colunas Norte e do Sul, no centro do piso de mosaico onde isto evidencia que o Obreiro que assim o faz, é o Alvo de atenção de toda Oficina;
• Na circulação do Tronco de Beneficência, o 1º Decágono aguarda Entre Colunas;
• Quando a Porta-Bandeira, com a Bandeira apoiada no ombro, entra no templo este por sua vez se põe Entre Colunas.
• Na apresentação de Trabalhos, o Irmão se apresentar Entre Colunas durante o Tempo de Estudos;
• No atraso do Irmão, o mesmo ao adentrar ao Templo ficará à ordem e Entre Colunas nas, aguardando a ordem do V.•. M.•. para que tome posse do assento.
• Em atividades ou em conversas sigilosas;
• Em assuntos ditos ou feitos, o qual jura segredo;
 
II – DESENVOLVIMENTO
Em toda a Assembléia Maçônica, os irmãos poderão  haver-se do uso da palavra em momento oportuno; caso queira obter a palavra estando “Entre Colunas”, poderá solicitá-la com antecedência ao Venerável Mestre, e obrigatoriamente levar ao seu reconhecimento o assunto a ser tratado. Sendo o Obreiro impedido de falar, ou sofra algum desrespeito a seus direitos, poderá solicitar ao Venerável Mestre que o conduza ”Entre Colunas”, e se autorizado pela parte Venerável o mesmo poderá falar sem ser interrompido desde que haja um decoro de um Maçom. Se, para estar Entre Colunas é necessária a autorização do V.•. M.•., em contrapartida, nenhum Irmão pode se negar de ocupar aquela posição, quando legalmente solicitado pela Loja, sob pena de punição.
 
No entanto, as possibilidades do uso da Palavra Entre Colunas são muitas e constituem um dos melhores instrumentos dos Obreiros do Quadro, sendo uma das maiores fontes de direito, de liberdade e de garantia, tanto para os irmãos, quanto para a loja. Não há regulamentação; tal vez por isso, cada dia esse direito vem sendo eliminado dos trabalhos maçônicos.
 
Atualmente um Irmão somente é solicitado a estar Entre Colunas, em situação de humilhação e situações tanto quanto degradantes e constrangedoras. Associou-se a idéia de responder Entre Colunas à idéia de punição, quando em realidade isso deveria ser diferente e muito melhor explorado, em beneficio do Quadro de Obreiros de todas as lojas.
 
Estando Entre Colunas, um Irmão pode acusar, defender a sua ou outrem, pedir e julgar, assim como comunicar algo que necessite sigilo absoluto, devendo estar consciente da posição que está revestido, isto é, grande responsabilidade por tudo que disser ou vier a fazer.
 
A tradição maçônica é tão rigorosa no tange á liberdade de expressão, que quando um Irmão estiver em Pé e a Ordem e Entre Colunas, para externar sua opinião ou defender-se, não pode ser interrompido, exceto se tiver sua palavra cassada pelo venerável Mestre, ato este conferido ao mesmo.
 
Estando Entre Colunas, o Irmão NÃO poderá se negar a responder a qualquer pergunta, por mais íntima que seja e também não poderá mentir ou omitir sobre a verdade dos fatos, pois desta forma o Irmão perde sumariamente os seus direitos maçônicos, pelo que deve ser julgado não importando os motivos que o levaram a tais atitudes. Por motivos pessoais, um maçom pode se negar a responder a quem que seja aquilo que não lhe convier, mas se a indagação for feita Entre Colunas, nenhuma razão justificará qualquer resposta infiel.
 
Igual crime comete aquele que obrigar alguém a confessar coisas Entre Colunas injustificadamente, aproveitando-se da posição em que se encontra o Irmão sem que haja razão lícita e necessária, por perseguição ou com intuito de ofender, agravar ou humilhar desnecessariamente.
 
Quando um irmão está Entre Colunas e indaga os demais Irmãos sobre qualquer questão, de forma alguma lhe pode ser negada uma resposta. Nenhuma razão justificará que seja mantido silêncio por aquele que tenha algo a responder.
 
Uma aplicação prática do Entre Colunas pode ser referência a assuntos do mundo profano. É lícito e muito útil pedir informações Entre Colunas, sejam sociais, morais, comerciais, etc., sobre qualquer pessoa, Irmão ou Profano, desde que haja razões válidas para tal fim. Qualquer dos presentes que tiver conhecimento de algo está obrigado a declarar, sob pena de infração ás leis Maçônicas. O Irmão que solicitou as informações poderá fazer uso das mesmas, porém deve guardar o mais profundo silêncio sobre tudo que lhe for revelado e jamais poderá, com as informações recebidas, praticar qualquer ato que possa comprometer a vida dos informantes ou a própria Loja.. Se não agir dessa forma será infrator das Leis Maçônicas.
 
Suponhamos que um Irmão tenha algum negócio a realizar em outro Oriente e necessita informações, mesmo comerciais, sobre alguma pessoa ou firma. A ele é lícito indagar essas informações Entre Colunas e todos os demais Irmãos, se souberem de algo a respeito, são obrigados a darem respostas ao solicitante.
 
Outro meio Lícito e útil de se obter informações é através de uma prancha, endereçada a uma determinada Loja, para se lidar Entre Colunas. Neste caso, a Loja é obrigada a responder, guardar o mais profundo silêncio sobre o assunto, cabendo todos os direitos, obrigações e cabendo todos os direitos, obrigações e responsabilidades ao solicitador, que deverá guardar segredo sobre tudo o que lhe foi respondido e a fonte de informações.
 
III – CONCLUSÃO
Muitas são acepções que norteiam sobre os ensinamentos do significado de Estar entre Colunas, porém, deve o Maçom sempre edificar suas Colunas interiores embaçado pelos Princípios da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, primando pelo bem-estar da família e pelo aperfeiçoamento da sociedade através do trabalho e do estudo, para com isso perfazer-se um homem livre e de bons Costumes.
 
Como dissemos no início, não há mais regulamentação ou Leis Normativas para o uso do Entre Colunas; e se não há normas que sejam encontradas nos livros maçônicos, é porque pura e simplesmente os princípios da condição Estar Entre Colunas, somente a verdade pode ser dita. Obedecido este princípios tudo mais é decorrência.
 
Este, alegoricamente, talvez seja o real significado no bojo dos ministérios que reagem as Colunas da Maçonaria, pois Estar entre Coluna é estar entre Irmãos.
 
BIBLIOGRAFIA
ASLAN, Nicola. Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia. Londrina: “ A TROLHA.
CARVALHO, Assis. Companheiro Maçom. Londrina ”A TROLHA”.
Símbolos Maçônicos e suas origens. Londrina: “A TROLHA”.
CASTELLANI, José. Liturgia e Ritualística do Grau de Aprendiz Maçom
EGITO, José Laércio do. In Coletânea 2. Londrina: “ A TROLHA”.
PUSCH, Jaime. A B C do aprendiz.
Santos, Amando Espósito dos Santos; CONTE, Carlos Basílio, FERREIRA, Cláudio Roque Buono, COSTA, Wagner Veveziani. Manual Completo para lojas Maçônicas. São Paulo: Madras, 2004
Um TFA
Hugo R. Pimentel

segunda-feira, maio 26, 2014


 Historia do Bode

O nosso mais célebre e saudoso escritor Maçônico Brasileiro Ir.’. José Castellani (In Memoriam) escreveu.

A origem desta denominação data do ano de 1808. Porém, para saber do seu significado temos necessidade de voltarmos no tempo. Por volta do III ano d.C. vários Apóstolos saíram para o mundo a fim de divulgar o cristianismo. Alguns foram para o lado judaico da Palestina. E lá, curiosamente, notaram que era comum ver um judeu falando ao ouvido de um bode, animal muito comum naquela região. Procurando saber o porquê daquele monólogo foi difícil obter resposta. Ninguém dava informação, com isso aumentava ainda mais a curiosidade dos representantes cristãos, em relação àquele fato. Até que Paulo, o Apóstolo, conversando com um Rabino de uma aldeia, foi informado, de que aquele ritual era usado para expiação dos erros. Fazia parte da cultura daquele povo contar a alguém da sua confiança, quando cometia, mesmo escondido, as suas faltas; ficaria mais aliviado junto à sua consciência, pois estaria dividindo o sentimento ou problema.
Mas por que bode? – Quis saber Paulo. É porque o bode é seu confidente. Como o bode não fala o confesso fica ainda mais seguro de que seus segredos serão mantidos, respondeu-lhe o Rabino. A Igreja, trinta e seis anos mais tarde, introduziu, no seu ritual, o confessionário, juntamente com o voto de silêncio por parte do padre confessor – nesse ponto a história não conta se foi o Apóstolo que levou a idéia aos seus superiores da Igreja; o certo é que ela faz bem à humanidade, aliado ao voto de silêncio. O povo passou a contar as suas faltas.
Voltemos a 1808, na França de Bonaparte, que após o golpe dos 18 Brumário, se apresentava como novo líder político daquele país. A Igreja, sempre oportunista, uniu-se a ele e começou a perseguir todas as instituições que não governo ou a Igreja.
Assim a Maçonaria, que era um fator pensante, teve seus direitos suspensos e seus Templos fechados; proibida de se reunir. Porém, irmãos de fibra na clandestinidade, se reuniram, tentando modificar a situação do país.
Neste período, vários Maçons foram presos pela Igreja e submetidos a terríveis inquisições.
Porém, ela nunca encontrou um covarde ou delator entre os Maçons. Chegando a ponto de um dos inquisidores dizer a seguinte frase a seu superior:
- “Senhor este pessoal (Maçons) parece “BODE”, por mais que eu flagele não consigo arrancar-lhes nenhuma palavra”.
Assim, a partir desta frase, todos os Maçons tinham, para os inquisidores, esta denominação: “BODE” – aquele que não fala o que sabe guardar segredo.

quinta-feira, maio 01, 2014


TRONO E O SÓLIO


Saudações estimados Irmãos,
o Venerável assenta-se no Trono ou no SÓLIO?

Se você respondeu no Trono, acertou; no Sólio, também acertou. Mas se respondeu no Trono que está no Sólio cometeu uma enorme redundância; o mesmo que, subir para cima e descer para baixo.

 Certamente foi lhe instruído que, o Primeiro Diácono fica abaixo do Sólio, e o Sólio é onde fica a cadeira do Venerável, do ex-Venerável e da maior autoridade maçônica presente.

 Devo abrir um parêntese para explicar que esta informação é passada principalmente no Rito Escocês, mas há alguns ritos que não fazem menção do Sólio e às vezes, nem dos diáconos e da divisão entre ocidente e oriente.

 O uso do palavra SÓLIO, como mobiliário de uma Loja Maçônica é corretíssimo, pois quer disser "assento do Rei", "Trono" se levarmos em consideração que fazemos analogia entre a Loja Maçônica e o Templo de Salomão, nada mais plausível que chamemos a cadeira do Venerável Mestre de Trono de Salomão ou se quiserem Sólio de Salomão.

Eu, particularmente, prefiro a palavra Sólio, Trono, dá-nos idéia de Realeza, Poder Temporal, Luxo, já, Sólio está mais ligado aos aspectos espirituais. Palavra de origem latina que designa assento elevado, por metonímia: poder ou autoridade real.

O mais famoso dos Sólios é o Sólio estelífero que enfeita o teto de nossas Lojas e talvez o mais poderoso seja o Sólio Pontifício que é a Cadeira de São Pedro (não se usa o termo Trono de São Pedro). Tendo a oportunidade de ir ao Vaticano, visite a Igreja de São Pedro. Conte os degraus que elevam o Sólio Pontifício, de onde o Papa celebra as missas, irá encontrar sete degraus.

 Não são quatro mais três, são sete degraus diretos, mesmo assim lembram alguma coisa! Fico a pensar, em quanta Força é necessária para um homem alcançar o Sólio, não força bruta, mas, Força de Vontade, Determinação.

É possível que use a Força do Bom Propósito. Dotado dessa força, cabe estão o Trabalho. Um trabalho social e moral, onde o enquadramento do indivíduo resultará num ganho para a sociedade, para o tanto ele deverá recorrer a Ciência para transpor um nível e favorecer a disposição da alma para a pratica do Bem, que é realmente a Virtude. Virtuoso alcançará um grau de Pureza, pois somente os puros, podem ser um foco de Luz, e fazer prevalecer a Verdade em nossa Sublime Ordem.

Apenas como curiosidade: O Trono de Salomão era grande, todo em marfim finamente trabalhado e coberto de ouro puríssimo, o espaldar do trono ao alto era redondo; de ambos os lados tinha braços junto ao assento, e dois leões junto aos braços. Também havia doze leões um em cada extremidade lateral dos degraus. Nunca houve um trono tão bonito em nenhum outro reino..

O Trono ficava sobre um estrado de seis degraus (Liv. dos Reis). O objetivo deste pequeno artigo é aguçar a curiosidade dos Irmãos, aos estudos. Qual a sua resposta para essa pergunta: - Se o Sólio de Salomão ficava no alto de seis degraus, por que o do Venerável fica no alto de sete degraus? Faça uma pesquisa e quando ela estiver pronta, leve para sua Loja enriquecendo seu Quarto de Hora de Estudos.

Lembre-se independente do Grau ou de Cargos somos responsáveis pela qualidade das Sessões Maçônicas.

quarta-feira, abril 30, 2014

MAÇONARIA: COWAN - (GOTEIRA)
  
     
 
"COWAN" é uma palavra desconhecida para uma boa parte da população maçônica, principalmente da nossa região. "Goteira", porém, muda um pouco de figura, sendo um termo nosso conhecido e o personagem considerado perigoso entre os Maçons.
Na Inglaterra também tem o significado de Goteira e de Profano; porém o termo Covan não figurou na maçonaria Inglesa até ser introduzido como que oficialmente, pelo Escocês Dr. James Anderson, em seu segundo "Livro das Constituições", em 1738 (quando da sua reforma).
Se derivado do Grego o termo Cowan significa "CÃO" – devido aos curiosos e asquerosos hábitos daquele animal. Queriam eles dizer que cães e porcos estão sempre associados à sujeira.
Um dicionário de linguagem francesa, de Jeiniesom, diz que Cowan é derivado da palavra francesa "COION" (um companheiro covarde) um (miserável covarde), sendo para alguns escritores um disparate, esta colocação.
As pesquisas dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, apontam como "Covan", um maçom que construía "muro seco" – isto é, muros ou paredes sem o uso de cimento ou argamassa. Entendemos que os Maçons da época queriam dizer que aqueles homens (os Covans) não tinham o principal elemento cultural para ligar, convenientemente (com argamassa = atributos), as pedras preparadas com o uso do "Maço" e do "Cinzel", (ferramentas usadas pelos "Canteiros ou fazedores de cantos em pedras da época); então, construíam, amontoando e aprumando simplesmente as pedras preparadas".
Diz-se ainda que o termo Covan foi extraído de um documento maçônico, em 1730, portanto, antes da Reforma da Constituição de Anderson em 1738, quando Samuel Prichard introduziu a referida palavra num diálogo existente no seu livro "MASONRY DISSECTED":
P. – Onde se assenta o Aprendiz?
R. – No Norte.
P. – Qual a sua ocupação?
R. – Afastar os "COVANS" (curiosos) e bisbilhoteiros.
P. – Se um bisbilhoteiro for apanhado, como deve ser castigado?
R. –Deve ser colocado sob o beiral da casa até que as Goteiras da chuva, a escorrer pelos seus ombros, saiam pelos sapatos.
Como podemos ver, em 1930, duas palavras conhecidas nossas nos dias de hoje aparecem no referido livro Inglês.
Levantou-se ainda que a Ata N° 0, da Loja Mãe do Mundo "KILWINNING", de 1707, antes ainda de 1730, registrou que nenhum Maçom deve empregar um "Cowan" (Maçom sem a Palavra), para trabalhar. Isto significa que naquela época quem não tinha uma certa palavra, convencional, não podia trabalhar para os maçons regulares ou junto com eles. Assim como nos nossos dias não podemos ter ingresso às Lojas sem a P. ´. Sem.´., sabendo, inclusive, como transmiti-la;
A palavra Cowan aparece freqüentemente nos textos Escoceses, significando: espião, abelhudo, bisbilhoteiro etc., embora seu significado na Maçonaria não era só isso, podendo dar significação a um Pedreiro que, após trabalhar determinado tempo e ao final, não conseguisse renovar o seu contrato, mesmo que trabalhasse sete anos, este Aprendiz de Pedreiro, somente por este tempo de serviço, poderia não entrar para a "Fraternidade" (grupo organizado de homens do Maço, Maçons), passando a ser considerado um Cowan (bisbilhoteiro), um estranho, um Goteira nos assuntos de Maçonaria.
Seria o mesmo, nos dias de hoje, que um Aprendiz ou Companheiro, ao final do seu Interstício não conseguisse, por algum motivo, ser Elevado ou Exaltado, sendo desligado do Quadro e não tendo mais acesso aos trabalhos e ainda mais, sua aproximação sendo considerada a partir daí, um ato de curiosidade.
Como dissemos, o termo COWAN entrou oficialmente para a Maçonaria em 1738, significando profano, embora se saiba que esta designação, fora da Maçonaria signifique uma pessoa estranha às coisas religiosas, um ignorante às coisas sagradas, etc.
O nosso Irmão Assis Carvalho informa, inclusive, que o cargo de Cobridor Externo (Tyler em inglês), originou-se devido a presença do Covan (Goteira), que se aproximava para observar os trabalhos da Loja e ouvir o que os Maçons falavam ou faziam.
Quando um Cowan (Goteira) se aproximava da Loja ou de um grupo de Maçons, eles diziam: CHOVE, GOTEIRA; se era uma mulher que se aproximava, diziam: NEVA, ESTÁ NEVANDO. E imediatamente todos paravam de falar, pelo menos em assuntos da Maçonaria.
O termo Goteira ou (Cowan em outro idioma) nos chama a atenção até mesmo na C.´. de Ref.´.: "Se a curiosidade aqui te conduz, retira-te". O curioso sempre foi mal visto pelos Maçons.
No passado, na Maçonaria Operativa, o tratamento dado aos Cowans (Goteiras) era o seguinte: quando se pegava alguém espionando os trabalhos da Loja, que na verdade funcionavam em tavernas (tabernas), aplicavam-lhe uma tremenda surra e o colocavam embaixo das goteiras da chuva para molhar-se todo. Se fosse tempo seco, davam-lhe um bom banho, isto depois de uma boa surra.
Finalmente, depois de contarmos todos o milagres pesquisados no Livro "Símbolos Maçônicos" dos Irmãos Assis Carvalho e Xico Trolha, vamos contar (conforme entendemos), a origem do termo ora estudado, o nosso famoso "Goteira".
Consta nos velhos escritos ingleses que, durante as reuniões de Pedreiros alguns curiosos subiam nos telhados das tavernas (tabernas), penduravam-se nas calhas ou nos beirais, deitavam-se nos telhados e com as cabeças penduradas como se fossem goteiras da chuva, tentavam ouvir e ver o que falavam ou faziam os Maçons durante as reuniões.
Quando eram pegos, acontecia tudo aquilo que dissemos anteriormente. Apanhavam e eram colocados sob a goteira da chuva já que gostavam de assim se comportarem. Daí a menção dos escritores de que a presença de um irmão armado de espada fora dos Templos (Cobridor Externo) originou-se da necessidade dos Maçons se protegerem dos "Goteiras" daquela época.
O escritor se posiciona em mais de uma vez em sua pesquisa, quanto a necessidade de termos uma única Pal.´. Sem.´. entre as Potências, desde que regulares.

Do livro
"Símbolos Maçônicos"
 

terça-feira, abril 22, 2014


Maçonaria, Uma Faculdade na Escola da Vida.
 
A vida é uma escola. Desde a concepção no útero materno, estamos a aprender. Após o nascimento, o aprendizado se intensifica. Aprendemos a andar, a falar, somos alfabetizados, educados e vivemos em sociedade.
 
As leis dos homens regulam nossas condutas sociais. O uso e os costumes, a moral e as leis, traçam nosso comportamento. Dentro dessa escola da vida, alguns homens tem o privilégio de ingressarem numa faculdade, que se chama Maçonaria. Alguns terminarão o curso e receberão o diploma. Outros, desistem no início, no meio ou no fim. Outros ainda, são reprovados e perdem a oportunidade. São, o livre arbítrio e as regras do curso. A faculdade começa na iniciação e termina na diplomação, que é a comunhão total e final, cuja banca examinadora é o Tribunal de nossa consciência e a misericórdia do Grande Arquiteto do Universo.
 
A Maçonaria é uma faculdade na vida, que incentiva a pesquisa da verdade, o exercício do amor e da tolerância. Que recomenda o respeito às leis, aos costumes, às autoridades e, sobretudo, à opção religiosa de cada um. A Maçonaria não se preocupa em retribuir as ofensas injustas recebidas pelos que não a conhecem, mas, devemos nos defender mostrando aos nossos algozes o que é a Maçonaria. Filosófica, moral e espiritualista é a Maçonaria. Filosófica, porque leva o homem a se ajudar na busca da verdade que ele procura, a vencer suas paixões e submeter sua vontade à verdadeira razão. É moral, porque só aceita homens de bons costumes, que comem o pão com o suor de seus rostos. É espiritualista, por não admitir ateus em suas fileiras. Aliás, nossa Sublime Ordem é a única organização que transforma em irmãos pessoas de crenças religiosas diferentes, pois nela convivem harmoniosamente católicos, espíritas, protestantes, budistas, maometanos, judeus, etc…
 
Alguns apressados poderiam pensar que isso significa que os maçons sejam transformados em seres absolutamente passivos, submissos, sem o menor interesse pelo que se passa na sociedade, em nosso país e no mundo. Outra inverdade, pois os maçons se preocupam com tudo o que acontece, a Maçonaria é universal. Se os maçons têm como compromisso maior a busca incessante da verdade, é claro que precisam exercitar continuadamente o direito de pensar em soluções que possam eliminar o mal, sem destruir o homem. Ela tem seus métodos próprios de ação, conhecidos pelos verdadeiros maçons, os quais são agentes da paz e chamam os conflitos armados de a estupidez da guerra, da guerrilha, do terrorismo, do radicalismo e da ignorância.
 
A Maçonaria sempre se colocou a favor da liberdade, contrária a qualquer tipo de opressão que sonegue ao ser humano o direito de pensar. Jamais pode ser radical, pois a virtude mora no meio, no bom senso, na equidade e isonomia. Mas, como exige de seus adeptos uma vida de constante exercício de cavar masmorras aos vícios e erguer templos às virtudes, ela sabe que o maior ensinamento que os maçons possam oferecer reside no exemplo oferecido por cada pedreiro livre, que não se esquece do polimento da pedra bruta que somos e da necessidade de erigirmos nosso templo interior. É aí que valorizamos o entendimento de Cícero: Sou livre porque sou escravo da lei! “Andar na lei” é difícil, fácil é andar fora dela. O maçom sabe que uma vida digna equivale a um templo erguido à virtude e que somente terá vencido suas paixões quando houver aprendido a respeitar e a amar cada ser humano, nunca se acovardando quando tiver de exigir de qualquer um o cumprimento da lei. Principalmente diante da covardia de maiorias que procuram esmagar impiedosamente as minorias, ou fanáticos que usam métodos covardes para valerem suas condutas.
 
A Maçonaria combate a hipocrisia, o fanatismo, a intolerância. E combate esses males procurando conduzir os homens ao entendimento, única forma de se conseguir a paz permanente, pregando a misericórdia para com os vencidos. Para nossa Ordem, o vencedor deve ser sempre a humanidade. Portanto, todos os maçons são concitados a uma conduta de vida capaz de levar consolo a quem sofre, a comida a quem tem fome, o agasalho a quem tem frio, uma toalha macia para enxugar as lágrimas de nossos semelhantes, a levar o conhecimento a quem o deseja. Sabe a nossa Instituição que quanto mais se propagar a luz, menor será a ser o espaço a ser ocupado pela trevas. Com isso poderemos nos guiar mais seguramente na direção do GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, luz irradiante que será o próprio caminho do amor, da fraternidade e da tolerância per omnia secula seculorum!
 
Não somos – e estamos longe de sermos – uma confraria de anjos, arcanjos ou querubins. Simplesmente homens buscando a prática do bem sem olhar a quem, sem alarde, sem soar a trombeta. Uma faculdade na escola da vida, onde temos o privilégio de podermos conhecer a fé, a esperança e a caridade, sem necessidade de apegarmos a alguma religião ou seita. Conseguimos o que muitos acham impossível, ou seja, a reunião de homens de todas as crenças, unidos pelo laço da irmandade, pelo pensamento uníssono de que pela boa obra, se conhece o bom pedreiro. Enquanto algumas religiões se dizem donas da verdade, nós estamos à busca dela sem querermos ser seu dono. Não nos interessa a transmutação dos metais, não nos interessa interferirmos na fé alheia. O que nos interessa é o exercício da caridade, pois sabemos que sem ela não há salvação. Não existe fé sem caridade, sem esperança e sem amor. A fé nos põe em contato com o criador, na sintonia de emissor e receptor. Somente palavras ou pensamentos não nos põe em sintonia com Ele, pois se assim fosse, os fariseus que praticavam com grande pontualidade os ritos prescritos e a grande importância aos estudos das Escrituras, não teriam sido convidados a deixarem o templo, mencionados pelos Evangelhos como hipócritas e orgulhosos.
 
Podemos concluir sem medo de errar, que só a maldade e a desinformação são capazes de rotular a Maçonaria como contrária a fé. O comportamento digno que nossa Ordem impõem a seus membros honrará, certamente, a qualquer profissão de fé religiosa, pois cada um de nós tem o direito de professar e praticar sua religião no mundo profano. Garante a Constituição brasileira que é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e as suas liturgias. Em Templo Maçônico deixamos do lado de fora as diferenças religiosas e passamos à pratica comum da igualdade, liberdade e fraternidade. Oh! Como é bom agradável viverem unidos os irmãos.
 
Os rótulos nem sempre garantem o conteúdo. Por isso, nosso Templo Interior é que deve permanecer sempre limpo, livre da sujeira que as iniqüidades provocam, iluminado pelo verdadeiro amor, sempre nos permitindo lembrar que o nosso conhecimento é apenas uma gota diante de um oceano de coisas que ignoramos. Ensina-nos a Maçonaria que o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO é uma fonte perene de amor, sempre pronto a permitir o soerguimento de qualquer um que queira se levantar. Como Ele saberá, a qualquer tempo, separar o joio do trigo, nós, os maçons, somos sempre recomendados a produzir mais trigo, mais trigo, mais trigo…
 Fonte: Revista Universo Maçônico

segunda-feira, abril 21, 2014




A L \ G \ \ D G \ A \ D \ U \
MAÇONARIA e Arquitetura \ RELAÇÕES DE ORIGEM -
Gabriel Dávila Mejía
Resp
 \ Log \ d Arquitetos e La Amistad NO. 10
Ou
 \ Bogotá. 
Maçonaria e arquitetura, apesar de ser tão diferentes, são tão relacionados que tudo é exemplo prático de uma lei moral. Essa é a tese defendida em John Ruskin sete lâmpadas da arquitetura, onde ele afirma que as leis de arquitetura são as leis morais se aplicam igualmente a formação do caráter, que a construção de catedrais. Para ele, essas leis são Sacrifício, verdade, poder, beleza, vida, memória e Obediência. Ruskin compreendeu que o homem alcança a liberdade só quando ele obedece as leis da vida, verdade e beleza.
Com isso Ruskin tem como objetivo demonstrar como a violação das leis morais degrada a beleza da arquitetura, sullies sua utilidade e torna-se instável. Ruskin acreditavam que a beleza é uma imitação consciente ou inconsciente de formas naturais e revela as qualidades nobres ou ignóbeis do construtor alma.
Esta memória arquitetônica, ocorre geralmente obras monumentais que se dividem em duas grandes categorias: uma é caracterizada por um chefe de preciosidade e delicadeza, a que voltaremos com um sentimento de admiração afetuoso; ea outra, uma majestade grave e, em muitos casos, misterioso, nos lembramos com reverência, como nos sentimos na presença e na ação de grande poder espiritual. Estes são "os dois principais Lâmpadas intelectuais de Arquitetura; Uma delas é justo e humilde veneração para as obras de Deus na terra; por outro, sobre a compreensão do domínio sobre as obras que o homem foi dotado " [1] .
Esse sentimento levou à majestade da arquitetura, e conseguiu nas idéias povos antigos santidade, sacrifício ritualístico, retidão, a estabilidade mágica, imitação do universo, da perfeição da forma e proporção. No homem primitivo adoravam arquitetura pedregulhos, primeiros europeus adoraram colunas como deuses, este homem que experimenta prazer em erigir colunas nascidos sentimento naturalista para representar os arvoredos florestais.
As revelações parecem invenções primitivos, e não é de admirar que os assistentes de negócios experientes ir através das artes. Portanto, não é surpreendente que a descoberta da praça foi um grande evento para os primeiros habitantes do Nilo e logo transformou-se no símbolo místico de verdade, justiça e retidão, conotação ainda na Maçonaria tempo moderno, mas muito tem decorrido.
Joseph Fort Newton em sua obra "Os Arquitetos" acredita que os egípcios construíram seus templos imitando a forma, segundo eles, tinha a terra. Para eles a terra era por meio de uma grande pedra, mais do que o grande plano, e do céu um teto ou abóbada sustentada por quatro colunas. O pavimento representou a terra; os quatro cantos eram as colunas e teto correspondia ao céu. Os templos construídos frente para o leste e tinha uma pequena câmera obscura oculta, que é alcançado através de uma série de pátios e salas. Tais eram os santuários da antiga religião solar orientados para que, em um determinado dia os raios do sol nascente ou uma estrela brilhante que o precederam, cruzando todo o navio que ia para iluminar o altar [2] .
Os fundamentos morais e materiais da maçonaria mentira no calor para o amor ideal e luz. Sob estas razões reside a sensação de que a casa terrestre deve estar relacionado com o seu templo celestial correspondente do mundo, para quem o homem na terra imita a morada do céu que não foi construído por qualquer lado. O homem erguido templos para representar a imagem da terra; pirâmides erguidas modelado montanhas, catedrais construídas mais tarde, cujos artística tiras cercam a coroa de folhagem capitais ea proximidade das colunas nos lembram o interior da floresta, como em igrejas góticas. Parece lógico que os instrumentos utilizados pelos arquitetos para expressar sua fé e seus sonhos acabaram se tornando emblemático de seus pensamentos, mas não só os seus instrumentos, mas também pedras esculpidas veio a ser constituído como símbolos sagrados.
Vimos que a arquitetura estava intimamente relacionada com a religião desde os tempos primitivos; Observamos, também, que os votos que os construtores são servidos representado verdades morais. As sociedades secretas, nascidas das necessidades e natureza dos homens, que já existiam desde o início da história.
Também pode-se argumentar que os primeiros arquitetos formados ordens secretas, mas a história mantém vago das primeiras ordens de arquitetos de dados, porém foram mantidos em segredo verdades religiosas e filosóficas e fatos científicos e as regras da arte, contando apenas um grupo de eleitos. Isto ocorreu em todos os povos antigos, por isso podemos esperar a mesma coisa aconteceu com a arquitetura e que seus membros foram iniciados. Assim, o conhecimento arquitetônico zelosamente guardado por necessidade.
Se nos lembrarmos das leis secretas da arquitetura, e santidade que foram consideradas as ciências e as artes, podemos entender as histórias que surgem em torno do templo de Salomão. Alguns destes são improvável hoje, mas não devemos nos surpreender que existe essa tradição, como o templo de Jerusalém foi um evento de grande importância, não só para os judeus, mas para outras nações, especialmente a fenícia.
Como dissemos antes, e se hipoteticamente verdadeiras leis da arquitetura eram segredos conhecidos apenas aos iniciados, em seguida, os construtores do templo de Salomão pertencia a uma ordem secreta. Embora a história não pode verificar esse fato, o fato é que a tradição nos transmitiu, sobrevivendo através dos séculos.
Afinal, não parece tradição tão fantástico que a Maçonaria nasceu durante a construção do templo de Jerusalém.Krause quem primeiro observou que a antiga ordem de arquitetos foram os antecessores da Maçonaria moderna, seguindo seus passos através da fraternidade dionisíaco Tiro e Roman Collegia para arquitetos e pedreiros da Idade Média.
A maior parte da Colegia tornou instituições ou funeral de caridade, em que as pessoas comuns foi salva da escuridão sem esperança de vida plebeu ou ainda mais sombrio e sem esperança perspectiva da morte. Cada Collegium realizada funerais para os seus mortos, usando uma linguagem com grande simbolismo conotação semiótica, apontando para a sua sepultura com os emblemas de seu comércio: Se era um padeiro com pão; se um pedreiro, com um quadrado, um nível e uma bússola.
Escolas romanas eram muito parecidas com a sua forma, emblemas e títulos de lojas maçônicas modernas. Nenhuma escola deve consistir de menos de três pessoas, cada escola foi presidida por um professor, com dois ou vigilantes decuriones [3] , foi um secretário, um tesoureiro e arquivista suas cerimônias de iniciação pode ignorar; mas parece que eles tinham um caráter religioso, já que cada escola tinha o seu deus patrono adorava a maioria de seus membros.
Após a dissolução da associação desses arquitetos e ser expulso de Roma, chega um momento em que é extremamente difícil de seguir os seus passos. Até hoje tem havido uma lacuna na história da arquitetura da arte clássica romana eo nascimento do gótico. Da mesma forma existe uma outra lacuna entre collegias Roma e os construtores de catedrais.Líder Scott [4] é a proposição de que o elo que faltava na história maçônica deve ser no Masters Comacini, arquitetosGilda, quando o Império Romano entrou em colapso, ele fugiu para Comacina [5] , onde as tradições da arte clássica foram mantidos durante os tempos de superstição e ignorância. Apesar de não garantir que Comacine foram precursores de hoje Maçonaria, disse a formar um vínculo que une o Colegia Classics com artístico Gildas meia-idade.
O Comacine eram arquitetos, escultores, pintores e decoradores. Se aceitarmos como prova a afinidade de seus trabalhos e obras de pedra, pode-se dizer que as mudanças sofridas pela arquitetura na Europa durante a construção das catedrais são devidos a eles.
O Comacine começaram suas migrações durante o reinado de Carlos Magno [6] , seguindo os missionários da Igreja para locais remotos que vão desde a Sicília para a Grã-Bretanha e construção de igrejas em todos os lugares. Houve um tempo em que os estudiosos não sabem como explicar o surgimento simultâneo na Europa de mudar estilos arquitetônicos. Hoje é explicado através do estudo da força e do desenvolvimento dessa ordem famoso. A existência dessa instituição também explica que os nomes dos arquitetos que projetaram as catedrais são mantidas, uma vez que não são devidos aos artistas isolados, mas uma ordem que o projectado, construído e decorado. Em 1355 dissolveu a Aliança dos pintores em Siena e, mais tarde, dos maçons alemães, começando a aparecer artistas independentes que se destacaram individualmente, como eles não faziam mais parte das Guildas e segredos construtivas já não eram propriedade privada, mas A humanidade, a arquitetura tinha socializado; mas até então a Ordem detinha o poder supremo. Ecott Líder nesta Ordem Criar encontrar os descendentes dos construtores do templo de Salomão. Seja como for, o fato é que o nome do rei hebreu boca correu os arquitetos da era da ignorância e da superstição.
"A inscrição em pedra que datam do 712, mostra que Comacina Aliança foi organizada em Magistri e Disipuli, que obedecia a um Gastaldo ou Grão-Mestre, palavras usadas em nossas Lojas. Também deu o nome de Lodge a lugares que conheci ", o autor citando uma longa lista deles, dando os nomes das pessoas em altos cargos. Eles também tinham seus juramentos, sinais e senhas toques, e usavam aventais e luvas brancas " [7] .
A ordem maçónica caiu em pé de igualdade com a arte gótica, mas não pára por aí, continuando sua tradição simbólica entre grandes dificuldades, até 1717, quando a fraternidade foi reorganizada por alegorias e símbolos como a conhecemos hoje.
S \ F \ U \


[1]   John Ruskin, as sete lâmpadas da Arquitetura, A potência da lâmpada Capitilo III.
[2]   Lockyear, Norman. Dawn of astronomia.
[3]   Neuton, Joseph. Arquitetos.
[4] Neuton, Joseph. Arquitetos. Scott, líder. The Estori de um grande Maçônica Aliança. "Os construtores de catedrais"
[5] ilha fortificada do Lago Como
[6] Makey, RW maçom Simbolismo, "Viajar maçons de Medeia Age" Cap. VIII
[7] Neuton, Joseph. arquitetos.


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La Heresia dos Cataros  por Wayne Purdin 15 Febrero 2014 Este artículo apareció en, New Dawn Nº 113 (marzo-abril 2009) d el Sitio Web NewDaw...