quinta-feira, dezembro 12, 2019


Fatos Maçônicos para o  dia 12 de Dezembro:
1753 - Lojas militares foram as grandes responsáveis pelo estabelecimento da Maçonaria nas Colônias e também deram luz ao uso dos graus de Marca e Real Arco no "Novo Mundo". Registros mostram que o Grau do Real Arco foi conferido na Loja Fredericksburg No. 4, no dia 12 de dezembro de 1753. Ir.'. George Washington fora elevado nesta Loja meses antes desta data.
1781 - Nasce Joaquim Gonçalves Ledo, no Rio de Janeiro.
1787 - É fundada a GL da Carolina do Norte, A.F. & M., USA.
  
1822 - José Bonifácio manda prender Januário da Cunha Barbosa, que redigia com LEDO o Revérbero Fluminense.
1822 - Disfarçado de frade e ajudado pelo cônsul sueco, Irm.·. LOURENÇO ESTIN, LEDO vai para Buenos Aires.
1876 - Foi fundado o GC MRA de Quebec.
1876 - A primeira Loja Maçônica que se tem notícia em São João da Boa Vista - SP, surgiu com o nome de “Deus, Pátria e Liberdade”, nossa antecessora, fundada em 12 de dezembro de 1876 da E.·.V.·.e instalada oficialmente em sessão solene do dia 6 de janeiro de 1877, E.·.V.·.quando recebeu a sua “Carta Constitutiva” e seu primeiro Venerável Mestre foi o Ir.·.Joaquim Francisco da Silva Vianna.
1944 - Fundado o GO Estadual de Minas Gerais, federado ao GOB.
1976 - Ir.'. Antonio Couto Pereira faleceu em Curitiba dia 12 de dezembro de 1976.
Grão Mestre do Grande Oriente do Paraná – Potência Maçônica Independente, de 21/09/1964 a 11/09/1967.
1949 - Deus pela Liberdade", um estopim para o golpe de deposição do Presidente João Goulart, em nome da luta contra o comunismo.
O Irmão Adhemar de Barros foi iniciado maçom, elevado e exaltado no dia 12 de dezembro de 1949 pela Loja Guatimozin 66 quando era governador, com idade de 48 anos, conforme consta 
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em nossas atas.Quando a Loja Guatimozin passou para a Grande Loja Unida de São Paulo, criou-se uma nova Ficha de Inscrição para o então prefeito de São Paulo, porém ao preenchê-la cometeram um erro, grafando como iniciado, elevado e exaltado em 6 de outubro de 1949. Uma cópia da ficha com sua foto da Loja Guatimozin nº 10 (vista ao lado) da época pertencente a Grande Loja Unida de São Paulo (vide a História da Guatimozin), e constando o número de seu cadastro como 329, em 1956.
   
1975 - O Grande Oriente do Brasil é o embrião de toda a estrutura maçônica organizada existente no país, porém, a partir de 1973, como consequência de uma ruidosa cisão, o Grande Oriente do Brasil não mais contava com nenhuma Loja no então Norte do Estado de Mato Grosso, inclusive na Capital, e só veio a retornar a esta Região do Estado a partir de 12 de dezembro de 1975, quando foi fundada a Loja Luz e Liberdade nº 1.930, com o apoio sistemático da comunidade Gobiana de Corumbá e Ladário, ambas, um centro de excelência maçônica do Estado de Mato Grosso não dividido.
Decorridos três anos, mesmo funcionando precariamente em imóvel comercial locado e adaptado, a Loja Luz e Liberdade, iniciou um trabalho de forma a atender uma perspectiva de ampliação do número de Lojas Federadas em Mato Grosso, incentivada pelo Poder Central.
1975 - Fundação da R A L S LUZ E LIBERDADE Nº 1930 - GOB – MT
1976 - Faleceu em Curitiba dia 12 de dezembro de 1976 o Ir.'. ANTONIO COUTO PEREIRA ad vitam Grão Mestre do Grande Oriente Do Paraná – Potência Maçônica Independente, de 21/09/1964 a 11/09/1967.
1977 - A Loja Maçônica UNIÃO E  CONCÓRDIA Nº 2337   GOB DF .
1978 - Fundação da RALS CAETANO FÉLIX DO NASCIMENTO Nº 2029 - GOB – AM.  
1983 - Grande Oriente do Brasil, ao imprimir o seu próprio Ritual do Ritual inglês, de acordo com o Decreto nº 41, de 12 de dezembro de 1983, com o nome de "Rito de York" e pretensamente de origem americana, assinado pelo então Soberano Grão-Mestre Jair Assis Ribeiro, cometeu a incúria de copiar, letra por letra, o referido Ritual da Campos Salles Lodge, de origem obviamente inglesa. Copiou até mesmo o texto em que o Venerável Mestre mostra ao Neófito a Carta Patente e lhe entrega cópias dos Livros da Constituição da United Grand Lodge of England!
1988 - A Loja Maçônica Ferraz de Vasconcelos do   oriente Ferraz de Vasconcelos  - SP, fundada no dia 12 de dezembro de 1988.
1995 - Fundação da RALS  JACQUES DEMOLAY Nº 2934 - GOB – RJ.
1996 - Fundação da RALS FÊNIX DO SUL  Nº 4267  - GOB – SC.
1997 - Fundação da RALS RAZÃO E FIRMEZA Nº 3162  - GOB – SP
2000 - Fundação da RALS GUARDIÕES DO OLIMPO Nº 3368 - GOB – MT
2007 -  aprovada a entrada dos GOs do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo, todos pertencentes à Confederação da Maçonaria do Brasil - COMAB, na Confederação da Maçonaria Interamericana - CMI, graças ao apoio do Ser. GM da GLMERGS, Rui Silvio Stragliotto, Vice-Presidente da 5ª Zona da CMI, e do Sob. GM Geral Laelso Rodrigues, do GOB.
2001 - Fundação da R A L S FRATERNIDADE AVAREENSE Nº 3482  - GOB – SP.
2000 - Fundação da RALS GUARDIÕES DO OLIMPO Nº 3368  - GOB – MT
2006 Fundação da RALS CAVALHEIROS DE CRISTO Nº 3832 - GOB – RS.
2009 - Fundação da RALS MENSAGEIROS DA LIBERDADE Nº 4040  - GOB – MT.
2012 - Fundação da RALS OBREIROS DA DA ARTE  Nº 4267  - GOB – RJ.
2014 - Fundação da RALS ESTRELA DE DAVI  Nº 3041  - GOB – SC.
    
Outros acontecimentos para o dia 12 de Dezembro:
Aniversário de Belo Horizonte - Feriado municipal: aniversário de Belo Horizonte (MG).
A união das Coréias
Em 12 de dezembro de 1991, as Coréias do Sul e do Norte lançam a base para a coexistência. É concluído o Acordo de Reconciliação, Não-Agressão e Cooperação e assinada uma Declaração Conjunta Sobre a Desnuclearização da Península Coreana. Ambas as Coréias aderiram às Nações Unidas em 1991.
1821 - Nasce Gustave Flaubert, autor do romance Madame Bovary..
1822 - Os Estados Unidos reconhecem a independência do México.
1844 - O doutor Horace Wells, um norte-americano de Connecticut, torna-se a primeira pessoa a receber uma anestesia em uma cirurgia dentária.
1877 - Morre José de Alencar, romancista brasileiro, autor de O Guarani.
1897 - A capital do Estado de Minas Gerais é transferida para a Cidade de Minas, hoje Belo Horizonte.
1911 - O rei Jorge V da Inglaterra funda a cidade de Nova Délhi, onde estabelece a sede do governo colonial britânico na Índia.
1913 - Recuperada num hotel de Florença a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, que fora roubada dois anos antes do Museu do Louvre em Paris..
1915 - Nasce Francis Albert Sinatra, Frank Sinatra, cantor e ator norte-americano.
1915 - O primeiro avião totalmente de metal, feito pelo alemão Hugo Junkers, voo pela primeira vez
1915 - É apresentado em Berlim o primeiro avião totalmente metálico, inventado pelo industrial alemão Hugo Junkers.
1924 - São realizados os primeiros testes com o precursor do helicóptero, nas cercanias de Madri, na Espanha.
1936 - O líder chinês Chiang Kai-Shek declara guerra ao Japão.
1939 - França e Grã-Bretanha enviam acervo militar à Finlândia.
1943 - A União Soviética e o governo checo exilado firmam acordo de colaboração para o pós-guerra.
1946 - Nasce um dos pilotos brasileiros de maior sucesso no mundo: Emerson Fittipaldi.
1955 - O maior ato de filantropia mundial é feito pela Ford Fundation, que doa US$ 500 milhões a hospitais, faculdades e escolas de medicina.
1962 - John Kennedy, presidente dos Estados Unidos, aceita instalar o "telefone vermelho", uma linha direta de emergência com Moscou.
1964 - O Quênia torna-se uma república independente.
1968 - O poeta Manoel Bandeira morreu no Rio de Janeiro
1979 - Integrantes da Otan convidam a União Soviética a iniciar conversações sobre a redução de armas estratégicas.
1991 - A Coréia do Norte e a Coréia do Sul assinam acordo histórico de reconciliação, cooperação e não-agressão, após 46 anos de estado de guerra.
1992 - Os restos mortais de Pablo Neruda e de sua companheira, Matilde Urrutia, são transportados para a Ilha Negra, no Chile.
1993 - Eduardo Frei é eleito presidente do Chile. São as primeiras eleições depois do fim das regras militares no país, em 1990.
1994 - A África do Sul é reincorporada à Unesco, após 38 anos afastada.
1994 - A Corte Suprema do Brasil inocenta Fernando Collor de Mello das acusações de corrupção que levaram a sua renúncia em 1992.
Curiosidades:
(12 de Dezembro) é o 346.º dia do ano no calendário gregoriano (347.º em anos bissextos). Faltam 19 dias para acabar o ano.
Ano
:

2019



Década

:

2010

Século

:

XXI

Milênio

:

Roubo do quadro Mona Lisa completa 100 anos
O italiano Vicenzo Perugia escondeu por dois anos a pintura em seu apartamento e foi preso depois de tentar vendê-la em um antiquário na Itália
Foto da parede do Louvre pouco após a pintura ter sido roubada. (Crédito: Wikipédia)

Foto da parede do Louvre pouco após a pintura ter sido roubada. (Crédito: Wikipédia)
Atualmente, o sorriso e Mona Lisa está protegido por um vidro à prova de balas

A cem anos atrás, na manhã do dia 21 de agosto de 1911, desaparecia o quadro mais famoso do mundo: Mona Lisa ou La Gioconda, como também é conhecida. A pintura de Leonardo da Vinci estava exposta no Museu do Louvre , em Paris, em uma época em que a segurança do museu não era muito eficaz. Um quarto dos milhões de objetos expostos ficava sob proteção de apenas 150 guardas.
Vicenzo Perugia, funcionário do museu, foi o ladrão de uma das mais valiosas obras de arte do mundo. Na noite anterior, Vicenzo escondeu-se em um armário na sala onde estavam expostas as obras da era do Renascimento e passou a noite toda lá esperando o melhor momento para furtar Mona Lisa. Pela manhã, após as empregadas da limpeza terem deixado a sala, o ladrão tirou o quadro da parede sem que notassem. O planejamento do roubo demorou três meses e foram precisas 26 horas para que alguém notasse a sua ausência.



Mona Lisa ficou escondida no apartamento de Vicenzo Perugia, em Paris, por dois anos. Ninguém o descobriu até que ele tentou vender, na Itália, a obra de arte a Alfredo Geri por 500.000 libras. O dono do antiquário se negou a comprá-la e denunciou Vicenzo às autoridades francesas. O ex-funcionário do Museu do Louvre foi preso e condenado a um ano e 15 dias pelo roubo.
O ladrão alegou que o roubo havia sido um ato de patriotismo, já que a obra, na opinião de Vicenzo, deveria pertencer à Itália.
Um dos mistérios que nunca foi desvendado é se Vicenzo levou o quadro sozinho. A obra de Leonardo Da Vinci apesar de pequena, era pesada para ser carregada por um homem só. O quadro com dimensões entre 76,8 x 58 centímetros foi emoldurado com uma talha de madeira, frequentemente usada no Renascimento.
De volta ao museu do Louvre, Mona Lisa ganhou uma proteção especial. Atualmente, seu sorriso está protegido por um vidro à prova de balas.
  
 Não há coisa que mais nos engane do que o nosso juízo.
"Se o povo brasileiro acreditasse mais na força que tem, não existiriam tantos políticos corruptos no Brasil.............."
"O saber a gente aprende com os mestres e os livros, a sabedoria se aprende ?? com a vida e com os humildes".

terça-feira, outubro 29, 2019

O Quadro Simbólico do Grau de Companheiro no Rito Escocês Antigo e Aceite


Nos primeiros tempos da Maçonaria especulativa, qualquer local podia ser transformado num Templo Maçônico, para isso bastava a Irmão Experto desenhar no chão, com giz, o quadro simbólico do grau em que a Loja iria trabalhar. Depois da sessão, bastava apagar o quadro para se considerar que esta, estava encerrada. 

Mais tarde, para facilitar o trabalho repetitivo, surgiram as telas pintadas, que eram desenroladas no início de cada sessão. Atualmente, os Templos Maçônicos têm todos os símbolos representados num quadro simbólico emoldurado, no eixo longitudinal do Templo, entre as colunetas da “Sabedoria” da “Força” e da “Beleza”, voltado para o Ocidente, de modo a permitir a livre circulação entre o Norte e o Sul e entre o Altar e as Colunas “J” e “B”.

A presença do quadro simbólico do grau na Loja, para além de ter como função, a de informar todos os irmãos de qual o grau em que os trabalhos estão a ser realizados, informa também, que nenhum trabalho deve ser iniciado sem que antes tenha havido um planeamento prévio das atividades.

De forma sintética irei de seguida apresentar-vos o Painel de Companheiro.

Este painel é composto por uma orla como que a proteger todo o retângulo do painel. Nessa orla estão marcados os quatro pontos cardeais e simbolizam a atração Universal, através da Fraternidade.

Na parte inferior do Painel estão Cinco Degraus que simbolizam a idade do Companheiro, o tempo necessário para a aprendizagem teórica e prática da construção do edifício social a que todos nos propomos.

Cordão de Nós, ou corda de nós, deverá ter cinco nós, e terminar por uma borla. O número de Nós reflete a idade do Companheiro

Sol à direita e a Lua à esquerda, simbolizando o antagonismo da Natureza que gera o equilíbrio, pela conciliação dos contrários.

As Sete Estrelas, representando as sete Ciências Liberais, (A Retórica, a dialética, a gramática, a música, a aritmética, a geometria e a astronomia) representam ainda o número mínimo de I.’. que deverão estar presentes para se abrir uma Loja. Quando em número indeterminado representa a Universalidade da Maçonaria.

As Colunas “J” e “B”. Nos seus capitéis estão na Coluna “B”, uma esfera terrestre e na Coluna “J” uma esfera celeste.

Esquadro e o Compasso entrelaçados, estando este último aberto em 45º. A posição do esquadro e do compasso sobre o Livro da Lei Sagrada, determina o Grau em que a Loja está a trabalhar. No grau de companheiro, o esquadro e o compasso apresentam-se entrelaçados, A ponta direita do compasso sobre o esquadro, simbolizando que, o Companheiro já atingiu o ponto de equilíbrio entre materialidade e espiritualidade. A haste livre do compasso pretende demonstrar que a mente turvada por preconceitos e convenções que impediam o aprendiz de livremente pesquisar e procurar a verdade, se começa agora a abrir, e o Companheiro, com certa liberdade de raciocínio, encontra-se no caminho para se tornar um Livre - Pensador, que lhe possibilitará encontrar a verdade.

Letra G está no centro da Estrela Flamejante e traduz o nome do Criador. Representa também a Geometria, que é a ciência da Construção fundamentada nas aplicações infinitas do triângulo, a Gravidade, porque há uma força irresistível que une os irmãos Gnose, porque inquire as Verdades Eternas.

Há Três Janelas, uma no Oriente de onde vem a luz, uma na Coluna do Sul onde a luz é mais fraca e outra no Ocidente onde estão os Aprendizes, e a escuridão é total. Na mesma sequência, podem ainda e também representar o V.’. M.’. e a Sabedoria, o P.’. V.’. e a Força, e o S.’. V.’. e a Beleza.

Pedra Cúbica, própria do Grau de Companheiro, fica ao lado da coluna “J”. É o símbolo do Grau de Companheiro, que trabalhando no polimento da pedra, com a ajuda do Esquadro, do Nível (que simboliza a Igualdade) e do Prumo (simbolizando o Equilíbrio, a Prudência e a Retidão.), a fará passar de bruta a polida, até que se transforme em cúbica, símbolo da perfeição, ideal de todo Maçom.

Maço e o Cinzel (ou escopro) indica-nos que a vontade e a inteligência, a força e o talento, a ciência e a arte, a força física e a força intelectual, quando aplicadas em doses certas, permitem que a pedra bruta se transforme em pedra polida.

Uma Alavanca e uma Régua. A Régua representa a retidão do caráter e a exatidão de conduta, e lembra-nos que não devemos perder tempo na ociosidade, representando as vinte quatro horas do dia, pretende mostrar-nos a divisão do dia entre trabalho, oração, repouso e estudo; a Alavanca, símbolo da força, firmeza da alma, da coragem do homem independente e do poder invencível que desenvolve o amor pela liberdade e do poder do trabalho, serve para vencer a resistência da inércia e possibilita o desempenho de grandes tarefas, sob o ponto de vista intelectual, exprime a segurança da lógica e a força da vontade, que se tornam irresistíveis quando emanam da inteligência isenta da justiça.

Uma Espada que ligada à 5ª viagem, simboliza a igualdade, o poder e a autoridade. Simboliza ainda a coragem, a lealdade e a honra.

O chão da Loja está representado no painel por um Pavimento Mosaico, como num tabuleiro de xadrez, simboliza a harmonia dos contrários.

Ao fundo, vê-se o Pórtico do Templo. O Pórtico é a entrada da Câmara do Meio, a entrada por onde se tem acesso ao Santo Sanctorum ou Santo dos Santos, exibindo inscrições em hebraico, quatro letras que formam o tetragrama sagrado, que significa “Aquele que é” Jeová (JeHoWah), ou Javé (JahWeH), ou Iavé (YaHWeH). Sendo assim, é o umbral da Luz, a porta de entrada para o atingir da perfeição e o conhecimento da verdade.

Estrela Flamejante está representada com cinco pontas, deriva do latim flammantis, que significa ”que expele chamas” e “flammigerus”, que gera chamas. É o símbolo distintivo do Grau de Companheiro. O iniciado já atingiu um certo estado de espiritualidade e de iluminação que permite que sua mente esteja aberta a todas as compreensões,

Concluindo, os painéis sintetizam os mistérios de cada grau.

Estudando e analisando cada Símbolo, descobriremos a riqueza histórica, e evolução da Maçonaria Universal, polindo as imperfeições inerentes a todos seres humanos, do Neófito ao mais alto Grau Hierárquico.

Estudo, prática, estudo e prática, engrandece o Iniciado na Arte Real, engrandece-nos a todos no nosso caminho.


Rui F.
Mestre Maçom
Loja Mestre Affonso Domingues, n.º 5

quarta-feira, outubro 23, 2019

Equinócio

O evento celeste que ocorre hoje torna o dia e a noite quase iguais. Assim, a linha divisória entre o dia e a noite observada do cosmos, torna-se vertical, "ligando" os polos Norte e Sul do nosso planeta. Dá-se o início da mudança das estações do ano.

É nos Equinócios que os maçons recebem as bênçãos do equilíbrio, da igualdade e da justiça, sempre numa contenda para prevenir o desequilibro moral, espiritual e social que quotidianamente nos afetam e prejudicam.

O que move o mundo é a busca constante da felicidade e isso é sobretudo um caminho, um percurso individual e coletivo que nunca tem fim, pois se o tivesse, a obra estaria concluída e tal resultado, bem sabemos, nunca poderá estar terminado, a não ser quando o G:.A:.D:.U:. nos chama para junto dele, fechando-se, então, para cada um de nós, a magnifica Abobada Celeste.

Que consigamos, todos nós, demonstrar por palavras e pelo trabalho que a Maçonaria e os Maçons, estejam onde estiverem e sejam quais forem as condições, continuam a ser, como sempre foram, obreiros de liberdade, de paz, de harmonia, de entendimento, de amabilidade e de amor. Mas também, motivadores de progresso, de desenvolvimento, de ciência, de educação e de solidariedade.

Vivemos tempos desafiantes, inquietantes, estranhos e perigosos. Mas a humanidade, ao longo dos milénios, sempre teve enormes problemas para resolver e agora, não sendo os mesmos, incumbe-nos a nós estar à altura dessas interrogações, desses perigos e receios.

E reflito nisto aqui porque a Maçonaria não vive fora do mundo e das realidades que a cercam e, por isso mesmo, não poderemos nunca ser um corpo indiferente em tão vasto horizonte de eventos com que nos confrontamos.

Num momento em que a maçonaria enferma de uma injusta perceção pública, numa época em que tudo vale para fazer vingar um qualquer fim, mais do que nunca teremos de travar a queda por este declive obscuro e recolocar a Maçonaria no caminho e no patamar que sempre a distinguiu ao longo da História.

A realização de eventos abertos ao mundo profano, com temas importantes, como este das Migrações, deverá ser um caminho na partilha das nossas ideias e das nossas preocupações, que afinal não são tão secretas como nos caracterizam certos grupos.

Nesta fraternidade Maçónica destaco o extraordinário fator de união que se vive, apesar da diversidade de convicções de cada um dos seus membros, no plano político, religioso e étnico como exemplo maior de tolerância e respeito, que nos ajudam a enriquecer enquanto pessoas e maçons.

Ontem realizamos uma Conferência sobre as Migrações, esse enorme problema que vivemos hoje.

As migrações são hoje um problema incontornável a nível mundial. As migrações como fenómeno social, económico e político têm vindo a assumir um papel central na opinião publica e no debate político.

O aumento dos movimentos migratórios internacionais, registados nas últimas décadas, transformaram profundamente as sociedades contemporâneas. Esta realidade provoca um natural impacto na comunidade internacional que precisa de respostas concretas e de soluções adequadas e da implementação de políticas que atendam aos direitos humanos, ao invés, de gerarem discursos estéreis, radicais e xenófobos. As discussões em torno das migrações e dos migrantes têm sido, do nosso ponto de vista, pautadas por intervenções irrealistas e desconexas, sem analisar verdadeiramente a realidade migratória, as suas verdadeiras causas e as suas consequências.

A maçonaria tem contribuído para o bem estar da sociedade e das pessoas, de muitas maneiras, ao longo dos últimos séculos. Uma miríade de instituições, organizações e agremiações, ligadas à maçonaria universal, trabalham arduamente pelo mundo fora trazendo o conforto, a paz, a saúde, a esperança, a dignidade e a vontade de viver. E sempre foi assim para acabar ou minorar o sofrimento, a humilhação, a ditadura, a intolerância e os dogmas.

A GLLP no exercício da sua missão de cidadania tem promovido, com crescente regularidade, ações de reflexão ou campanhas de solidariedade, intervindo diretamente na sociedade em defesa dos superiores valores que professa.

Com base na Carta das Nações Unidas para os Direitos do Homem, documento tão nobre como querido a todos aqueles que reconhecem nos valores da maçonaria o melhor quadro genético para a sociedade atingir a felicidade desejada, encaramos o problema das migrações como um desafio à própria afirmação do Homem como ser justo e solidário.

Cientes dos problemas decorrentes de semelhante fenómeno e das suas naturais reações locais, não deixaremos que nesta reflexão se esqueça a dimensão humana de um problema que a todos afeta, e a ninguém pode deixar indiferente.

Num mundo em permanente evolução, a mudança deve estar ancorada num quadro de valores que, em momento nenhum, esqueça o personalismo e a liberdade individual como principal motor dessa dinâmica e, em última instância, da garantia da própria felicidade humana.

Neste desafio, poucas são as instituições seculares que têm mantido viva a luz. Por vezes na vida somos nós que fazemos a História. Noutras ocasiões é a História que nos faz a nós. A sociedade em que vivemos hoje em acelerada mudança, encerra um conjunto de desafios de proporções ainda desconhecidas e de consequências imprevisíveis. Os riscos da incerteza exigirão firme e determinada intervenção das lideranças das principais instituições que compõe a sociedade.

A nossa Augusta Ordem, ontem como hoje, pela força da sua génese e pela sua responsabilidade histórica, será inevitavelmente chamada a, mais uma vez, constituir-se como farol da evolução, saber de experiência feita sobre o essencial da libertação do Homem, luz sobre os valores que mudança alguma pode colocar em causa.

Nos tempos que correm, a maçonaria é importante na vida de milhões de pessoas e, no decurso de mais de três seculos, a maçonaria tem inspirado e moldado um número incontável de pessoas.

Uma coisa sabemos bem: os maçons foram sempre os primeiros a erguerem-se perante as dificuldades, foram sempre os mais intrépidos face às calamidades, mas também contra às ignomínias e às múltiplas incongruências e barbaridades que o ser humano criou e cria, no seu trajeto de poder e domínio das sociedades temporais, políticas, religiosas, económicas e muitas outras mais.

Consciente destes desafios, ciente da responsabilidade secular que o meu cargo impõe, propus-me a ativamente contribuir para resgatar para a maçonaria o papel central sobre este processo de evolução, recolocando-a como referência maior e escola de vida para os Homens Bons que pretendem apurar-se na relação com os outros, tornando-se Homens Melhores.

Mas foi o crescimento espiritual do homem que nos fez compreender a existência do Deus Criador e com isso, sabermos que o G.A.D.U. tudo vê.

E se assim é, esse poder absoluto do divino tornou-se um bálsamo para a humanidade, já que na sua submissão a uma força maior, se obrigava a estabelecer as leis morais e as regras cívicas que tornaram possível a convivialidade social e a civilidade entre os povos, refreando os instintos e punindo os excessos.

É neste contexto que a maçonaria universal foi “motor” de evolução humana, agindo na educação, no ensino, na reflexão e no estudo, burilando as arestas das imperfeições e elevando o pensamento politico e organizacional das sociedades a um nível nunca antes atingido, forjando lideres e obreiros de enorme gabarito que catapultaram a humanidade para nobres desígnios e belas e frondosas obras que transformaram e melhoraram o mundo.

Fomos e somos factores do progresso, mas também teremos de ser o garante dos valores que suportam esse desenvolvimento e progresso, entre os quais a liberdade, a fraternidade e a igualdade, mas ainda, a solidariedade, a temperança, a tolerância, a compreensão e a cordialidade.

Sem compreender nunca poderemos perdoar, e isso é preciso para gizar planos inclusivos e agregadores da humanidade, que bem necessita de promotores de entendimento e concórdia. A nossa
condição de maçons obriga-nos a nunca deixar de porfiar e resistir perante o desalento, as tribulações, a maldade, o odio, as desavenças e as discórdias.

E tudo isso leva à subalternização da pessoa humana, face a interesses escusos ou duvidosas práticas de superioridade, à condescendência para com a quebra das regras mais elementares do bom senso e da legalidade, como temos ultimamente visto a nível internacional, seja nas disputas politicas e comerciais, ou mesmo no inquietante caminho de uma eventual proliferação da produção armamentista mundial, que depois desembocará em conflitos bélicos nos mais diversos locais.

O mundo está perigoso e caótico, em que os fatores de estabilidade e contenção enfraqueceram e, com isso, subiu a desestabilização dos países, das sociedades e dos povos, em que até movimentar mercadorias ou pessoas, se tornou matéria de contenda injustificável, colocando em risco civis inocentes ou prejudicando normais empresas na sua atividade útil das transações necessárias para o bem de todos.

E à turbulência mais tradicional do mundo, como foi a guerra fria, sucedeu uma crise energética e de preços do crude que fragilizou uma série de países, o que depois levou, também, à polarização dos apetites nucleares em zonas distintas do planeta, criando instabilidade acrescida, como são, a crise dos misseis da Coreia do Norte e o rasgar dos acordos sobre a produção nuclear do Irão, que se repercutiu em persistentes lançamentos de misseis sobre o mar do Japão e em ataques bélicos a navios mercantes no golfo pérsico, inclusive com o seu aprisionamento abusivo.

E a conflitualidade prosseguiu com o erguer de políticas protecionistas quanto às trocas comerciais mundiais, muito focadas na aplicação de tarifas extraordinárias entre os EUA e a China e até entre os EUA e a Europa, ou os EUA e outras regiões do mundo.

Não nos compete a nós maçons, ter outra ação que não seja analisar e avaliar com justeza e retidão todas as causas e circunstâncias destes conflitos, para podermos ponderar na forma como agir, no desiderato dos nossos “landmarks” e no cumprimento dos votos maçónicos que nos obrigam a pelejar pela liberdade, igualdade e fraternidade.

O papel do maçon é intervir, para com bom senso, chamar a atenção dos problemas, inventariar as causas, propor medidas e sensibilizar o mundo para a tolerância, para a justiça, para a harmonia e para o diálogo. Não se pode resolver nada se não formos justos, humildes e razoáveis.

Humilhar o próximo, exacerbar a superioridade, praticar o ódio, demonstrar o preconceito, acicatar as diferenças, ofender e diminuir o outro, explorar a desgraça, ter práticas contra o ambiente, promover a delapidação dos bens naturais, destruir os ecossistemas, fomentar a pobreza pela ausência de planos sociais e enfim, fragilizar a humanização da vida e das sociedades, dos países e do mundo, são crimes que colocam em causa a sobrevivência do homem e destroem o planeta Terra.

Iluminados pelo G.A.D.U., os maçons obrigam-se a refletir a luz divina recebida, e isso traduz-se na iluminação das trevas reportadas aqui, pois de trevas se tratam os problemas citados. E como bem sabemos, nós temos de levar a luz aonde haja escuridão e todos os Irmãos estão convocados para esse trabalho.

Que saiamos daqui motivados para essa necessária tarefa exigente, prolongada e difícil, porquanto o mundo precisa desse nosso papel, até porque se não agirmos, não faremos jus ao passado dos nossos dignos ancestrais e lamentaremos dramaticamente a exigência de não termos agido como era necessário, e com isso, sermos fautores da desgraça que afinal devíamos ter ajudado a evitar.

Prometi, faz hoje um ano, dedicar-me com total empenho, aprimorando o talhe da pedra, cuja beleza não cessará de ser trabalhada, visando a solidificação da Nossa Ordem e o crescimento da Fraternidade, em Paz e Harmonia. Os sinais de carinho e verdadeiro amor fraternal, que me chegam hoje, comprovam isso e são a única e a verdadeira recompensa que pretendo receber.

Não poderemos nunca, como em qualquer outra instituição, obter a plena aceitação ou unanimidade sobre tantos e tão delicados assuntos em que nos envolvemos. Mas podemos e devemos, sempre, aproximar ideias, objetivos e consensos alargados que consubstanciem a nossa vontade generalizada.

Convosco, sei que faremos mais e melhor para a nossa Augusta Ordem.

A.G.D.G.A.D.U.

Armindo Azevedo
Grão Mestre

segunda-feira, setembro 16, 2019





"A queda dos Templários"

Madrugada de sexta-feira, 13 de Outubro de 1307:

Cumprindo as ordens do rei Filipe IV, o Belo, também conhecido como Rei de Mármore ou Rei de Ferro, Guillaume de Nogaret ministro do Rei, acompanhado do Inquisidor-mór e do tesoureiro real, apresentou-se na fortaleza do Templo e deu voz de prisão a todos os Templários que aí se encontravam, incluindo o seu Grão-Mestre, Jacques de Molay, que ainda estava deitado. Os próprios calabouços do Templo serviram para aí se encerrarem alguns dos cavaleiros, mas o Grão-Mestre e os seus principais foram encerrados na prisão do Louvre.

À mesma hora, por todo o Reino de França, os senescais, presidentes das câmaras e os prebostes reais, acompanhados pelos seus soldados, prenderam em massa todos os Templários que encontraram nas Casas da Ordem. Praticamente não houve resistência, mas nalgumas, como em Arras, os soldados degolaram metade das pessoas que lá se encontravam.

Davam assim cumprimento às instruções reais contidas numa carta que todas as autoridades foram recebendo desde Setembro desse ano, com a condição expressa de só ser aberta no dia 12 de Outubro e à mesma hora, em todos os locais do reino, guardando-se o mais rigoroso sigilo da mesma.
Não se sabe com precisão quantos cavaleiros foram presos, mas estima-se que fossem cerca de mil, embora também se fale em 4.000. Grande parte dos cavaleiros fugiu para países que os acolheram ou fixaram-se noutros lugares onde a Igreja os não pudesse alcançar. Gerard de Villiers, perceptor de França, foi um dos cavaleiros franceses que conseguiu escapar.

Todos os imensos bens da Ordem em França foram imediatamente confiscados!

Acusados de heresia (práticas demoníacas, adoração de ídolos e vícios contra a natureza), os interrogatórios começaram logo no dia seguinte, 14 de Outubro, dando-se início a um dos processos mais vergonhosos e sinistros da História, o chamado “Processo dos Templários”, que acabará com a supressão da Ordem, pela bula papal Vox in Excelso, de 22 de Março de 1312 e com a morte de alguns dos seus membros, incluindo o Grão-Mestre, condenado à fogueira a 18 de Março de 1314.


Torturados, alimentados a pão e água, instalados em condições sub-humanas e ainda sujeitos ao pagamento da sua prisão, foram-lhes recusados os sacramentos e o sepultamento em terra da Igreja. Não se sabe ao certo quantos terão morrido na fogueira, ou durante os interrogatórios, ou dos ferimentos recebidos, ou dos que ficaram estropiados para o resto da vida física e moralmente.

Quanto a Filipe IV, assim que soube que as prisões tinham sido feitas, dirigiu-se à Torre do Templo e instalou-se lá, levando consigo o seu “tesouro”, que juntou ao que encontrou no local.

Foram também expedidas cartas aos soberanos europeus para que procedessem de igual modo nos seus reinos, contra a Ordem.


Na Europa a Ordem foi extinta, mas com uma ou outra excepção os cavaleiros não foram molestados, sendo integrados em novas Ordens menos expressivas, como foi o caso da “Ordem de Cristo”, fundada em Portugal pelo rei D. Dinis, com os bens e os efectivos templários residentes no país ou que por cá se refugiaram.

Jacques de Molay esteve sete anos na prisão, antes de morrer aos setenta anos de idade. No dia 12 de Outubro, véspera da sua prisão, tinha-se encontrado com o rei, de quem era compadre (Molay era padrinho do filho mais novo de Felipe IV), no funeral da cunhada do monarca, Catarina de Courtenay, esposa de Carlos de Valois, tendo-lhe sido dada a honra de carregar o féretro, o que torna a perfídia do rei ainda mais ignóbil…

Mas como é que uma Ordem tão poderosa como a dos Templários, carregada de glória e riqueza, com uma tradição de dois séculos de existência e que apenas dependia do Papa, pôde ser aniquilada de um dia para o outro?

Na sua juventude o “Rei de Ferro” tinha pedido para ser admitido a título honorário na Ordem, o que lhe foi recusado, acontecendo-lhe o mesmo quando poucos meses antes do aniquilamento dos Cavaleiros Templários, tinha pedido o ingresso na Ordem para o seu filho mais novo. A sua ideia seria tornar hereditário o cargo de Grão-Mestre, reformar a Ordem e mantê-la na dependência directa dos reis franceses. Também em 1306, durante uma sublevação em Paris, o rei tivera de pedir asilo ao Templo onde ficara alguns dias à espera que o motim acalmasse…Demasiadas humilhações para alguém como ele!

Além de que, do seu palácio, o rei todos os dias avistava a Torre, uma lembrança permanente de um Estado dentro de outro Estado, com as suas liberdades, privilégios, a sua alta, baixa e média justiça e o seu direito de asilo, que nem o Rei se atrevia a quebrar. Portanto, as razões para a queda foram muitas e diversas, mas situam-se principalmente na luta feroz que se desenvolveu entre a França e o Papado, entre Filipe IV e Bonifácio VIII, sem esquecer a aura de imensa riqueza que a Ordem possuía, o chamado “Tesouro dos Templários”, que para um rei sempre esfomeado de dinheiro como o monarca francês, e que tinha uma enorme dívida para com o Templo, se tornava numa tentação irresistível que o não faria recuar perante nada…

Com esta medida, Filipe IV consegue equilibrar as finanças reais, e ao destruir o exército da Igreja, com a ajuda do Papa Clemente V que ele próprio tinha elevado ao trono pontifício, e que se estabelece em 1309 em solo francês na cidade de Avinhão, abandonando Roma (o que dará início ao Cisma de Avinhão, também conhecido como o Cativeiro de Babilónia), o rei consegue tornar-se no senhor absoluto do reino de França.



É a partir deste acontecimento, que tanto o dia 13 como a sexta-feira entraram para a superstição popular como azarentos.

“NON NOBIS DOMINE, NON NOBIS SED NOMINI TUO DA GLORIAM” 
“Não a nós Senhor, não a nós mas toda gloria a Teu nome”.

PAX LUX


Edição, Adaptação e Ilustração - Filhos do Arquiteto Brasil
Ir Daniel Martina M.´.M.´. - CIM285520

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