segunda-feira, fevereiro 22, 2016

22 de fevereiro: História - Dia Internacional do Maçom


Na Reunião Anual dos Grãos- Mestres das Lojas da América do Norte (Canadá, México e Estados Unidos), realizada nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro de 1994, o Grão-Mestre Fernando Paes Coelho Teixeira, da Grande Loja Regular de Portugal, sugeriu aos irmãos que no dia 22 de fevereiro fosse comemorado o Dia Internacional do Maçom. A data foi escolhida em homenagem ao aniversário do Irmão George Washington.
Na sessão, estiveram presentes as Grandes Lojas Unidas da Inglaterra, Grande Lojas Regulares de Portugal, Grande Loja Nacional Francesa, Grande Oriente da Itália, Grande Loja das Filipinas, Grande Loja Regular da Grécia, Grande Loja do Irã e a participação do Grão-Mestre Francisco Murilo Pinto, do Grande Oriente do Brasil.
Ao final da assembleia, todos os maçons concordaram com a homenagem, que há 20 anos é comemorada.
História
George Washington nasceu em 22 de fevereiro de 1732, em Bridges, na Virginia, Estados Unidos.  Na maçonaria, iniciou-se no dia 04 de novembro de 1752, na Loja Fredericksburg, Nº 04, no estado da Virginia. Em 1753, foi elevado ao grau de Companheiro e em 04 de agosto de 1754, a Grão-Mestre.
Em abril de 1789, tornou-se o primeiro presidente norte-americano, prestando uma homenagem à maçonaria ao fazer seu juramento constitucional sobre a Bíblia da Loja Alexandria, a qual era Venerável.
Washington lutou pela Independência dos Estados Unidos, dando como base para o país, os princípios de vida, liberdade e a busca pela felicidade. Era defensor da democracia e voltado para os interesses da população. Apesar de ter sido eleito por mais de duas vezes, ao terminar os seus mandatos preferiu deixar o poder.
Em 14 de dezembro de 1799, George faleceu em sua casa. Seu sepultamento foi realizado no dia 18, em uma celebração fúnebre Maçônica pelo Reverendo James Muir e pelo Venerável Mestre Elisha C. Dick (pertencentes à Loja Alexandria).

Informações: Obreiros de Irajá


O nosso povo tem o defeito grave de ser muito individualista e por isso em vez de se apaixonar e lutar pelos grandes ideais de “todos juntos”, cada qual cuida de si e vive se lastimando dos seus sacrifícios pessoais. A conclusão, não demora a falar por si: isso é egoísmo e falta de compreensão dos deveres para com Deus, com a Pátria e com sociedade.

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